s
s
s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Andr Luiz Lac Lopes
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
alace@alternex.com.br
Biografia

Primeiro Poema:  MORRO DO BOREL

 

Armado de linha dez

cabresto e rabiola

o menino fez da lua cheia

sua  pipa  arraia

 

E tenteou seus sonhos

como jamais,

até então,

o fizera qualquer poeta

 

O primeiro raio de  sol, entretanto,

como bala perdida

(e cheia de cerol)

Entrou no seu barraco

cortou a sua linha e

seqüestrou os seus sonhos

 

André Luiz Lacé Lopes – alace@alternex.com.br

1. Primeiro Lugar (POESIA) - 6º Concurso Literário, FESP / RJ – 1996/1997

2. Primeiro Lugar - 1º Concurso Nacional de Poesia aBrace

ABRACE e PHOENIX – dez/2002 – mar/2003

Prêmios: Participação do IV Encontro Internacional aBrace, co-patrocínio da

Intendência Municipal de Montevidéu (16 países; abril/2003); diploma e

                                              coletânea (Montevidéu, abril/2004)                  

3.  “Poesia nas Canções, Show de Lilia Rocha Bastos, no Mistura Fina, Lagoa,

Rio de Janeiro, 20.nov.2005.

4. Quarta capa do livro “Marraio Ferido sô rei”, Editora Europa, RIO, 2007

5. Menção Honrosa - 6º Concurso Guemanisse de Contos e Poesias, 2008

6. Terceiro lutar, novamente Montevidéu, outubro 2011.

 

Morro* do Borel **

 

Armado de hilo

tiros y cola,

el niño hace de la luna llena

su cometa

 

Y manejó sus sueños

como jamás,

hasta entonces,

lo hiciera cualquier poeta

 

El primer rayo de sol, entretanto,

como bala sin rumbo

(y llena de vidrio picado***)

Entro en la pared de madera y lata

corto su hilo y

secuestro sus sueños.

 

 

*“Morro” significa Cerro.

**“Morro do Borel” es un barrio pobre situado en uno de los cerros de Rio de Janeiro y que está  dominado por los traficantes de drogas.

***En Brasil el juego con cometas consiste en derribar las otras, pasando “Cerol” (mezcla de cola de carpintero con vidrio molido con la que se unta el hilo de las cometas.

 

Segundo Poema:  FESTA   DE   UMBANDA   PARA   UM   HOMEM   SÓ

 

Claro, eu também cheguei a pensar que era um super-homem

Mesmo agora, entre um calmante e outro, penso sair voando

Ou galopando  ao encontro de minha formosa Dulcinéa

ou de encontro aos simbólicos moinhos de vento

 

 “Marraio feridô sô rei”!

 “Bola ou búlica”?

“Pipa no alto não tem letreiro”!

“Tá com medo tabaréu, tá com pipa de papel”!?

 

No fundo, entretanto,

sei que o jogo de bola de gude

não é mais “a brinca”

é “a vera”

E já não faço mais

(pelo menos como antes)

da lua cheia minha pipa arraia

 

Hoje sou apenas um homem extremamente cansado

sob o peso de uma crescente saudade.

Um homem com humildade suficiente para sofrer

e, sobretudo, para não esconder mais que está sofrendo.

 

Um homem com coragem

- embora ainda meio sem jeito -

de olhar nos olhos de Oxum

e deixar sua alma sangrar de amor.

 

Este atabaque bate pelo meu coração

que, há muito tempo, parou de bater (só apanha).

Não sei por onde morrerei

quando a última yayo parar de dançar.

 

 

FIESTA   DE   UMBANDA   PARA   UN   HOMBRE SOLO

 

Claro, yo también llegué a pensar que era un superhombre

Ahora mismo, entre un calmante y otro, pienso salir volando

O galopando  al encuentro de mi hermosa Dulcinea

o desencontrar los simbólicos molinos de viento

 

“Marraio feridô sô rei”!

 “Bola ou búlica”?

¡Cometa remontada no tiene dueño”!

¡Está con miedo el principiante, con cometa de papel”!? (1)

 

En el fondo, entretanto,

sé que el juego de bolita

no es ya más “una broma”

es “la verdad”

y ya no hago más

(por lo menos como antes)

de la luna llena mi cometa

 

Hoy soy apenas un hombre extremamente cansado

bajo el  peso de una creciente nostalgia.

Un hombre con la humildad suficiente para sufrir

y, sobretodo, para no esconder más que está sufriendo.

 

Un hombre con coraje

- aunque todavía medio sin ganas -

de mirar a los ojos de Oxum

y dejar su alma sangrar de amor.

 

Este atabaque bate por mi corazón

que, hace mucho tiempo, paró de latir (sólo pega).

No sé dónde moriré

Cuando la última yayo(2) pare de danzar.

 

André Luiz Lacé Lopes  -   Coletânea  em Espanhol aBrace - 2010

(1)           Expresiones “cariocas” vinculadas al juego de bolita. Es importante tener en cuenta el momento justo de gritar: "Marraio feridô sô rei!", que da primacía a ser el último en tirar y por consiguiente, aumentar las posibilidades de golpear la bolita contrincante. Cuando el jugador desconfiaba que pudiera errar el tiro cerca de la búlica -tres hoyitos en fila-, gritaban para no perder el turno: “Bola ou búlica”.

(2) Iaô, en Iorubá significa “esposa de orixá”; en el Brasil indica la condición de recién iniciada. En la fiesta que marca la iniciación, la Iaô acostumbra hacer cuatro apariciones en público: “Salida de Oxalá”, “Salida de las Nações”,  “Salida del Nombre” y “Salida de Ron”.

 

 

Terceiro Poema:   “FASTEN    YOUR   SEAT   BELT”

 

I

Existen algunos encuentros, vivencias, amores

tan impresionantes, tan promisorios,

tan marcantes

que parecen definitivos.

 

II

Cuando acaban

quedan en el recuerdo

como asunto no resuelto completamente

como que fuesen bloqueados,

paradójicamente,

por su propia intensidad

 

III

Viajar, pañuelo blanco...

De un lado una gran terraza difusa

Del otro, una pequeña ventana

herméticamente cerrada

- “¿De quién será

y para quién será

el adiós de aquella ventana allí enfrente?

 

IV

El despegue

con la distancia crece,

van surgiendo las primeras nubes de nostalgia

 

V

Ay, si el corazón estuviese en la cintura

yo diría que el cinturón de seguridad sería para no dejarlo huir.

 

 

 

André Luiz Lacé Lopes participou, como aluno, da histórica experiência acadêmica realizada pela Fundação Getúlio Vargas, em Nova Friburgo, Rio de Janeiro (Ginásio/Colégio de Nova Friburgo!). Jornalista e Administrador, com Mestrado em Administração Pública (1970) pela Universidade de Syracuse, New York, USA. Sete livros publicados até agora – Administração, Contos, Poemas e Cultura Popular – e mais de  quatrocentas crônicas, artigos e poemas  publicados em jornais e revistas, no Brasil e no exterior.  Entre vários cargos e funções exercidos foi assessor e professor do Instituto Brasileiro de Administração Municipal, Superintendente Administrativo do Clube de Regatas do Flamengo, Diretor da Oficina de Assuntos da Juventude, da Organização dos Estados Americanos (OEA, Washington, D.C.), diretor-presidente da Adplan Juvesporte, consultor da Fundação Roberto Marinho (Área Sócio-Esportiva) e Chefe de Gabinete da Secretaria Estadual de Esporte do Rio de Janeiro. Alguns prêmios na área da literatura, inclusive o 1º lugar em concurso de poemas promovido pela aBrace, no Brasil (Morro do Borel, 2004).

André Luiz Lacé Lopes

Av. Afrânio de Mello Franco 85 ap. 402

Leblon -  CEP 22430-060

RIO / Rio de Janeiro – Brasil

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s
s
s