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Adriana Vieira
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
arts_adriana@hotmail.com
Biografia

Adriana Vieira

Adriana Vieira, brasileira, natural de Colatina Espirito Santo,

Nascida em 30/05/74. Graduada em Artes Visuais pela Uniasselvi, pós-graduada em Arte e Educação, Psicopedagogia, cursando Arte terapia.

Apaixonada pelas artes, principalmente a literários onde expressos sentimentos do dia a dia através das letras . Alguns poemas são referentes à minha vida, uns do meu inconsciente que sai como uma canção cantada baixinho ao ouvido. Outros de histórias belas a cerca do amor, de lutas e superação das pessoas que encontro pelo caminho que sigo.

Viver a arte é uma magia, transmiti-la é uma alegria, que me faz crer que Através da pintura, da palavra podemos propagar amor. A palavra mágica tão necessita em nosso mundo, geradora da paz, da sensibilidade, da ternura e da amizade.

Como disse o saudoso Mário Quintana (In Memorian): “Permita-se rir e conhecer outros corações. Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar os outros, aprenda a viver sua própria vida.”

 

Liberdade


Na imensidão do meu ser
luto por liberdade,
da escravidão tirei fatos 
em busca da felicidade.


Filhos de zumbi sempre
seremos,

 Nos quilombos de palmares

 Sempre viveremos,

 Se não quebrar as algemas

 Dessa vida que vivemos.

Livres, oh! Povo da noite 
um dia seremos

E entre o sol e a lua

 Nossa vida ficou transpassada

 De dor.


Nos navios guerreiros deitados
no chão da dor,
lagrimas de sofrimento escorriam
dos olhos em busca do amor.


A cor de minha pele exalta o
meu povo, apesar de ser branquela
a alma não tem cor.

 E cada detalhe foram feitos com

 O toque do amor,
Pois sou filha de guerreiro que aprendeu
a lutar com a dor.


(Adriana vieira)


Lembranças de uma Vida


Veio como um pássaro feliz
Me fez sentir-me
desatinada.
O meu amor era tão cheio de
Esperança,
Trazendo a fascinação dos
Enamorados como
criança.


Pouco a pouco foi se
acabando
Sem motivo, sem explicação,
Você partiu,
me beijou friamente,
nem se despediu.


E fiquei desiludida a espera
Do seu regresso.
Desencantada percebi que não
Era amor.


Fiquei perdida em seu recesso,
Desejando ouvir: amo-te.
Quando de repente, uma
Voz disse-me:
minha pobre sonhadora passei
Diante de ti e nem ao menos
Ouviu-me dizer-te “á deus”.


O meu amor foi assim,
Como um sonho que não
Completou-se na escuridão
Da noite.


(Adriana Vieira)

 

Vidas


Vividas,
Arrancadas,
Sofridas,
Cansadas de viver,
De sofrer,
De sorrir,
De amar.


Vidas,
Para que viver?
Para lembrar o amanhecer,
Do orvalho puro caindo no chão
Do nosso viver,
Deixando um odor mágico,
Inexplicável, puramente vida.


Viver,
A aventura da vida,
Para lembrar os amores perdidos,
Do passado sofrido,
Do presente vivido,
Do futuro de lutas,
Que persiste apesar da morte,
Apesar do tempo,
Apesar de tudo.


(Adriana Vieira)

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