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Argeu Areias Ribeiro
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
ag.ribeiro07@gmail.com
Biografia

Argeu Areias Ribeiro

Argeu Ribeiro, nascido em julho de 1988. Natural da pequena e semi-pacata Piúma / ES, onde reside atualmente. Estudou Relações Internacionais na Universidade Vila Velha – UVV e atualmente cursa Letras pela Universidade Paulista - UNIP. Desde seus primeiros contatos no primário com a Literatura, seu coração lhe seria refém eterno. Sonhava ser desenhista, mais problemas de saúde afetaram sua capacidade para os traços. O sonho adormecido iria ressurgir com nova forma em sua juventude, agora encontrando nas letras seus muitos universos para exercitar sua antiga paixão.

Em suas palavras: "Escrever é desenhar os sentimentos."

 

Amor sem fim

 

Uma onda vai,

Uma onda vem.

Meus sentimentos são como ondas,

Ninguém os detêm.

 

Esperança, promessas de esperança.

De promessas o amor se sustenta,

Só aumenta,

E ninguém o afugenta.

 

Detalhes, detalhes do coração.

Lembranças, lembranças de uma paixão.

E nem a morte poderá apagá-los então.

 

Então guardei esta paixão

No coração,

 

Que ninguém afugenta,

Pois só aumenta,

E de esperança se sustenta.

 

E ninguém os detêm,

Pois como ondas,

Vão e vêm.

 

 

A alma do poeta

 

As palavras lhe compõem a alma,

Sua poesia indômita e desenfreada,

De agruras e bravuras,

Expõem as letras ocultas e impressas

Do seu coração.

Más quem conheceu os caminhos de um poeta?

Anuncie-se aos quatro ventos:

O poeta morreu esquecido,

Más perpetuam-se seus versos e sua rima.

E em face do papel, escrever

Lhe era desenhar os sentimentos.

Louvem-no ante aos portais eternos!

Exaltem-no a plenos pulmões:

O amor ainda viverá uma vez mais,

Para sorrir ao que é puro e bom.

Nas páginas douradas,

Nas letras borradas,

Vive o amor! O amor vive!

Pulsa forte o amor!

Brilha como o fulgor das constelações,

A alma do poeta, Imortalizada

Na memória dos que ainda dizem:

A poesia não morrerá jamais!

 

 

Poema sem nome

 

Vá... E seja feliz!

Más eu duvido que serás livre.

 

O que você procura,

Nas nuvens eu diria,

Lá ele faz morada.

 

E ela se foi...

 

Não sabendo que estava

Todo tempo comigo.

 

O que, tu me perguntas?

Não sabes?

Vá-te também.

 

Pelos arcos do céu!

Façam-te caminhos aprazíveis,

Das mais augustas cores.

 

Chegaste? Corra...

 

Corra com os passos do vento,

Pois esteve comigo o tempo todo

Este teu coração.

 

 

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