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Mary Gallan Maia
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
mm14rp@hotmail.com
Biografia

Mary Gallan Maia

Mary Gallan Maia, nasceu em Santa Rita do Passa Quatro – SP, Brasil, e, hoje, vive em Ribeirão Preto-SP, Brasil.  Tem licenciatura plena em Pedagogia e Especialização em Administração Escolar.  Apaixonada pela poesia, ela acredita que um mundo melhor só é possível com colaboração; cada um a colaborar com o que tiver para oferecer - bens materiais, amor, carinho, atenção, ou o talento, que, cada ser humano tem o seu. Acredita, piamente, que a poesia também pode colaborar para transformar o mundo. Através de alguns de seus trabalhos, busca chamar à reflexão e incentivar a cultura da paz.

 

SE UM RAMO JÁ NÃO BASTA
 
Mary Gallan Maia 
 
Pequenina ave eu sou.
Há muito eu voo carregando um ramo de oliveira

Simbolizando e tentando incentivar a cultura da paz.
 
Infelizmente, tanto eu-ave quanto o ramo

Parece que temos sido insuficientes.
A paz, que por si só é grandiosa e possível
Tem ficado lá atrás dos muros do mundo

Incompreendida, esquecida e escondida
Como se fosse vergonhoso, ou fora de moda 
Ser do bem e da paz.
 
Pensando nisso (Claro, as aves também pensam!)
Mesmo cansada do meu frequente voar

Do meu quase inútil e insistente pousar
Em ambientes repletos de desentendimentos
Violência de todo tipo, conflitos, guerras, fome e dores
E ciente de que a minha missão precisa continuar

Eu não desisto. Resisto e reúno forças
Desde o mais fundo do meu coração azulado.
 
Justamente por um amor incondicional
Aos seres do planetinha igualmente azul

Eu me transformo em duas, em três

Em muitas aves, de vários tamanhos.
Nesse meu transformar

Eu convoco parcerias sábias e comprometidas com o bem

Para juntos alçarmos novos voos
Rumo a dias realmente melhores para todos,
Porque, se um ramo já não basta, quem sabe uma árvore...(!?)
 
Não importa o quanto ela pese
Pois, em nome da paz, também a carregaremos!
Não uma árvore arrancada do solo simplesmente para magoar a mãe natureza como fazem os despreocupados com o meio ambiente

Mas uma plantada num vaso e decorada com os sorrisos
Que vêm sendo recolhidos ao longo de algumas viagens menos insólitas.
 
Assim, eu-ave, e mais aquelas nas quais eu me desdobro

Selamos e carimbamos com a determinação maior exigida e, novamente

Decretamos imprescindível que a paz prevaleça

Para que se tenha a chance da reorganização do planeta Terra
Nesse tempo que urge
E que pede voos mais rápidos e não mais solos

Com resgate de valores e mudanças de atitudes (para melhor)

 

EM PROL DAS PRÓXIMAS GERAÇÕES
 
E, para que não mais sejam em vão:
- O versar dos poetas

- As palavras dos escritores

- A inspiração dos compositores

- A voz dos cantores,

- O som dos instrumentos musicais

- A regência dos maestros

- Os pincéis dos pintores

- As velas acesas

- O clamor das orações e as promessas

- O empenho dos anjos socorristas, enfermeiros e médicos

- As bandeiras hasteadas

- Os lenços acenados

- O choro das mães

- As lágrimas roladas

- O sangue derramado

- As famílias enlutadas

- As reuniões governamentais e os tratados
E esse nosso eterno voar.
 
Determinamos que através dos vários meios de comunicação

Seja constantemente difundida e reafirmada

A tão necessária conscientização, por todos e para todos,

Independente de sexo e opção sexual, idade, raça, idioma, crença,

Profissão e posição social:
- Que haja a compreensão de que ser da paz não significa somente

Não praticar o terrorismo, a tortura quer física ou psicológica, ou não matar, mas, também, não colaborar para que se sofra

Ou que se morra antes do tempo determinado pelo "Deus" de cada um;

Que não se morra de fome; não se morra de doenças provenientes
Da falta de saneamento básico; pela falta de segurança; pela falta de atendimento médico, hospitalização e medicamentos.

Que não se morra pela depressão proveniente da falta de empregos e oportunidades

Nem pela falta do acesso à informação e à educação

Ou pela falta de justiça, que é de direito de todo ser humano.

Que não se morra pelas guerras – essas são desnecessárias!
Entre tantas faltas outras.
 
Portanto, não apenas aquela paz desenhada de quimeras
Que somente se indigna e cala
E sim a PAZ de tom maior, maiúscula, adulta, madura

Civilizada, efetivamente solidária, consciente e responsável
Que ainda sabe guardar no peito a ternura de uma alma criança.

Essa PAZ maior é o que eu-ave - e as em mim multiplicadas- ofertamos a cada coração, e sugerimos estampada como adorno constante
No coração da humanidade.

 

 

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