s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Dayvton Almeida
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
dayvtonalmeida@outlook.com
Biografia

DAYVTON ALMEIDA: O SER POETA

Autor, radialista, ator e diretor de teatro. Nasceu no Bairro de Casa Amarela, em Recife.
Filho de Rosa Maria da Silva e Tadeu Paixão de Almeida, pai de Jhuan Gustavo Lira de Almeida e José Pedro Vinicius Cunha de Almeida. 
Passou boa parte de sua infância na capital, e sempre foi notado seu talento para as artes, mora atualmente na cidade do Moreno onde é membro fundado da Academia Morenense De Letras E Artes (AMLA). 
É estudante de Psicologia, técnico em rádio e TV pela universidade Mauricio de Nassau e cursou teatro na Escola de Artes João Pernambuco.
Atuou e dirigiu espetáculos como: Paixão de Cristo, Camisinha Cor de Rosa, Casamento de Fudência na Cidade de Pipas, A Importância de Manuel Bandeira para Pernambuco e Já Nasceu o Rei dos Reis, Viva Nossa Sociedade Urbana.
Promoveu oficinas de teatro na ONG movimento tortura nunca mais, Cidade Evangélica dos Órfãos e no programa escola aberta. 
Em 1º de julho de 2006 criou com um o grupo de jovens o PreservARTE onde foi Presidente, diretor e ator durante cinco anos.
*Já lançou onze livros bem inspiradores pela Editora Clube de Autores e Poesias Escolhidas: Ao amor, Ser poeta, O Casamento de Fudência, Histórias de Vida, Ele Disse Não pra os Poemas Que Escreve Amanhã, Meu Pequeno Universo, A Musa, Jogos De Sedução, Melhor De Mim, Eles são De Vênus, Poesia Viva Do Recife e O Ser Poeta Vinte Anos de Carreira e Trinta de Vida. 

 

Meu silêncio ultrapassou 

as barreiras do som
Apagou a velocidade da luz 
Povoou o deserto do espaço 
À procura de um fim com recomeço
Pois no colo a insônia amiga companheira 
Plastificou as marcas do dor 
Mostrou as reflexões alheias 
Transpassou as areias das ampulhetas
Calejou os ouvidos dos profetas 
Sem querer uma resposta 

Deixar

Sim também acordo no meio
Da noite gritando teu nome,
Procurando seu corpo entre 
Os lençóis, na madrugada
Fria ainda sinto as tuas costelas
Grudadas na minha tão enlaçadas
Que parecia que irias devolver a 
Que na tua criação te dei.
Sim também vejo tua imagem
No portão na hora em que era
Tua chegada o coração dispara
Depois me acalmou sei que era 
Só uma miragem.
Sim também me pego comparando
Outros beijos com o teu e suspirando
Quando ficou achando um crime, 
Pois todos meus beijos eram pra 
Ser teus.
Ainda choro em não ter aproveitado
Mais, cobrado mesmo, Amado mais, 
Chorado mesmos, agito mais...
Ainda chorou pôr saber que mesmo
Com tua distância te pertenço como
Nunca antes.

 

 

 

Aprendi tanto sobre 
A dança da liberdade 
Que nunca mais pus 
Pássaros em gaiolas, 
Peixes nos aquários
Ou cabrestos em cavalos. 

Dayvton Almeida Ser Poeta

 

 

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s