s
s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Paulo Silveira de Avila
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

Mais que amor

Paulo Silvera de Avila

A noite corria leve e a lua brilhava
com intensa luminosidade,
soprava uma mansa aragem a acordar meu rosto sereno.
À beira das águas, fitando em silêncio
a magnificência do luar,
sorria alegre envolto
nas vestes de brumas, na cálida noite.
No vagar do pensamento
passam mil versos de mélicos cantos,
tua voz de longe eu escuto:
Eu te amo!
São palavras que ressoam
no meu coração e explodem de emoção.
São ondas sonoras,
são rosas, flores juncadas,
que de tão belas,
não posso guardá-las só para mim.
Arfando no peito meu grito de amor
também ecoa para o mundo:
Eu te amo!
Serenatas dos deuses
tecem um sonhar enamorado,
mãos que se buscam, se identificam
e se compreendem,
acarinhando o mais feliz dos amores,
faz-me entregar na busca incessante
de um prazer indômito.
Na vida tudo fenece,
só não fenecem os momentos
de intensa ternura,
corpos que se identificam,
embalados na nostalgia
de um poeta ilhado de saudade,
flamejando a névoa com a mística
luz das estrelas - uma fantasia..
mais que amor!

Publicada no Pspcyber poesias sob o registro nº 491a43e8

http://www.pspcyber.com.br/poesias

Autor[a]: - Paulo Silveira de Ávila - Direitos Autorais - em 13/04/2010 ---Registrado
******************

A POESIA
[Paulo Silveira de Ávila]

Não cabem nestes versos ternos,
áridas palavras
Fica o abismo de palavras ásperas
no uso destes registros sonhados,
trespassadas de não
No fundo,
o poema escuta silente tristeza
oculta na mordaça da mudez sufocante
Do poema emana a brisa
que sente o som da tarde e ouve
o nosso que cantar.
Um verso que não se escreva,
nem se sinta, mergulha no limbo do fim
e na máscara do nada
O poeta lapida a palavra no granito
e entrega à sina impregnada de delírios
e metáforas que se fundem
carregadas de amor
O poeta não termina seu poema,
simplesmente interrompe,
porque outros poemas nascerão,
já que o amor se desnuda nos seus dedos
e o amor não tem definição,
é cravo, rosas, espinhos, espelho de vidas,
invólucro de sentimentos.

Publicada no Pspcyber poesias sob o registro nº 30410254

*****************
GRIFOS DE AMOR
- Paulo Silveira de Ávila -

Silenciaram céu, terra e mar,
soluça o vento nas águas.
Há vida na beira da praia
e o meu verso é inconsistente
à procura do canto do pássaro
perdido na imensidão do azul.
Onde andas que não me escutas
nesta hora tão sombria
que o nada cansado de falar por mim
grita agitado revolvendo sonho,
alma e pensamento até a exaustão.
Volta aos meus braços, sinta o coração
tecendo a canção que seduz
falando alto de tudo e todos
dizendo que vou te amar.
Desperta meu mundo ausente
nascido do teu sorriso,
vamos traçar juntos uma estrada
plantar uma rosa escarlate,
cantar a música dos amantes
que arde no encanto deste amor.

Publicada no Pspcyber poesias sob o registro nº 6b71205e

biografia:
Paulo Silveira de Ávila

Vivo: em Florianópolis - SC
Gosto de poetar nos jardins do espaço etéreo.
Estado civil: divorciado.
Profissão: advogado, poeta e sonhador.
Detesto todo e qualquer tipo de violência mesmo
com palavras rudes e chulas.
Como poeta meu espírito vagueia no limite
inconsciente da poesia à procura de uma quimera,
simples e tocável entre anjos e demônios para
espanto dos deuses no olímpo.

paulo.silveira.avila@terra.com.br

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s
s