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Claudenor de Albuquerque
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
O Caador de Borboletas

O caador de borboletas
Tenta roubar da natureza
Alguns exemplares por inveja
Amarelas, azuis, vermelhas
Nunca viu tanta beleza
Elas se misturam perfeitas
Voando em direes s avessas
Como gazelas em frente ao leo
O caador to indeciso fica
Nenhuma delas preencher sua coleo.

Claudenor de Albuquerque
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Geocentrismo

Os espritos ancestrais
Vagam pelos cantos
Melanclicos e cabisbaixos
Inspirando a angstia em tudo.
O aroma de morte e dio
Incensa e rodeia o globo.
Os espritos dentre as sombras
Dizem no haver esperana
O amor humano findou.
O sorriso puro das crianas
Foi corrompido pelos adultos.
O sangue di ao percorrer as veias
Coagula at chegar ao corao
Uma pedra sem emoo
Esse voc todos os dias
V famlias ao relento
Espantalhos esquisitos e esquecidos
Querubins pranteando com um vazio
Um vazio na alma e no estmago
Virar o rosto a melhor sada
Fingir melhor que se importar
Seus filhos ao seu lado alimentados
E agasalhados
Nada mais importa.
Voc alega serem tantos
Como poderia ajud-los, no mesmo?
O ego imundo o mundo
O universo apenas o Sol, a Terra e a Lua.

Claudenor de Albuquerque
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Triste Composio

Numa banqueta o artista
Suas companheiras as notas musicais.
Segue aquecendo os dedos e a alma
Ao dedilhar de seu meia cauda.
Imagina um tempo que se foi
Transforma a lgrima mais profunda
Na composio mais tocante.
Seus dedos pranteiam por ele
Sua face serena e enxuta.

Claudenor de Albuquerque
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A Breve Histria de Um Pequeno Verso

Pequeno como os versos a que perteno
Ser o tempo que voc gastar me lendo
Saiba da histria de um verso feio e pequeno
Escondido e cinzento
Um belo dia esquisito
fui transcrito prum livro
Milhes me viram
E famoso me sinto.
Meu criador se foi
E j foi esquecido
Porm eu restei
E ainda estou vivo.

Claudenor de Albuquerque
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O Circo Brasil

As luzes da ribalta
O povo como platia
Vai comear agora
O maior espetculo da terra.
Os malabaristas roubaram as bolas
O mgico com dlares na cueca
Os domadores fraudaram o leo
o circo Brasil que nunca se encerra.
Nem me pergunte quem so os palhaos
Se olhe no espelho e uma mgica eu fao.

Claudenor de Albuquerque
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Insnia

Viro e me reviro do avesso
Contoro o colcho e o travesseiro
Sono visitante distante
Noite indomvel e faceira
Insnia adorvel companheira
Existo e resisto a hibernao
Afinal no final oportunidades no faltaro.

Claudenor de Albuquerque
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Sapatos Velhos

Sapatos velhos
De solados gastos
Baratos e molambentos.
J pisaram os arados
E a terra cinzenta.
Os mesmos sapatos
Que os seus suportaram
Sobre os meus apoiados.
Sapatos de cadaro
Que sempre desamarravam
Voc com o mesmo lao
Amarrava e sorria
Esse mesmo sapato
Usei no ltimo abrao
Que sumiu no espao
E s eles restaram.

Claudenor de Albuquerque
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Deselegante Tempo

O tempo parece escapar pelos dedos
Voa impiedoso
Universal e irretroatvel
mais rpido que uma bala
Espera... Nem deixou eu terminar.

Claudenor de Albuquerque

biografia:
Claudenor de Albuquerque

O Autor universitrio da rea de Direito, cursando o 8 perodo, reside em Macei-Al e tem 24 anos de idade. Apaixonado pela leitura e pela arte de compor, alm de escrever poesias, escreve em blogs de tecnologia mvel, sendo grande entusiasta destas. Ama Literatura e j venceu concursos com suas Poesias e Poemas. o nico Alagoano a participar do quadro de poetas do NOP- Nova Ordem de Poesia e do projeto Inspiraturas e em breve far parte tambm do quadro de poetas da Revista de Poesias II.
tambm contista, tendo dois contos terminados e outro em construo.
Um deles vai ser filmado num curta-metragem que ainda sem data definida ser lanado aqui no blog.

claudenorneto@msn.com

http://cronicaspoesiasepoemasdeumavida.blogspot.com/

 

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