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Edy Souza
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
1-] EM RISTE DE-ME UM LENO EM SILENCIO:

Por tanta coisa
Que a palavra sua larga
Num lugar to esprimido
Do esprito passado
Que se eu Falo
Acreditam,
O que voc me fez ali

Derretendo na lembrana
E correndo,
Onde foi meu corao?

De carne, noutro andor?
De pensamento, noutro andar?

Voc... Deixou vindo...
Trancou a porta
NO me deu consentimento
E gritos salivados
Me disps todas ofensas
Despiu as minhas crenas
Tom sufocado
Fui tratado em mal latim

fim de papo
Iria eu falar assim
E, Deus, ajuda!
Chove a chuva
Leva lgrimas daqui
E as noes que so de mim

Deus, ajuda?
Tranque o tempo, esse aqui
Me tatua uma esttua que vivi
Voc sabe o que de mim?
suspiro antepassado
S releio o que devir

Feito a vida de torneio
Lembro tanto o nterim

Deste dia tenho medo
Que a esperana atropele
E ensine como morre
Deita assim, deita assim

Meiga vida de torneio,
Fosse eu
Todos os meios
E os os que voc,
Fugiria de mim,
Assim, tim tim, por tim tim

Por isso que pros teus seios
Onde est seu corao
Ajoelhei, pedi ajuda
Transformei-me nesse irmo

Por isso que pros seus seios
Onde est seu corao
Chorei vinho tinto
Transformei-me neste irmo.

Serafim!

Leve os goleS
E as noes desse nterm
Traga os goles e as noes que so de mim?

2-] TANATOLOGIA DO GEMIDO:

Falecido
Mais um esprito
Dos trnsitos corporais
De heranas epigenicas
Vindas de nascimentos
Sem permisso

Gestados nas barrigas
Que resultadas de gemidos
Fizeram seres de carne e osso
Que algum dia conheci

No pediram tal advento
No foram avisados
Do mal que encontrariam
Em matrias de viver
Mas fizeram-se presentes

Contaram na minha frente
Histrias do ente
Rimos, choramos, escarnecemos
Embreagamos e nem suscitamos o nosso ser

Cumpriram sua funo
De amigos, colegas, irmo
E outros entes do viver
E fizeram sentir-me vivo
E os lembro agora
Por espritos defumados

E molhados com lquidos mil
At o p eles atiraram em suas carnes
Que muitos mdicos remediaram
Que muitas crenas abateram
E ajudaram na travessia
Dessa vida que s sentimos o eterno
Quando perdura alguma dor!

Isso no acaba mais?
Di tanto; parece que nunca acabar

injusto esse advento
Pois seu suposto oposto: felicidade
Nunca se faz eterno
Em nenhum dos xtases possveis

Tem uns que suicidaram
Tem uns que se mataram
Tem uns que adoentaram
E poucos morreram com querer

E muitos no morreram por querer
Maldita a vida
Quando percebemos a fria
Que o gemido me levou a ser

Maldita existncia
Que me garante s morrer
As barrigas gestando
Me dizem:
Mais um...
Pra ser mo de obra
Em alguma geografia

De alguma fantasia de viver
E por isso,
Se algum dia
A justia cosmolgica
For atributo do meu ser
Vou decretar:
Decretarei que cada nascido
Ser pago s por viver
OBS:[Homenagem aos que falecerem, falecero, suicidaram, suicidaro]

3-] NOSSO DEND

Mas...
Se no fosse sua voz
Perambulando imaginaes
Fazendo quadros, gravuras e alfaiatarias
Tirando satisfao do meu pensamento
Ora lascivo
E dizendo sons de enrubescer

Mas...
Todos os sonidos
Procurando encontrar dona razo
Encontrou meu pensamento
E lhe disse:

outro caso de msica, msica, msica!

Da...

Te ofereo floreios de tango e toques de ijex
Em saravs do meu chamego
Te termino em cafun
Com cachaa e um copo de ch

biografia:
Edy Souza

BRASILEIRO. FORMADO EM CINCIAS SOCIAIS. PRODUTOR CULTURAL. PRODUTOR DE
VDEOS INDEPENDENTES. ROTEIRISTAS. POETA.
ATOR.[http://juizopoetico.blogspot.com/]

edysocial@gmail.com

 

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