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Bruna Mendes Roza Rodrigues
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
bubuh_dulce@hotmail.com
Biografia

Bruna Mendes, 20 anos, Rio de Janeiro, Brasil.

Não me sou muito autorizada a escrever sobre mim. Na verdade, só escrevo o que eu não sei sobre mim.

 

 

Mais que paixão.

 

Sinto-me como num dia chuvoso

Arremessado sobre nuvens pretas

E lá de dentro vejo teus olhos

 Que saem para me salvar

 

 O pôr do sol reverenciou o nosso amor

 E o que restava dele beijava o mar.

 

Nas minhas mãos atadas sobre meu sorriso

 As lágrimas podiam evidenciar

 O amor era tanto entre nós duas

Me fez retornar ao luar.

 

Sentadas na areia molhada,

Diante de toda aquela paixão

 Eu adoro jurar- te amor eterno

Segurar a tua mão

 

 Nos mais medos que gorjeiam nossa mente

 O medo da separação

Nós duas sabemos que isso não se dará nunca

 Pois nós nos amamos para sempre

 Isso é mais do que paixão.

 

 

Verdades mentiras.

 Minhas mãos corroboram o sentido da verdade

Inútil – engraçada – desesperada

Diante do sorriso morto

Fincado, cravejado, arrepiado.

 

Numa pontinha de mentiras

Desmancho-me em véu

Como uma princesa viva

Descendo, subindo, caindo.

 

O vento a levou – levou-me, talvez.

No escurecido quarto hostil

Criado e escondido

Protegido, pretendido, crescido.

 

Prestem bem atenção,

Eu sou o tempo que passa a toa

Sou a verdade que mentira fora

Sou o pedaço amassado de pão.

 

Pois em linhas tortas me escrevo

Sem vírgulas e/ou respiração

Levando a verdade morta

Aos que retiraram minha mão.

 

A caveira enalteceu

Sem pudor, sem amor

A princesa, enfim, cresceu

A mentira criou,

Falhou.

 

Parar-me-ei por aqui

Diante de minhas linhas

Nada sou de verdade

Nada és de mentira

 

 

Minha Donzela

 

Estava eu ali, de frente ao mar

Olhando a donzela, tentando se afogar

Dissestes-acrescentando-venha até mim

Em minhas mãos deixastes uma rosa

Tão vermelha como teus olhos

Por fim.

 

Exaltando gentileza, parecia mais

Um castelo em seus olhos

Cintilando sobre as bordas

Diante de um céu, azul turquesa

A vida lhe apanhou e como águia

Voou daqui.

 

Descrente - O castelo - sozinho adormeceu

Olhando a donzela emergir

ÓH montes que se guardam!

Atrás das noites espessas

Na louca fantasia

De um sonho imaginável.

 

Voa andorinha

Sob o céu estrelado

Ache a donzela

Gorjeia a um lugar apropriado

 

Chorando - a bela donzela -

ao castelo retornou

Com os olhos brilhantes

De quem um dia se matou.

 

 

 

 

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