s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Sale Gabriel Beninho
Nacionalidad:
Mozambique
E-mail:
sale.beninho@gmail.com
Biografia

Salé Gabriel Beninho

Salé Gabriel Beninho Mozambicano filho do Professor Gabriel Beninho e de mãe domestica Rita Frio Raivoso Natural da Província da Zambezia, Distrito de Mocuba Localidade de Mugeba Bairro Nenine, neto do regulo Beninho Nehire e de Alda Manjor, Beninho Licenciado em Serviço Social no Instituto  Superior Maria Mae de África na Cidade de Maputo tendo apresentado vários poemas nas jornadas cientificas no mesmo Instituto, assim como trabalhos científicos sobre cuidados as crianças em situação difícil na Cidade de Maputo, igualmente é formador Provincial na área de cuidados em Apoio Psicossocial, promovida por uma organização internacional denominado ICDP-International Child Development Programme. Beninho, profissionalmente trabalhou na Direção da Cidade de Maputo como técnico Superior em Ação Social tendo participando em vários simpósios de caráter social, foi reconhecido pela sua simplicidade profissional  a nivel nacional e a nível internacional, aganhou uma bolsa de estudo denominada Bolsas de estudo Nelson Mandela 2015 promovida pelo Governo de Chilee e pela PNUD Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, onde atualmente esta a terminar o seu Mestrado em Gestão de Politicas Públicas. Durante a estadia em Chile teve vários encontros de honra a convite da nossa excelência Senhora Presidente Veronica Michelle Bachelet Jeria e encontro com o Secretario Geral de Movimentos Poetas del Mundo em Chile respetivamente o Senhor Luiz Manzo junto a sua esposa Presidente do mesmo movimento a Senhora Magy. Quero saudar a todos africanos congratulados pela cooperação sur sur Chile-Mozambique no desenvolvimento do capital social através da cooperação dos países Sur Sur. Nomeadamente Moçambique, Angola e Sul de África. 

 

 

 

 

 

No Contra- entendimento

Eu não fumo álcool  nao bebo cigarros,

Mas Sei que sou viciado na toxicoliteratura,

Consumindo papeis em escrituras,

Que  reaviva a minha postura.

 

Assim é que se fazem homens,

Sabedores da  contra-compreenção,

 Dos ensejos da atualidade,

Em contra entendimento da minha verdade,

Ha ums tempos que os livros eram eram escritos nas barracas,

Tempos em que bibliotecas eram transformadas em discotecas

Papelarias vendiam e consumiam bebidas alcoólicas,

E assim, que embriagavam a minha mente.

 

No contra entendimento da minha religiosidade,

Prevalece  mascaras num sorrir sarcástico,

As vezes sao leigos, ou sacerdodes a salvação 

Das castas de  fies céticos, que celebram  missas no inferno sem interpretação. 

Num aulocastro de pastores que seduzem  obreiros e crentes,

Usando  A bíblia, como prostitutas usam corpo para  atrair clientes,

Mas, na contra-comprienção do meu entendimento, somos todos diferentes.

 

Faz me crer que, o  fumo que enalo e o álcool que eu bebo,

Embriagam a minha mente,

E no meu pulmão,

Que me Tornana novamente viciando na toxicoliteratura,

Dos livros e das letras que teem caras,

As imagens das leituras o reflexo das melodias ousadas diariamente.

   De poeta Salex Gabimoyo in inéditos

 

Ao Amanhecer e ao Por do Sol

Quando amanhecer e ao por o sol, ela vai olhar para seus olhos,

Como si não tivesse outro lugar para olhar

Vai passar a mão dela no seu rosto,

Para sentir o quão te gosto.

 

Ate sentires a respiração dela.

Como si fosse o seu coração a bater,

E o beijo quase a conhecer.

 

Tu que te levantas ao amanhecer

Num abafo de um romântico labirinto,

Tens um brilho na face como sol a me aquecer,

O amor entre os corações, que trás o meu encanto, infinito.

 

São  contos de fada a resplandecer a minha magia,

Quando as noites são longas,

Os dias são curtos,

Ela volta a olhar para seus olhos,

Como si não tivesse outro lugar para olhar,

É mais um conto de fantasia,

Em fantasias de um conto, que se expressa aslições  das imagens do inculto.

                      Elaborado por Salex Gabmoyo in lirica dos tempos.

 

O Outro Lado da Mulher

De  quando em vez, elas transcendem experiências da outro lado desta mulher,

Com clemências no rosto da vossa realidade, a lograr numa aliança euro-asiática e americana  que  transparece   iminências de  sabores da desgraca  com graças,

Que vos fazem firmes, a semear ódio em noites ausentes do amor sem esperanças.

 

As mulheres da modernidade são viúvas de mente,

 Porque seus noivos  foram se  embora com outra mulher tradicional, sem  deixar rastos do seu caráter e da sua personalidade,

 

Eles,  souberam mais tarde que as  mulheres de hoje em dia, já mais são mulheres para casar,

Porque  perderam sua   virgindade mental e da consciência da  vida,

Desta vez sem a culpa da serpente que traiu a Eva, mas por sua propria culpa.

 

O outro lado desta mulher, em fim, ja encubados  na  mundialidade,

São mais  lutos  sem  respeito e  responsabilidade nas famílias dessa sociedade,

Que recebem um pão nauseabundo que o diabo tranbucou, para servir  de alimento  na  sua boca,  onde não sentes o sabor  da liberdade do outro lado desta mulher.

 

No outro lado desta mulher, ouviem  si gritos de  liberdade e expressividade da sua viuvez e apenas é o sinônimo da fome que busca  sacearse na emoção ao  poder , que so traz  a desgraça.

Nesta africa que nunca avança

H0!  Mulher da atualidade,

Aprenda a servir e não a ser servida,

 porque  quanto mais ganância governativa tu persegues,

mais perceberas a perda do instrinsico da sua beleza,  o carisma de mulher que es.

Porque este não é o seu outro lado de mulher.

Elaborado por Salex Gabmoyo

 

O Eu Irónico

O eu  irônico é um individuo civilizado da cultura do cultivador,

É uma semente adormecida  na terra do estivador,

Num  ecossistema cultural  que transforma sua  natureza,

Ha um modelo de pessoa  que não lhe caracteriza.

 

O eu irônico é a essência da minha clareza elitista,

Que enfeita a minha mente em conteúdos  platônicos.

Como  sonho que me  conduz  a um isolamento egoísta,

Fazendo-me num sujeito com sorrisos sardônicos,

 

Também sou da cidade iletrada,

Onde a maioria de gente é dirigida por uma representação sem realidade representada,

Que me faz caçador do poder e dos fruto da colonização ocidental,

Em pressupostos de uma cidadela letrada,

Onde o formalismo lingüístico contribui para uma inclusao da exclusão cultural.

 

Tambem sou o eu irônico da minha identidade,  que vive hostilizado num manto de subculturas descoordenadas

Onde a minha arma da vitoria é a educação en valores,  que procura ordenar  a leitura que faço o modelo de relação com o livro,

Excusado da pluralidade dessis textos e escrituras que circulam sem educação,

Mas em escritos que  despertam consciência  da moral de comunicação e formação.

Elaborado por Salex Gabmoyo

 

O SER DA NOSSA  EXISTÊNCIA

No teu rosto, há feitiços de amor,

Há encantos da vida e da morte,

Há sempre um dia e uma noite,

Há existência de uma guerra e da paz,

 

Do seu jeito vais andando, na esperança de viver, a realidade da sua existência,

Foste tu que semeaste vidas na alma desse espírito,

ÉS mesmo tu a razão do ser da sua prevalência,

 Inerentemente quando nos teus olhos vedes frutos que semeaste,

Há quando no seu ventre da outrora fecundidade,

 

Mais aos diadolisantes não quiseste ser,

Quê fazer! O mundo é mesmo assim,

Hora vais doce com sabor de amargura do seu arrependimento,

Ho! És santíssima na soteriologia da sua existência,

 

Ta frente firme sempre presente,

Que bem haja á todos que fizeste!

Mas do nada colaboraram a dor do seu sofrimento,

Pois é por isso que não há preço para tal,

Apenas o mesmo ser, a harmonizar no descontentamento da sua psico-paciência,

 

Que pena!, Pena, mesmo de este ser que deixou nutrir-se na globalização,

O mesmo mal percebido, Que faz quebrar-te a consolação do seu coração,

Em fim sobra na face, lagrimas como ondas a desaguar a inocência da sua infância mal agradecida,

Em consonância, levas nas costas o peso desse povo,

 

Ate quando findará os efeitos viciosos dessa sociedade adormecida,

Falta Valencia de reconhecer o quão suportaste em busca duma vida merecida,

És mesmo misteriosa, congratulando-se divinamente,

Mesmo recebendo abraços, beijos e alegria,

São carinhos de meia tigela, mergulhando-se em crenças infernantes da sua alienação.

Nossa! Ate quando fim Dara, a incontinência dessa humanidade, 

 

Elaborado por: Salex Gabmoyo sua obra inedita in " o Encontro com a Escrita".

 

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s
s