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Florisvaldo Rodrigues da Silva
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Por que Chora a tarde?

A tarde est chorando por voc
Com lgrimas brilhantes salpicam
Os rios com as gotculas das chuvas
Do entardecer...
Os raios de sol se pem no horizonte
E bordam as nuvens de ouro...
Anunciando o entardecer...
E as gotas da chuva como pequenos diamantes
Caindo do cu
Tambm iluminam o entardecer...
No sussurro do vento ouo o lamento da tarde
Pedindo Lua para acordar
E no deixar o Sol morrer...
E ela acorda preguiosa, e com sua luz opaca
Ilumina a Terra onde a vida no pra...
E a tarde entristecida se despede do Sol
Chorando por voc...
A Lua chorona tambm chora,
Derramando orvalho sobre a relva...
E ilumina o Mar que reclama da escurido
E as mars revoltas rolam para a praia
Buscando o Sol...
E juntos se abraam com a me natureza
Que lhes promete um novo brilhante alvorecer...
Questionando entre si reclamam
Por que tanto chora a tarde?
Ela no sabe que um novo dia h de vir?
E ao longe se ouve o ladrar de um co
Nas rvores o gorjeio dos pssaros
Mas a tarde no lhes d ouvidos
E com suas lgrimas douradas
Pelos raios do Sol
Continua chorando por voc...

CANSAO

Estou cansado como um pardal na chuva.
Estou cansado como um velho, da bengala escorregadia...
Estou cansado de querer saber de onde venho e para onde vou...
Estou cansado da inverso de valores.
Estou cansado da mentira e da nulidade.
Estou cansado de ter esperana que
uma das maiores loucuras do homem.
Estou cansado de buscar pelo amigo que no tenho
que possa me indicar o caminho.
Estou cansado de pensar nas pessoas que amo e que se foram...
Estou cansado de saber que a vida uma grande mentirosa
e que nada se conclui.
Estou cansado de decepes...
Estou cansado de me perguntar
quando chegar o meu dia e minha hora...
Enfim, estou cansado
Cansado como um pardal na chuva.

LOUCURAS DE AMOR

Quando unimos nossos coraes num longo beijo de amor,
Contamos uma histria to antiga quanto o rascunho da Bblia.
Quando dois coraes se amam o tempo no existe...
O tempo e distncia nada significam diante da dimenso de um grande amor.
Que importncia tem o futuro, se posso queimar minha parcela de felicidade, aqui e agora?
Que importncia pode ter o amanh, se hoje estamos juntos?
O amor uma flor que no depende das estaes para desabrochar.
Nada pode substituir o amor, que a grande loucura do homem
Podem me chamar de louco, se quiserem. Sou louco sim... Louco pela vida, louco por mim, louco por vuc, louco por quem me criou, sou louco pela natureza e suas mutaes. Sou louco pela arte, louco pela famlia, pelas mulheres.
Loucura nunca foi privilgio de ningum. Freud foi chamado de louco. Leonardo Da Vinci, Albert Eisntein, Jesus Cristo, Galileu Galilei, Manoel Maria Barbosa du Bocage, Affonso Manta... Todos os gnios da humanidade foram tachados de loucos. Se estou enquadrado neste meio, estou muito bem.
Se amar algum loucura, ento viva a loucura, vivam os loucos, viva eu, viva voc.
Viva a vida, viva o amor e viva 'las putanas'. Sem elas o mundo no teria graa nenhuma!

biografia:

FLORISVALDO RODRIGUES DA SILVA
nasceu no dia 30 de julho de 1940 no Engenho Santa Maria, Poes - Bahia - Brasil.
Casado, trs filhos, foi representante comercial da Indstria Qumica Ypiranga [So Paulo] no interior da Bahia, Inspetor dos Direitos Autorais no Estado da Bahia, Supervisor da Coca-Cola e Reprter da Revista Atualidades [Rio de janeiro] por seis anos. Fundou a revista 'O Tempo' em Vitria da Conquista e foi vice-diretor do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima - F eu o ttulo honorfico de Marqus de Serra Preta e utiliza o pseudnimo de Poetas dos Sonhos. Morou por muitos anos na cidade de Poes. Adolescente foi tentar a vida em So Paulo, retornou terra natal e atualmente reside em Vitria da Conquista. Foi vice-diretor do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, da Fundao Cultural do Estado da Bahia. funcionrio pblico do Estado da Bahia, agente administrativo lotado na 20 DIRES - Diretoria Regional de Sade, rgo da Secretaria de Estado da Sade sediado em Vitria da Conquista. Como escritor, participou de dez Festivais de Inverno da Bahia, como poeta e contista. Tem obras publicadas em vrias coletneas e foi premiado com uma pgina no Atlas 2000 do Governo do Estado da Bahia. Ultimamente tem participado de todas as edies da ANTOLOGIA ESCRITORES BRASILEIROS e seu trabalho alvo de crticas muito favorveis na rea da Poesia e do Conto.
Publicou em 1999 o livro 'O Menino do Engenho Santa Maria'. membro efetivo de vrias academias de letras e fundador da APOLO - Academia Pooense de Letras e Artes. poeta, contista, cronista, historiador e escreve para vrios jornais da Bahia. Recebeu o ttulo honorrio de Marqus de Serra Preta e utiliza-se do pseudnimo 'Poeta dos Sonhos'.

 

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