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Moacir Lus Araldi
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
moaciraraldi@yahoo.com.br
Biografia

Moacir Luís Araldi

Gaúcho, brasileiro, residente em Passo Fundo- RS. Nascido em 18 de setembro de 1963. Formado em letras pela Fundação Universidade de Passo Fundo (UPF), escreve desde 1986.

Nos anos oitenta produzi algumas crônicas semanais para jornal.

Participações em livros:
 
Antologia Poetas Brasileiros de hoje - 1987.   Com o poema “Portas de Ruas”
 
Antologia Á vida! “Um brinde em versos” como o poema “Vai”. 
 
Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos volume 97, com o poema “Ao mar”.
 
Antologia Nacional Poesia Encantada V com os poemas “Eu e meus amigos” e “Dieta”.
 
Antologia do Concurso Nacional Poesia Livre 2013 com o poema “Compensação”.
 
Antologia “Mil Poemas para Gonçalves Dias” com 05 poemas.  
“Meu Deus, Genial, Falar de você, Carta e Mil poemas”. Destaque para “Carta”.
 
Antologia 1ª Seleta de Versos Brasileiros, edição especial 2013, com o poema “Inquietações”.
 
Antologia Brasilidades volume sete com o poema “Faça de sua vida”.
 
Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos 100- Edição histórica, com o poema “Amigos para amar”.
 
Antologia Versos Repletos na Noite Vazia- edição especial. CBJE, com o poema “Na próxima página”. (premiado com o Certificado de qualidade Literária)
 
Antologia Primavida, Primaflores, Primamor – Edição Especial 2013 da CBJE com o poema “Poeta”. 
 
Antologia Os Mais Belos Poemas de Amor- Edição Especial 2013 da CBJE com o poema “Singular”.
 
Antologia Nacional Poesia Encantada VI – Com os poemas Na próxima página e tinta. Premiado como destaque especial.

Antologia Panorama Literário Brasileiro. Melhores poesias de 2013 - CBJE. Com o poema "Vai". Selecionado pelo 1º Colegiado de Escritores Brasileiros, da Litteraria Academiae Lima Barreto, no Rio de Janeiro.

 

TINTA

 

No íntimo as cores desbotando.

O olhar ofuscado no labirinto.

Tinta do teto no chão pingando.

Pigmentando um pensamento limpo.

 

Sem brilho viver não é sorrir.

Se não esta no olhar onde estará?

Umedecida a dor começa a cair.

Peito destituído ao corpo voltará?

 

Liberdade sem amor é prisão.

É provar um veneno letal.

É parada fora da estação.

Alma esculpida na lápide em metal.

 

Desamor é placa de contramão.

Entrada na via infernal.

Rua sem retorno ou conversão.

Ruela escura do bosque lateral.

 

NA PRÓXIMA PÁGINA

 

Manuseio com o cuidado de quem ama.

Folha por folha, uma por vez.

A formiguinha do Quintana.

Encontrarei logo ali talvez.

 

A próxima página tem um grito.

Um risco. Um rabisco. Gerúndios.

Olhos espiando, café esfriando.

Um poeta aflito gestando.

 

Tem a ilha querendo sair.

O rio que entra no mar.

A lua começando a surgir.

E um beija-flor no pomar.

 

Vinícius compondo sonetos.

Olavo ouvindo uma estrela.

Carlos e seus anjos tortos.

Em Pasárgada, amando, Bandeira.

 

Dias escutando o sabiá.

Drummond consolando José,

Nos versos íntimos Augusto.

Na bola! Adivinha que é?

 

Romeu transando Julieta,

Titanic começando a afundar.

A baderna do boi da cara preta.

E um sofá pra Beethoven sentar.

 

Mona Lisa sempre sorridente.

Letras de poetas expoentes.

Comédia divina de Dante.

O Quixote Miguel de Cervantes.

 

Não sei o lado certo onde esta.

Com a mania que até hoje tenho,

De traz pra frente venho

Folhando de lá pra cá.

 

(Publicado na Antologia Versos Repleto na Noite Vazia-Edição Especial 2013- Gentilmente agraciada, juntamente com os demais colegas, com o Certificado de Qualidade Literária)

 

 

Solitário e triste

 

Não serei o mar.

Apenas a imagem solitária,

Do romântico triste a olhar.

 

Contudo adeus amada,

Estarei por perto

Vagando pelas madrugadas.

 

Não serei a lua

Apenas a imagem da saída.

Coberta pela nuvem nua.

Contudo, adeus meu amor.

 

Não serei o vento.

Apenas a música de despedida.

Assobiada na partida.

 

Não serei o sol,

Apenas a sombra que parte agora.

Não chore. A história acaba aqui.

Deixo-te e vou-me embora.

Vês. Também choro.

 

Não serei o caminho.

Apenas uma estrada de chão.

Que balança, machuca

E quebra o coração.

 

Estarei sempre por perto.

Mantenha teu sonho,

A areia continua no deserto.

Contudo adeus vida.

 

Do trem partindo verei uma vez mais o jardim.

Ele continuará jardim

Será só teu. Nada mais terá de mim.

 

À noite te verei em cada estrela.

Rezarei no quarto solitário e triste.

Distante só estará,

O amor que não mais existe.

 

 

 

 

 

 

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