s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Roselis BATISTAR
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
roselis.batistar@gmail.com
Biografia

Roselis  BATISTAR

Soy la hija del unico periodista brasileño , Oduvaldo Batista , que entrevisto a Pablo Neruda , del cual era gran admirador, en el barco italiano en el puerto de Santos litoral de Sao Paulo, Brasil, donde naci), puesto que él estaba prohibido de pisar el territorio brasileño por ser comunista. Entonces mi padre fue al barco entrevistarlo  cuando el volvia de su exilio en Italia . Tenemos con orgullo la foto historica de esta entrevista, esta señalada y reproducida  en el libro "Compromisso com a Verdade. meio século de jornalismo", obra  redactada por Oduvaldo Batista y por ml, editora de la UFPB, 1999, Joao pessoa, Brasil.

 

TEU NOME CORPOREO


E verde a borda do teu nome,

Azulado o centro de gravidade do teu apelido

E drasticamente poroso o meio amarronzado de tuas pisadas.

Es um dinossauro herbivoro

E um felino no olfato.



Nao ha em teu prato nenhum osso

Nem ousas molhar tua lingua

Nas cataratas dos olhos pardos.



Devaneei teu nome:

Sai correndo pra fora daquele sonho,

Vi teu vulto que se assomava

E sorrateiramente se instalava

Em uma caixinha de musica.



Nao és fera, és mosqueteiro

No pictograma falso de um homem

Na velar sonora e atrevida

De um nome ambiguo em seu yod inicial!

Mas nao faz mal!

Volta às bordas verdes deste bandolim,

Ao azul centrado de uma nova sina.

Da a volta na esquina de um ideograma

Para criar o ouropel dos nossos nomes.

(Agosto 2009)


A CANETA DE MEU PAI
(Ao jornalista Oduvaldo O.Batista, in memoriam)

A caneta foi tua,

Brilhosa perpendicularidade de tuas ideias

De teus escritos.

ComO um mito ficou,

Simbolo metalico e fino

Da finesse do teu estilo.



A caneta ficou

No fundo de uma gaveta bagunçada

Aguardando a identidade olvidada

Pela indiferença de tuas galinhas de arribaçao

Aterrizando indiferentes

Diariamente

Para pinicar o milho esmagado do fuba.

 
POEMAS DO REGRESSO E DO RENASCIMENTO 

-Cores de Guerra e de Paz-


Nao havia cinza no caleidoscopio

Nem cor de opio.

So ónix, so carvao, so hematita

-esta negra pedra nordestina-

E na busca das cores rubras da trincheira

A guerreira sai para o vale ensolarado

Celebrando o rubi que jaz cansado

E que descansa às margens

Entre os seixos brancos do riacho!



Nova vida se anuncia

No caleidoscopio da magia

Na pausa aos estilhaços de corais

Que mesmo aquaticos

Queimavam mais

que qualquer napalm.



Cede o silvo daquele odio

Ao sorriso de um roseiral espreguiçado

Pelos sigilos que o acabrunhavam tanto!

E o arco-iris que da a paz do pranto

Que reluz com o fulgente raio

Com o fulgor da vida

Na paisagem rejuvenescida de qualquer começo.

(México, 3-04-2010)


SENCILLEZ II


Sí , estoy preocupada como hada retrazada

Sin su varilla anacarada y mágica

Al pendiente de mis seres tan pequeños

Quedos pajarillos sin las migajas de mis brazos.



No tengo tiempo para tí ni para el alma

Te dejo la hoja, el cuaderno , la acuarela

Esperando alcanzar la vitrina en el salón de tus libélulas

Para ver allí el oasis refrescante de mis tardes.
 

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s
s