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Wilson de Olivera Carvalho
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

\'CONTINUOU: CERTO HOMEM TINHA DOIS FILHOS...\'
[Lucas, 15:11-32].
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FALSA LIBERDADE


A passagem do filho pródigo, tão divulgada e que tantos exemplos nos têm transmitido, mostra-nos, ainda que com o passar do tempo, sua contínua eficácia.
Muitos consideram esta passagem esplêndida como a melhor de todas as parábolas. Certamente está entre as mais queridas de todas elas. O coração humano corresponde à mensagem de amor perdoador que DEUS têm para os pecadores, conforme é tão claramente aqui exposto. Na realidade, é bem possível sustentar que o alvo principal da parábola é contrastar as reações do pai e do filho mais velho diante do filho pródigo. E na situação que JESUS se achou, embora fosse importante enfatizar que aqueles que rejeitam pecadores arrependidos estão fora de harmonia com a vontade do Pai.
Com a intenção de que tods passam abraçar esta meditação, ainda que ela seja descrita de uma forma sintética, vamos acompanhá-la versículo por versículo.

OS FILHOS...[Lucas, 15: 11-12]
Não devemos deixar desapercebida a referência inicial a dois filhos. Desde o início o filho mais velho está na história. O mais moço pediu ao pai a parte que lhe cabia dos bens. Um homem podia deixar seus bens para seus herdeiros mediante testamento definitivo.
[Hb. 9: 16-17] e neste caso, era obrigado pelas estipulações da Lei.

MOTIVOS PARA A PETIÇÃO...[ Lucas, 15:13]
Não há registro referente ao motivo do pedido do filho mais moço. Porém, com o controle de sua herança acabou por partir. Ajuntou tudo o que era seu, e ali nada deixou para que motivasse sua volta. No início e com a totalidade de seus bens, e tudo para ver e fazer dissipou sua herança.

EMPREGO...[Lucas, 15: 15].
Era urgente conseguir uma colocação, mas, diante daquele tempo de fome era difícil. Esta é a única explicação que encontramos para que ele se agregasse a uma pessoa local que o mandou para seus campos e guardar porcos.
O porco era considerado imundo conforme Lv. 11:17, e para um judeu, a ocupação não poderia ter sido mais desagradável.

COMIDA...[Lucas, 15:16].
JESUS diz que ele desejava fartar-se das alfarroboas que os porcos comiam. Mas, conseguiu? Como ninguém lhe dava nada, o moço para manter-se vivo deve ter furtado. Além disso, a falta de ajuda demonstrava a baixa estima em que se encontrava, os porcos eram mais valiosos que ele.

DESILUÇÃO...[Lucas, 15: 17]
O jovem despertou. Interessante observar como a adversidade têm um modo de levar os homens enfrentar os fatos. Nesse estado, o moço passou a pensar entre a fome que sentia e a fatura que desfrutava seu pai, irmão e também pelos trabalhadores de seu pai, que para eles havia pão com fatura.

RESOLUÇÃO...[Lucas, 15: 18-19].
Depois de cair em si, o jovem resolveu voltar, reconhecendo que seu pecado era primeiramente contra DEUS. Mas uma vez observamos que o pecado é sempre pecado contra DEUS antes de ser contra qualquer pessoa. É possível que tenha percebido que sua atitude inteira estivera errada, reconhecendo que perdera, inclusíve, o direito de ser tratado como filho, chegando ao extremo de pedir ao seu pai que fosse tratado como um de seus trabalhadores.

A VOLTA...[Lucas, 15: 20].
Fica claro que o pai alimentava a esperança em tal volta, e que ficava vigiando. JESUS enfatiza as boas-vindas que dispensou a seu filho. Viu-o enquanto estava longe e compadecido dele, correndo o abraçou e beijou.

*RECONHECIMENTO...[Lucas, 15: 21].
Neste versículo foi registrado apenas a maneira pela qual o filho encontrou para pronunciar as palavras que expressavam seu sendo de pecado e indginidade. \'...Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho\'.

A ALEGRIA DO PAI...[Lucas, 15: 22-24].
Incontrolável era a alegria que invadia o pai. Eufórico, ordenou que os servos corressem e vestissem seu filho com a melhor roupa. Não se esqueceu de nada, o anel no dedo e sandálias nos pés, bem como ordenou que matassem o novilho cevado, o qual, era um animal tratado para ocasião especial. A expressão memorável entre *estava morto e reviveu, estava pedido e foi achado, demonstra claramente o júbilo transbordante do pai. E, não era para menos.

*PERPLEXIDADE DO FILHO MAIS VELHO...[Lucas, 15:25-26].
JESUS, através das boas-vindas dispensada pelo pai ao filho que voltava, ensina que o Pai celestial acolhe os pecadores que se arrependem e voltam. Ainda mais, quando JESUS volta sua atenção ao filho mais velho, fica caracterizado sua preocupação com os fariseus e os que eram com eles, uma vez que seus lideres não tinham demonstrado qulquer parcela de compaixão para com os pecadores arrependidos.
Convém destacar que enquanto desenrolava a festa, o filho mais velho encontrava-se trabalhando no campo. Ao voltar e aproximar-se de sua casa, ouviu som da celebração, deixando perplexo. Curioso, chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.

RELATÓRIO SUCINTO...[Lucas, 15: 27].
Um relatório conciso da situação foi apresentado ao filho mais velho por quele criado, o qual, confinou-se a volta de seu irmão e que seu pai o recuperou com saúde.

A REAÇÃO DO FILHO MAIS VELHO...[Lucas, 15: 28-30]
Foi de ira sua reação, e de forma tal que acabou se recusando a entrar em sua casa. A parábola não deixa transparecer nenhum orgulho falso do pai, eis que já tinha saído para encontrar um dos filhos e agora tentava conciliar o outro, mas, torrentes de palavras vieram ao seu encontro, resultado de sentimentos reprimidos. Este filho, o mais velho, tinha consciência de sua própria retidão, e achava-se justo aos seus olhos a ponto de considerar-se o filho padrão. Talvez, por essa razão nunca entenderá o que significa ser um filho, e mem tão pouco ser um pai.

A TERNURA DO PAI. ..[Lucas, 15: 31-21].
Os dois são filhos, e ama ambos. Nota-se que as boas-vindas ao filho pródigo, por parte do pai, era a coisa mais apropriada. Todavia, ainda que em estaddo de júbilo, o pai não se esqueceu, como claro está, do filho mais velho, quando lhe disse que ele estava sempre com ele e que tudo o que é meu é teu, transmitindo com isso, além de seu amor, a certeza do conforto espiritual, moral e físico.
E notório que o filho mais velho tinha tudo, mas não reconheceu a extensão de seus privilégios. JESUS não continua sua parábola para conhecermos se o irmão mais velho correspondeu ou não. Nem relata como o filho mais moço passou a viver em consonância com o amor paternal. Podemos refletir com proveito que, a não ser que somos muito incomuns, também podemos ver a nós mesmos no irmão mais velho. É uma falha imaginar que não somos estimados como deveriamos ser. O amor de DEUS é um desafio contínuo ao nosso egoísmo.
Como se nota, a parábola do filho pródigo ensina lições extraordinárias. Se de um lado temos a falta de compreensão do filho mais velho que não entendeu seus privilégios, do outro, o filho mais moço também dando vivas demonstrações que não conhecia a extensão de sua felicidade, quis aventurar-se, viajar, conhecer outras paragens, quiçá, permanecer longe de seu pai. Dessa forma, a história, nos permite dizer que o filho pródigo quis usufruir de uma LIBERDADE individual, sem se importar com nada, portanto, fora dos moldes transmitidos por seu pai.

A respeito de LIBERDADE, a revista ÉPOCA, edição de 16-04-01, número 152, publicou O seguinte:
*\'HOLANDA - TERRA DA LIBERDADE\'.
A matéria transmite que \'Depois de legalizar a prostituição, a maconha e o casamento gay,o Parlamento aprova a eutanásia e confirma a tradição de um pais ultraliberal\' [SIC].
No conteúdo da matéria consta que \'A permissão legal para matar confirma a reputação da Holanda - uma monarquia parlamentar e majoritariamente cristã - de o pais mais permissivo e toletante do planeta em matéria de sexo, drogas e suicídio.\' [Sic].

\'VIDE, PORÉM, QUE ESTA VOSSA LIBERDADE NÃO VENHA DE ALGUM MODO, A SER TROPEÇO PARA OS FRACOS\'..[1 Co. 8:9].

A salvação em CRISTO é a libertação, e a vida cristão é uma vida de LIBERDADE, pois CRISTO nos libertou [Gl. 5:1]. A ação libertadora de CRISTO não é basicamente de melhoramento social, político e econômico, como hoje, as vezes, se sugere; é a libertação do jugo da lei como meio de salvação.
Longe de abir o caminho para a vida, a obra da lei é despertar, desmascarar e condenar o pecado que permeia nossa vida moral, fazendo-nos cientes de sua realidade e consequências. [Rm. 3: 19 e 1 Co. 15:56]. A futilidade de considerar a lei como um sistema de salvação e de procurar justiça por meio dela torna-se plenamente evidente [Gl. 3: 10-12; 4:21-31]. Essa futilidade é a escravidão à lei, da qual CRISTO nos liberta.
Os cristãos são livres para desfrutar de todas as coisas criadas como dádivas de DEUS [1 Tim. 4: 1-5] na condição de não transgredirmos a lei moral, nem atrapalharmos o nosso bem-estar espiritual ou de outros [1 Co. 6: 12-13; 8: 7-13].

PARA LIBERDADE FOI QUE CRISTO NOS LIBERTOU, PERMANECEI, POIS, FIRMES E NÃO SUBIS, DE NOVO, A JUGO DE ESCRAVIDÃO\'. [Gl. 5:1].

FONTES: Bíblia Sagrada
Livro - Lucas - Introdução e Comentário
Revista Época, n. 152 de 16-04-01


biografia:

Por 42 anos, fui bancário, exercendo minhas atividades como Auditor. Estou aposentado desde 1.986. Gosto de escrever não só poemas, como reflexões de cunho espiritual, contudo, sem divulgação de qualquer segmento espiritual. Nesse aspecto minha preocupação principal é a divulgação do Senhor, mesmo porque eu me considero religioso conforme ítem 10 acima.
A propósito, gostaria de receber informações se devo enviar algum poema para os Srs. a fim de que possa conhecer meu estilo.

 

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