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Ruth Maria Perrella
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
ETERNO

Havia um pedao teu cravado em mim
E ficamos cmplices de nossas carnes

No momento em que me perdia
Sentia teu cheiro almiscarado
Seguia teu rastro...
E tu, fechavas minhas comportas

Havia um no sei o que de encantamento
Nesse amor, que o vazio se fazia repleto

Desarrumados de preconceitos
Nos misturvamos lquidos
Disfarados de oceano
Como lmpidas turmalinas cintilantes

Havia um lacre de ao, blindando nossas almas
Que por no saberem, ficaram eternas

E assim e tanto, delirei a vida
Suprema, feliz e quase louca
Rompi aurora
Morri sol
Fui prata lua
To, e somente tua

Ruth Maria Perrella-



CORAO LIBERTO

Explode corao com toda fora
Invada os limites que te oprimem
Rompa as barreiras do desamor
Banhe com teu sangue o dio
Limpe do meu ser os dissabores
Retoma o que te pertence

Destrua a febre das iluses mrbidas
Alicerce valores destroados
Perdoe pelas vezes que te fiz calar
Embriague meus desejos de realidade
Liberte tua nsia de justia agora

Congele a inrcia que limita
Viva livre, quem sabe louco
Desate os grilhes das artrias, bata forte
Num grito herico e estrondoso de liberdade!

Ruth Maria Perrella-

ASSIM NASCEU NOSSO AMOR

Quando todos os planetas se alinharam no cu
E a lua prateou em sua magnitude,
Foi que meu amor cruzou com o teu.
E c na terra, todas as flores eclodiram suas cores.

Pode at parecer um sonho,
Assim como o som dos violinos que escutamos
A beira mar, brindando com champanhe;
E nossos beijos prenhes de amor, se misturaram.

No infinito de nossas almas,
Vus difanos confundiram luz e sombra
Apenas, para que pintssemos nossa tela,
Em fogo a crepitar, do amor nosso que nasceu.

Ruth Maria Perrella-

Biografia
Ruth Maria Perrella


Sou paulistana, me, av, mulher e abrigo de sonhos. Professora e Gemloga por formao, apaixonada por Crianas, Diamantes e Poesias... Nem sei bem o porqu, mas de repente me chamam Poeta!

O fato de ter sido nica filha, fez com que eu criasse um mundo muito particular, quase um refgio, que me permitiu voar em meus devaneios infantis e adolescentes. Agora os transponho mulher que sou.

Trago muito de meu pai, que com sua alma potica, incentivou e fez brotar sentimentos sublimes em mim. Hoje a me ver, sinto-me um pouco sua cpia. E assim foi, o que no incio era prosa potica, transformou-se em versos, pela maior possibilidade de desaguar, o lirismo transbordante que acompanha minha vida.

Vou solta, em meu sentir, tateando as letras sem tcnica alguma, ou estilo qualquer. Meu guia tem a forma da alma que me anima! A fora que me impulsiona a escrever transforma meu ser, agiganta e enobrece. Viver, sonhar e amar, o grande prmio que almejo, e j posso dizer que realizei grande parte dele!

A convite de Jane Rossi, participei de Alimento da Alma Vol III, e IV.

ruthinhaperrella@hotmail.com

 

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