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Eduardo Bechi
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
eduardobechi@gmail.com
Biografia
EDUARDO BECHI
Escritor Imortal

 

v Empresário, Poeta Imortal; Nascido a 10 de março de 1984; Natural de Videira - SC e residente em Fraiburgo - SC;

v Membro fundador e ocupante da cadeira 03 da Academia Fraiburguense de Letras e Artes – Comendador Douglas Mateus (AFLA);

v Vice-Presidente da Academia de Letras do Brasil – Seccional Fraiburgo (ALB);

v Membro correspondente, ocupante da cadeira 114 da Academia de Artes de Cabo Frio - RJ (ARTPOP);

v Acadêmico imortal da Academia de Letras do Brasil – Seccional Suíça – Berna (ALB)

v Recebeu a Comenda “Comendador Douglas Mateus – Prole Cariíssima”;

v Autor de seis livros poéticos, sendo eles:

  • "A toda velocidade na contramão" – 2004/2009;
  • "as folhas que não caíram no inverno" este com uma participação especial do compositor e cantor Marco Dotto Vasconcellos da banda Anjos do Hanngar – 2007;
  • "Imortal" – 2009;
  • "Reticências e Et Cetera – 2009",
  • "Sonetos de Eduardo Bechi – 2010"
  • "BIVERSOS - A união de dois universos poéticos!", este em coautoria com o Comendador Douglas Mateus e publicado pela Editora Nelpa em 2013;

v Teve duas poesias publicadas no Jornal videirense “A Tribuna” em 11 de setembro e 16 de outubro de 2012;

v Participante com duas poesias na Antologia “Mil Poemas para Gonçalves Dias” pela Editora EDUFMA – São Luís – MA - 2013.

v Participante com onze poesias na "Antologia de Outono - 2013" da Editora Big Time, SP;

v Participante da antologia "O Tempo não Apaga" pela Editora Sucesso, SP, 2013;

v Participante da antologia "Poesias sem Fronteiras" pela Editora Sucesso, SP, 2013;

v Participante da "Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 104" pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores, RJ, 2013;

v Teve uma poesia publicada no jornal fraiburguense “Jornal da Cidade”, edição I de julho de 2013;

v Publica poesias no Jornal “Agora” de Videira, SC.

v Teve uma poesia publicada na Revista EVVA, Edição II de agosto de 2013;

 

Das Bocas

Das bocas em que ouvi “eu te amo”:

Tantos enganos, tantos absurdos...

E das que me elogiaram tanto:

Ouvi os rancores piores do mundo.

 

Das bocas que me escancaravam sorrisos:

Lindos, precisos e preciosos...

Fecharam-se todas em prejuízos,

Todos falsos, amarelos, mentirosos.

 

Envolvi-me em tantas hipocrisias

Que até mesmo minhas poesias

Sentiram o peso de tais enganos.

 

Não é que eu tenha me tornado frio,

Mais prefiro ouvir o silêncio do vazio

Do que uma mentira frase “eu te amo”!

 

Diante do Abismo

 

Diante do abismo parei e refleti:

Sobre o que da minha vida eu fiz.

Passou-me como um filme o que já vivi:

Fatos que me fizeram triste e feliz.

 

E ali, com o abismo todo na minha frente,

Aberto, profundo, temeroso e sombrio.

Tive medo que num lapso momento, de repente,

Ele se zangasse de meus lamentos vazios.

 

Quanto mais o olhava, mais amedrontado ficava,

Pois parecia que eu era maior que o próprio abismo

Que a minha frente se estendia quase sem fim.

 

Quando parei para olhar o fundo do abismo,

Notei que com mais interesse o abismo olhava

Para dentro de mim.

 

 

Pretérito Perfeito

 

Você que sempre esteve presente no meu passado

E hoje em dia tão ausente no meu presente.

Gostaria de saber por onde tens andado

Que o tempo nos separou tão repentinamente.

 

Foste meu pretérito perfeito!

Ou mais-que-perfeito se assim desejar.

Mas infelizmente o futuro seria imperfeito

E o tempo não é — nem nunca foi — de esperar.

 

Tenho sentido tanta saudade — eterno sentimento.

Os dias não têm passado de dias que passo sem você.

Marcadores de tempo vão além de meu conhecimento

E o sentimento de perda persiste em não se perder!

 

Você não faz ideia do que eu tenho passado

Para esquecer o passado e seguir em frente.

O futuro é muito escuro sem você ao lado

Mas é só vivendo mesmo que se aprende.

 

 

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