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Marcelo Allgayer Canto
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
macanto63@gmail.com
Biografia

Marcelo Allgayer Canto

Marcelo Allgayer Canto nasceu em 1963. É casado. Escritor, poeta e professor, é Licenciado em Letras pela PUCRS. Exerce atividade profissional no Ministério da Fazenda de Porto Alegre. Além disso é Bacharel em Administração de Empresas pela PUC com Pós-graduação em Administração Hospitalar - Faculdade São Camilo - SP. É coautor de inúmeras antologias literárias e autor de 15 livros, entre crônicas, contos e poesias. Recebeu prêmios literários entre medalhas e menções honrosas.

 

A Busca do desconhecido

 

Inusitados, ignotos, incógnitos,

assim são os mergulhos humanos

que sentem passagens inesperadas

pelo caminhar desconhecido,

incapaz de conhecer coisas elevadas.

 

À procura do vislumbrar verídico

faces se curvam às evoluções

das conhecedoras e doutas gerações

que se aproximam do saber irrefutável,

preciso, de concepção verdadíssima,

momento histórico, inconstentável.

 

A busca do desconhecido

torna os seres prisioneiros

do tempo que não quer parar

em sensações de mesmísse, rotineiras,

na curteza das faculdades intelectuais,

a espera dos sentires providenciais.

 

 

O sentimento do amor

 

O amor...

Com ternura, suporta-se nos corações amantes,

Amor da segurança e da tranquilidade em raízes

Testado em momentos difíceis e dolorosos.

 

Ah, o amor...

Esse juntar de corpos amáveis e serenos,

Onde pessoas nutrem-se de felicidade

Na mais pura e permanente vontade.

 

É o amor...

Esses unires de corpos amáves e serenos,

Esse entender de irmãos de sangue e queridos,

Amor de fontes inusitadas, desobrigadas.

 

Vai ser o amor...

O encontro inexplicável,sem qualquer propósito,

Que no fruto ressonante das vida

Vai extasiar, criar e fazer história.

 

 

Mundos, mentes e seres

 

Mundo!

Quantos querem conhecê-lo!

Nos meandros e caminhos retos,

Nas curvas das estradas curiosas.

 

Mentes!

Quantas são as puras e sinceras?

Nos patamares da essência angelical,

Nas redondas faces bondosas.

 

Seres!

Quantos querem se lançar no espaço!

Nos ventos como pássaros altivos,

Nas montanhas verdes frondosas.

 

 

 

 

 

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