s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Mara Petronilho
Nacionalidad:
Portugal
E-mail:
Biografia
APOCALIPSE

E no fim
que ao poeta seja permitido
olhar
o sol despedaado a chorar
seu fogo disperso,
A terra morrer de saudades
de amor,
a lua a fugir gritando
de solido,
as estrelas espantadas
com tanta dor
da imensa exploso vermelha.
Que ao poeta seja permitido
sorver at ao fim
toda a dor
toda a dor
que ao poeta seja permitido
assistir ao fim
para cantar
no chorar, mas cantar
toda a confuso
do universo em convulso.
Que ao poeta seja permitido
ser o ltimo
a morrer
num sorriso
de desiluso

***

APOCALIPSIS

Y en el final
que al poeta le sea permitido
contemplar
el sol despedazado llorando
su fuego disperso,
la tierra muriendo por nostalgias
de amor,
la luna huyendo gritando
de soledad,
las estrellas espantadas
con tanto dolor
por la inmensa roja explosin.
Que al poeta le sea permitido
absorber hasta el final
todo el dolor
todo el dolor.
Que al poeta le sea permitido
Mirar el fin
para cantar
no llorar, y s cantar
toda la confusin
del universo en convulsin.
Que al poeta le sea permitido
ser el ltimo
que muera
con una sonrisa
de desilusin.

DIGO

Aqum do meu ser total,
Que no sei diz-lo todo,
Apenas
Sei e sinto
Que no sei dizer tudo,
Nem quanto.
que h algo imerso
Dentro de quem sou
Que conheo e desconheo
Porque me transcende o entendimento.

S sei dizer o imenso
Mais do que eu
Que me avassala,
Que no de todo se solta,
Que no vejo mas me inquieta,
Que muito maior do que eu.

Como se eu fosse rede
E uma ave enorme
Dentro de mim se debatesse
E me rasgasse
Sem contudo conseguir soltar-se,

Para que um dia algum me
Encontre!

***

DIGO

A quien le doy mi ser total,
Que no s decirlo todo,
Apenas
S y siento
Que no s decirlo todo,
Ni cunto.
Es que hay algo inmerso
Dentro de quien soy
Que conozco y desconozco
Porque trasciende mi razn.

Slo se decir lo inmenso,
ms que lo mo,
que me avasalla,
que no del todo se libera,
que no veo mas me inquieta,
que es mucho ms grande que yo.

Como si fuese yo una red
y un ave enorme
Dentro de m se debatiese
Y me rasgase
sin poder del todo soltarse,

para que un da alguien me
encuentre!

[Versin libre en espaol: Alberto Peyrano]

***

Enfim Poeta e Mulher

Espero merecer morrer
num dia de intenso sol
sem ningum se aperceber
que a minha alma se vai
presa num dos tantos raios
que ligam a terra e o cu
e que alfim me guiaro
para um espao alm dor
para um lugar s de amor
onde poderei ousar
ser poeta e mulher
sem ningum me estranhar

num lugar onde no cabem
arrogncia e poder

ao resto de mim que ficar
no importa o acontecer
no ser meu sequer
ser resto a fecundar
o cho donde h-de nascer
nova vida a luzir

o eu que sou h-de estar
num cosmos a acordar
sem ningum me censurar
o ser poeta e mulher!

Al Fin Poeta y Mujer

Espero merecer morir
un da de intenso sol
sin que nadie se d cuenta
que mi alma ya se va
abrazada de algn rayo
que liga la tierra al cielo
y que al final me guiar
muy distante del dolor
hacia el reino del amor
donde al fin me atrever
a ser poeta y mujer
sin que ninguno me extrae

un lugar donde no caben
ni arrogancia ni poder

y a lo que de m va a quedar
no importa lo que suceda
pues eso no ser yo
ser un resto que fecunda
el suelo para dar ms
nueva vida y nueva luz

lo que yo soy ha de estar
en el cosmos despertando
sin que nadie me censure
si soy poeta y mujer!

in
'Filhos do Universo' - Edio bilingue
Autora: Maria Petronilho; trad.para espanhol Alberto Peyrano
Agosto,2005


biografia:

Nasci no corao de Lisboa em Junho de 1952.

No me lembro de como aprendi a ler e a escrever, como no me lembro de como aprendi as coisas primeiras e primrias sem as quais a vida no seria possvel.

Tento transmitir a grandeza das pequenas coisas versus a pequenez das aparentes grandes coisas, que no grandes causas.

Destas premissas e da observao do que me rodeia, nasce a minha escrita. Diria. Essencial como o ar que respiro.

Dedico-me exclusivamente Literatura, principalmente na Internet,
participando em numerosos sites de literatura e HP de amigos.
Sou membro efetivo da Academia Virtual Brasileira de Letras.
A minha obra literria est registada no www.igac.pt

Obras Fsicas Publicadas

Participao em vrias antologias POESIS, Editora Minerva, Lisboa
Colectnea DA INCERTEZA [poesia a catorze], Editora Minerva, Lisboa
Altologia TEMPO DE POESIA, Editora Novas Letras, S. Paulo, Brasil
Antologia PALAVRAS DE SAFO, Editora Novas Letras, S. Paulo, Brasil
Antologia A RVORE DA VIDA [por 5 classificao em concurso, dentre 1351
trabalhos de 11 pases], Editora Arnaldo Giraldo,S. Paulo, Brasil
Anlologia PALAVRAS AZUIS [II], [ Sindicato de Escritores de Blumenau] Brasil,
Antologia POESIA S POESIA, Editora Novas Letras, S. Paulo, Brasil
Antologia Tertlia na Era de Aqurius [Grupo Luna e Amigos] Editora Espao do Autor, Santos, SP Brasil
1 Antologia Potica [Edio Histrica]da Academia Virtual Brasileira de Letras Editora AVBL, Baururu, Brasil
Antologia 'Agreste Utopia' [Por 3 classificao dentre 1700 trabalhos de 12 pases] - Editora Arnaldo Giraldo, S. Paulo, Brasil
Antologia 'Roda Mundo' 2005, 43 autores - organizador Douglas Lara, Ottoni Editora, Itu. Brasil
Antologia de Escritores e Poetas - 'uniVersos' - organizada por Vanderli de Medeiros, Grfica e Editora Ivan, Barra do Garas, Brasil

e.books

participao em vrias antologias e colectneas virtuais, de poesia e de
prosa.

O CLARO INTERIOR

DA ALMA QUE CANTA
http://www.portalcen.org/bv/petronilho/petronilho.html

MARIA PETRONILHO DE A a Z
www.notivaga.com

SONHO QUE NOS LEVA

O SOL QUE VENHA

MSERAS_MOS
Autoras: Maria Petronilho e Maria Thereza Neves

AO TEMPO E AO VENTO 20 contos de Maria Petronilho

http://www.mariapetronilho.ebooknet.com.br

FILHOS DO UNIVERSO - Edio Bilingue
Traduo para espanhol por Alberto Peyrano, Buenos Aires, Argentina
Editado por HM Ebooks

Blogs

ASA DE MAR [poesia]
http://blogmaria.blogspot.com/
VOU-TE CONTAR [prosa]
http://vou-tecontar.blogspot.com

Sites Pessoais

http://www.mariapetronilho.com

http://www.mariapetronilho.avbl.com.br

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s
s