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Eduardo Luiz Silveira
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
opoetaedu@hotmail.com
Biografia

O Poeta Eduardo Silveira, nasceu em 30 de Novembro de 1980 (Coincidência ou não em 1887 nessa data Os Sabinos eram derrotados na Bahia). Sempre teve o dom das letras e para as artes, mas somente no ano 2000, nos quinhentos anos da “Descoberta do Brasil”, escreve suas primeiras poesias, dai para frente começou a ser colaborador no Jornal da Gente, editado em Itapevi, Estado de São Paulo, naqueles idos de 2000, pelo Jornalista e Professor Elioenai Piovezan, escrevendo no jornal poesias e crônicas.

            No ano de 2010 como ator de Teatro da Casa das Artes da cidade representou Nosso Senhor Jesus Cristo, na encenação da Paixão de Cristo causando impacto até hoje na cidade por ser negro e sua celebre interpretação.

            Sua poesia “O Amanhã” classificou-se em 2º lugar no Mapa Cultural Paulista, na fase municipal, realizado no ano de 2007, e também como melhor ator.

Em 2010 com poesia “O Mendigo” recebeu o 2º Lugar no Festival Nacional de Arte e Poesia, realizado na Cidade de Osasco –SP , hoje acadêmico de Pedagogia na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

            Tem grande orgulho de ser neto Jose Pereira Lima, militante pelas liberdades nos idos da década de 1940, como Dirigente do Histórico Sindicato dos Graficos de São Paulo e um dos Fundadores da 1ª Igreja Batista de Itapevi (São Paulo – Brasil) e não menos honra de ser filho de Miriam Pereira Lima, funcionária Pública na Escola Estadual Paulo de Abreu.

            Além de estar nas antologias da Câmara Brasileira de Jovens Escritores (Rio de Janeiro-RJ) é ativista em Marcas Poéticas e em Poetas del Mundo junto ao Consul de Itapevi-SP – Poeta Aparecido Donizetti Hernandez, mesmo ainda não estado inscrito.

 

Olhos para ti

Eduardo Luiz Silveira
Itapevi / SP

 

Olhos deslumbrados, cheios de luz e poesia
Diante da tua beleza, encanto e simpatia
Olhos que sonham um sonho real
Porque te amar é estar no paraíso celestial,
Porque és única, sem par, especial!
Olhos que não se curvam para outra direção
Quando perante mim acende-me o fogo da paixão
E desperta em mim desejo e emoção
Olhos sorridentes, olhos fascinados,
Perdidamente apaixonados!
Olhos de um homem que te ama de verdade
E que tem para si a vontade
De estar contigo por toda a eternidade!
São os olhos que te olham nesse momento de amor
Onde queima em meu corpo o teu calor.
Olhos que te revelam o sentimento mais profundo,
O amor que sinto a cada segundo
Meus olhos que só querem sorrir, se alegrar
Em momentos de paz, felicidade e bem estar
Dividindo, compartilhando contigo um só lugar
Ainda que longe, distante daqui
Minh’alma, meu coração sorri
E digo em verdade, só tenho olhos para ti!

 

 

 

Ímpeto de lutar

Eduardo Luiz Silveira
Itapevi / SP

 

Êxito e vitórias são lutas memoráveis
Travadas com bravura, persistência e sem temor.
Vitória ou derrota jamais são o fim de uma luta
Porque ser forte é lutar até o último instante da vida.

O oponente imbatível e o caminho intransitável
São o mérito da luta e são as sinas de todo guerreiro.
Humanos notáveis não vencem dificuldades, lutam diariamente
E quando diante do marasmo, vão de encontro à luta.

Luto por sabedoria, pela minha saúde, meu bem-estar,
Para viver o que ainda não vivi, conquistar o que não conquistei.
Penso em algo diferente, melhor do que sou
E só então luto para que eu seja assim.

Meu maior oponente é invisível e por essa razão
Sei que minha maior luta está em mim - começa dentro de mim.
Medo, fraqueza, descontentamento, submissão, autocomiseração - contra isso hei de lutar!
E por ser digno, ter bom coração – hei de vencer!

 

 

Vozes

 Eduardo Luiz Silveira
Itapevi / SP

 

Vozes que padecem em estado de pobreza,
Sem condições de terem vida digna e decente,
Vozes que clamam por prosperidade, riqueza,
Vozes de gente ignorada, sofrida e carente;
Vozes que têm a vida constantemente ameaçada
Por guerras, violência, matança e terror,
Vozes contidas, indefesas, sufocadas
Que clamam por paz, fraternidade, amor;
Vozes oprimidas, torturadas, perseguidas, censuradas
Por governos que dominam com brutalidade,
Vozes que se encontram prisioneiras, exiladas,
Reféns do despotismo, apartadas da liberdade;
Vozes indignadas de todas as nações
Que anseiam um mundo sem dor e aflição,
Vozes que bradam às milhares, em multidões,
Cientes de que o mundo precisa de solução!
Em meio a essas vozes minha voz se faz ouvida
Pois que um mundo melhor hei de proclamar,
Mundo cuja esperança jamais será perdida,
E nada nesse mundo há que possa me calar!

 

 

Vozes que padecem em estado de pobreza,
Sem condições de terem vida digna e decente,
Vozes que clamam por prosperidade, riqueza,
Vozes de gente ignorada, sofrida e carente;
Vozes que têm a vida constantemente ameaçada
Por guerras, violência, matança e terror,
Vozes contidas, indefesas, sufocadas
Que clamam por paz, fraternidade, amor;
Vozes oprimidas, torturadas, perseguidas, censuradas
Por governos que dominam com brutalidade,
Vozes que se encontram prisioneiras, exiladas,
Reféns do despotismo, apartadas da liberdade;
Vozes indignadas de todas as nações
Que anseiam um mundo sem dor e aflição,
Vozes que bradam às milhares, em multidões,
Cientes de que o mundo precisa de solução!
Em meio a essas vozes minha voz se faz ouvida
Pois que um mundo melhor hei de proclamar,
Mundo cuja esperança jamais será perdida,
E nada nesse mundo há que possa me calar!

 

 

Vozes que padecem em estado de pobreza,
Sem condições de terem vida digna e decente,
Vozes que clamam por prosperidade, riqueza,
Vozes de gente ignorada, sofrida e carente;
Vozes que têm a vida constantemente ameaçada
Por guerras, violência, matança e terror,
Vozes contidas, indefesas, sufocadas
Que clamam por paz, fraternidade, amor;
Vozes oprimidas, torturadas, perseguidas, censuradas
Por governos que dominam com brutalidade,
Vozes que se encontram prisioneiras, exiladas,
Reféns do despotismo, apartadas da liberdade;
Vozes indignadas de todas as nações
Que anseiam um mundo sem dor e aflição,
Vozes que bradam às milhares, em multidões,
Cientes de que o mundo precisa de solução!
Em meio a essas vozes minha voz se faz ouvida
Pois que um mundo melhor hei de proclamar,
Mundo cuja esperança jamais será perdida,
E nada nesse mundo há que possa me calar!

 

 

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