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Yara Regina Franco
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
yararf@terra.com.br
Biografia

Yara Regina Franco ( nascida na cidade de Araraquara - estado de São Paulo - Brasil)  e  Alberto Slomp (nascido na cidade de São Paulo - Capital - Brasil).

Saudações.

Eu e meu companheiro agradecemos pela amável acolhida. Encaminhamos, abaixo, as nossas fotografias, biografias reduzidas e nossos três poemas. Solicitamos, se possível, nos informar se tudo está de acordo com o pedido.

Atenciosamente,

Yara Regina Franco - e-mail: yararf@terra.com.br

Alberto Slomp - e-mail: a.slomp@terra.com.br    

 

Biografia reduzida.

Yara Regina Franco nasceu em Araraquara, estado de São Paulo - Brasil. É escritora, poetisa, ilustradora, Advogada especialista em Direito Tributário e Processo Tributário, Agente Fiscal de Rendas aposentada, Ex-Juíza do Tribunal de Impostos e Taxas do Estado de São Paulo. É bacharel em Direito, Administração de Empresas, Economia e Música. É Dama Comendadora Grão-colar da Imperial Ordem do Sol de Oriente, Embaixadora da Divine Académie Française des Arts Lettres et Culture, e membro fundadora da AFUCLA, Acadêmica correspondente das Academias de Letras: FEBACLA,Teófilo Otoni, ALG, ALAB, imortal da ACLAV, ARTPOP patronesse cadeira nº 130, Núcleo de Letras y Artes de Buenos Aires, ALB- SUIÇA, imortal-cadeira nº 108, AACLIG, Patronesse imortal-cadeira nº 93; é membro da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro–ANLPPB, patronesse da cadeira nº 69 e membro da AVSPE. Tem prêmios literários nacionais e internacionais. É autora e ilustradora dos livros: “O Rei e suas Princesas”, “Corujando nas Estrelas” e “Corujando no Natal”. Contato com a autora: yararf@terra.com.br

Segue abaixo, três poemas da autoria de Yara Regina Franco.

1)

 

                                                          Poema: Enigma.

                                                          Autora: Yara Regina Franco.

 

 

Um ônibus na Itália,

                                                                  No trânsito, parafernália,

                                                                  Num traço trouxe uma boca vermelha,

                                                                  Uma marrom sobrancelha.

                                                                  Os olhos fitando outro ponto,

                                                                  Só dentro do espelho, meio tonto,

                                                                  Vi um pouco do rosto que atônito buscava,

                                                                   Só parte refletida, a curiosidade aguçava.

                                                                   Pelas costas a altura, o cabelo,

                                                                   Era certo o seu modelo.

                                                                   Aproximei-me,

                                                                   O rosto busquei,

                                                                   Àquele da adolescência que amei.

                                                                   Pra Itália você fugiu

                                                                   Amou-me e sumiu.

                                                                   O ônibus brecou,

                                                                   Ela desceu.

                                                                   A porta fechou,

                                                                   Em mim bateu.

                                                                   Ela não se virou

                                                                   O rosto não mostrou.

                                                                   Alguém apareceu

                                                                   Atrapalhou e a beijou.

                                                                   Ouvi um psiu.

                                                                   Estranhei, ela alto falou:

                                                                   - Ouviu? “bye-bye”, Brasil.

 

2)

TÍTULO: O FEL E O MEL. 

AUTORA: YARA REGINA FRANCO.

 

Sua boca de fel

Mordeu meu coração

Que derramou mel.

Não se contaminou do veneno,

Deixou o rancor

Todo em seu dente,

Grande ou pequeno,

Sem amor.

No exagero da dor,

O meu semblante mudou.

Sem opção,

Os olhos lacrimejaram,

Automaticamente choraram.

 

3)

Nem saudade.

Autora: Yara Regina Franco.

 

O seu tempo acabou

No limite da minha paciência

Que você testou

E esgotou.

Pode ir,

Só ficar.

Preciso rir,

A liberdade comemorar.

Você, símbolo da infelicidade,

No voto desleal de lealdade.

Escolho a felicidade,

Folgo por saber

Da sua desonestidade.

Nada restou,

Nem saudade ficou.

.....................................................................................................................................

 

Biografia reduzida.

 

Alberto Slomp nasceu na cidade de São Paulo, estado de São Paulo, Brasil. É escritor e poeta. É Cavaleiro Grão-colar da Imperial Ordem do Sol de Oriente, Comendador da Academia de Letras de Goiás Velho-ALG, Embaixador da Divine Acadèmie Française des Artes Lettres et Culture, Correspondente das Academias: ALAF, ALAB, imortal da ACLAV, ARTPOP, patrono da cadeira nº 130, ALB/SUIÇA, imortal - cadeira nº 107, ANLPPB, patrono da cadeira nº 70, AACLIG, patrono imortal - cadeira nº  94, FEBACLA, Teófilo Otoni, Núcleo de Letras y Artes de Buenos Aires, AVSPE e Membro Fundador da AFUCLA. É associado da UBE e Literarte. Participou de diversos livros de antologias e tem muitos prêmios. (Contato: a.slomp@terra.com.br)

Segue abaixo os três poemas da autoria de Alberto Slomp.

1)

 

AUTOR: ALBERTO SLOMP.

GLORIOSAS FESTAS POPULARES.

Hoje trago a lembrança

Das festas italianas,

Tradicionais paulistanas.

Com São Vito é iniciada,

Em maio celebrada

E no Brás realizada.

A rua totalmente coberta

Tem barraca, “show”, comida típica diversa.

O povo, animado,

Aparece em caravana

Que vem de todo lado.

Nossa Senhora Achíropita

Tem a maior festa em agosto,

No bairro da Bela Vista.

Em setembro o bairro da Moóca

Faz a sua comemoração

Pra San Gennaro, padroeiro,

Tem missa, festa e procissão.

Assim os três santos

Alegram a população

Com fé, amor, esperança e muita oração. 

2)

 

CIRCO PAULISTANO

AUTOR: ALBERTO SLOMP.

O Circo, espetáculo ambulante,

Com roteiro itinerante,

Lembra alegria,

Com muito brilho e fantasia.

Apresenta o palhaço,

O trapezista, o mágico.

O domador, o bicho adestrado,

Globo da morte, o teatro.

Mulher bonita

No picadeiro cintila,

Em noite festiva

De sonho e ilusão.

O vendedor de pipoca,

Do lado de fora,

Do amendoim e doce algodão,

Feitinhos na hora,

Agradam a todos

Quando vão embora,

Com a foto na mão.

Levam a recordação,

A imagem do circo

Guardada no coração.

3)

FABULOSOS TEATROS DE SÃO PAULO. 

AUTOR: ALBERTO SLOMP.

 

O teatro de outrora,

De belos shows foi embora.

Em outra dimensão

Deve estar agora.

As mais belas mulheres,

Sensuais, eróticas, deslumbrantes,

Dançavam, cantavam, eram atuantes.

Todas podiam ser vistas

No famoso teatro de Revista.

O teatro de Alumínio foi montado,

Na Praça das Bandeiras, edificado.

O teatro São José

Na Praça João Mendes teve início.

Em 1898, por incêndio foi destruído,

Ao lado do viaduto do Chá outro edifício foi erguido,

Assim, ressurgiu reconstruído.

Em 1873, o teatro Provisório Paulista, reformado,

Em Minerva se transformou

E em 1984, Apolo se chamou.

Demolido, como teatro Santana terminou.

Na Rua Boa Vista,

Um teatro surgia,

De 1914 datado,

O teatro “Boa Vista” era assim denominado.

O teatro de Bolso, na Avenida São João,

Era conhecido na central região

Por teatro das Nações,

Que encantou multidões.

O teatro Municipal é o mais suntuoso,

Estilos combinados, luxuoso.

Em 1903, o prédio foi iniciado,

Em 1911, inaugurado.

Dos teatros citados

É o único que existe

Com público, óperas, concertos requintados,

No tempo persiste.

 

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