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Odenir Ferro
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Poema: PABLO NERUDA, O IMORTAL!
Autor: Odenir Ferro

As escotilhas do navio fantasma,
Neste emaranhado obtuso tempo,
Abrem-se para mostrar-nos relquias
Guardadas nos seus pores imemorveis,
Sobrepostas dentro de uma Caixa de Pandora!

Em torno do todo de cada graduada cena,
No vejo manifestarem-se os gnomos
Nem os duendes e menos ainda,
As fadas madrinhas danantes
Aos sons de um coral de Anjos.

- Somente posso sentir, expandirem-se, solertes,
As enfticas mgicas que presenteiam a potica
Atravessando a Imortalidade de todas as verves.
- Como se fossem elas, pginas de lricos sonhos
Expandindo-se atravs de inumerveis brumas
De nuvens que trazem at a mim as imagens
De um branco cavalo alado, trazendo galope,
Um Imortal Poeta Guerreiro envolto em letras,
Em inmeras palavas e frases compostas de versos!

Figura-se magestoso dentro de uma potica grandiloquente,
Subjetiva, oblqua, direta, importante e magnficamente
Talentosa e artstica, nesta dialtica Universal do Amor!
Entoando os belssimos e sonoros cantos amantes
Chega-me ele: O Grandioso Imortal Pablo Neruda
Dizendo: - 'Sim, sim, sim! Eu confesso que Vivi!'
'E ainda vivo na plenitude da Eternidade,
Adjunto a uma imensa pliade
Constelando-se um infinito
Cu de Bardos Eternos.
Feitos pela Realeza
Dos Poetas em
Verves,
Prosas,
Versos!

Poema: A BAILARINA
Autor: Odenir Ferro


Ela pensa a dana das luzes e sombras!
Entre cores e sonhos, ela encanta-se...
Envolvendo-se com o palco, luzes, platia!
Recriando seus majestosos cenrios emocionais:

- Que vo lhe recriando nas Leis da Arte Viva!

Entre os seus passos firmes, sublimes, belos,
Contendo as fluncias dos fictcios e os reais
Correndo fluentes entre seus espaos altivos,
Ao flexionar-se na sua dana cadenciada...

H os ritmos lricos, neste subjetivo perfeito
Ballet! Sentenciando-se, belo, ao envolvente,
Onde ela equilibra-se nos encantos dos sonhos
Aonde perdura a magia da fora do seu talento.

Que se expande, enquanto ela, viva, equilibra-se
Direcionando sua vida fluente ao incio, ao meio,
E ao fim do Ato Lrico Artstico! Indo, avante,
Desde as pontas dos seus ps, at as incrveis,
Indescritveis sensaes que sobrevoam e voam

Desde o contedo imaginrio da sua cabea,
At o pulsar firme das foras do seu amor!
Explodindo a sua arte de bailar a esttica
Convincente, no que h, dentro deste mundo
Sensvel, de o seu intuir sentindo a vida

Aonde ela se emociona, entre as pontas dos ps!
Dando saltos, gingados, giros, abrindo, as suas
Mos... Os seus braos, as texturas do corpo,

Enfim! Fluindo-se nas suas impulsivas vivncias
Que foram feitas a custa de horas to exaustivas!
Ensaiadas nas projees das fantasias e dos sonhos
Fluindo-se livres, em alguma curva das inesperadas

Horas ensaiadas! Numa aura de conquista agraciada
Com as ovaes mltiplas! Das platias emocionadas
Que se aviva, que se projeta que se completam,
Nas envolventes belezas das ternuras da Bailarina
Que esplendorosa, em talento, em amor e formosura,
Brilhando-se no seu pice, no palco dos seus belos
Encantados sonhos! Na Arte que lhe reconsagra!

Poema: AONDE O AMOR PERSISTE! [E RESIDE!]
Autor: Odenir Ferro


Estabelece-se, sfrego, dentro do meu eu intudo,
s vezes, um profundo cansao de procurar em vo,
As antigas linhas findadas, entrelaando-se com as novas,
Linhas do horizonte indo e vindo e sendo diferentes,
So as mesmas, dentro dos diferentes de mim mesmo!

Talvez, at, o que sinto o que invade a minha alma,
Seja um cansao de procurar em vo,
Alguma profunda linha de horizonte...
Algum reencontro nos lugares comuns,
Que no existem mais e tantos cantos
No sonorizam os reencontros que no
So os mesmos. Dentro de tudo o que,
Na realidade, j no so, e que vo,
Apenas, repaginando-os dentro do que
Nas memrias vivem-se e revivem-se!

Mas, h uma linha de horizonte!
H um lugar comum, dentro dos
Lugares comuns... Que a ns,
Parecem-nos iguais aos outros
Embora, muito embora, no os so!
Aos olhos dos outros, so to especiais,
Ou at muito mais especiais, ou iguais,
A tudo o que h de especial nos lugares nossos!

Que somos iguais aos outros...

H um farol! H um Porto! H uma Luz!...
Brilhando uns restos dos muitos restos...
Aonde prefiguramo-nos nos restos espumejantes
Que se rebrilham nos esparramados braos dos mares!

Que encanta-nos at, aonde as ondas desenham-se,
Nos suaves crculos das mars baixas...
Que vem e vo rastreando-nos nos brilhos
Espalhando-nos nas areias dos nossos desertos...

Que em vo, buscam espelhar-nos no inteiro to s,
Dos nossos s ss! Dentro destes desassossegados eus,
Que somos. Somando e subtraindo-nos, nas somas de ns!
Enquanto vamos recriminando, dentro do interior que atua,
Dentro do individual de ns mesmos, enquanto vamos vivendo
espera de alguma esperana qualquer ressuscitando algum
Crepsculo vivendo, dentro de um novo crepsculo qualquer...

Que vai repassando-nos, num passado a limpo, os sonhos
Que se esvaem das nossas mos, nos desvos das vias de fato.
Dentro dessa vida que nos leva a nado, nas braadas iguais,
s quais vou me procurando ao dar-me ao mundo, vida, tal,
Como os dias que me foram comuns sem os nossos iguais.

To sempre, puramente iguais a ns, nos tantos,
Que em tantos tantos outros, foram iguais a ns!
Sempre! Eternamente sempre! Dentro dos nossos coraes!
Nossos amores valorosos, no passaram por ns, em vo...

E nos desvos das vias de fato,
Ainda nos somamos a Eles e Elas,
Dentro desta vida que nos leva em tudo,
Atravs das braadas que vamos procurando-nos,
Dentro de alguns resqucios dos nossos 'eus perdidos'!

Atravessando estes silncios to doloridos,
Que sobrevivem dentro de ns,
Colorindo-nos de esperanas
To fugidias que se escapam
Das mos, feito as guas...!

guas que sobrevivem dentro de ns,
Atravessando as nossas memrias, feito espadas
Que vo crucificando-nos muito mais, do que os
Espinhos que nos crucificaram, juntamente,
Com o Jesus Cristo dolorido na Cruz...!

O nico que sobrevive dentro de ns,
Para esclarecer-nos dentro deste Amor
Que trazemos dentro dos nossos Amores
Que ampara os nossos convulsivos prantos
Que vo esfregando os nossos olhos,
Dissimulando-nos das dores que vo...
Contagiando-nos e refletindo-nos,
Nos reflexos dos nossos eus
Dentro do nosso eu sonhador

biografia:

ODENIR FERRO

CADEIRA Nmero 18, Acadmico Correspondente da Real Academia de Letras / Ordem da Confraria dos Poetas/ Brasil, com sede na cidade de Porto Alegre, [RS]Brasil.
Blogger do Autor:
www.odenirferrocaminhopelasestrelas.blogspot.com

PATRONO: FERNANDO PESSOA
ACADMICO: Odenir Ferro
Ol, sou ODENIR FERRO, filho do meu Papai ANGELO e da mame ANTONIA. Vivo na cidade de Rio Claro, Estado de So Paulo, no Brasil. Sou Escritor, Poeta da ORDEM DA CONFRARIA DOS POETAS / BRASIL desde 1999. J participei de coletneas em Livros de Poesias editados pela Shan Editores. Sou comendador da Paz, Cnsul Honorfico pela Ordem, e, Embaixador Universal da Paz. Ttulo concedido a mim, pela France & Gneve Suisse, atravs indicao do meu amigo Dimmy Tupinamb. Publiquei O Melhor da Poesia Brasileira [ntimo & Cdigos!], pela OCP, em 2008. Depois, publiquei o Livro Infanto-juvenil & Aventura, Nino Chaninho O Gatinho, pela WWW.editoralivronovo.com em 2009, e que j foi traduzido pela escritora Robyn Pereira para o idioma Ingls neste ano de 2011. E ser comercializado pela www.editoralivrono.com nos U.S.A. e no Canad, HTTP://stores.lulu.com/editoralivronovo E em 2010, o e-book Caleidoscpio Interior, pela WWW.freitasbastos.com Recebi trofus, medalhas, diplomas, em vrios Eventos Culturais promovidos pela Shan Editores e Ordem da Confraria dos Poetas do Brasil.

odenir.ferro@yahoo.com.br

 

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