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Lou de Olivier
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Demnios da paz

Que a luz da liberdade
Brilhe sempre em ns
Em qualquer cidade
Nunca estejamos ss...

Em meio aos bombardeios
Estejamos lcidos e fortes
Sejamos, sem rodeios,
Maiores que a dor e as mortes...

Sejamos para o mundo a alegria
Buscando a paz ao Universo
Fazendo canto em harmonia
Semeando amor em versos...

Pensemos no futuro almejado
No conforto de um novo caminhar
Pois ser poeta sonhar acordado
Entre tantos que dormiram sem sonhar...

Sejamos a harmonia que encanta
Certeza que a segurana traz
E, se esta guerra santa
Sejamos ns, demnios da paz...

Lou de Olivier escrita aps o atentado de 11 de setembro de 2001 e publicada pela primeira vez em 11/10/01

O tempo e os funerais

O tempo que tudo apaga
E a todos arrasta
Que a beleza estraga
E torna impura a jovem casta...

Esse tempo comanda o vento
E tudo o que h na natureza
Seca a vida a cada momento
Deixa a morte como nica certeza...

Cada segundo que se vai
No volta mais em tempo algum
sempre o vento que atrai
E repele sem remorso nenhum...

Famlia, amor, trabalho
Tudo o que se vive aqui
O tempo condensa no orvalho
Resta uma essncia a reluzir...

Lgrimas, dores, perdas:
sempre igual
Mudam s cenrio e personagens
E assiste o soberano temporal
A mais uma das ltimas viagens...

Da vida ento resta nada
Os mortos viram antepassados
S resta uma data comemorada
O tempo anuncia: dia de finados...

Lou de Olivier publicada pela primeira vez em 01/11/01

Orao do equilbrio

Pai de todos os planetas
Reinando solene nesta terra
Torne-me mais justo e sereno
Menos explosivo e descrente

Faa de mim algum, capaz
De olhar a vida por muitos ngulos
Que nunca me cale diante do imprevisto
E nem fale tanto que no possa reavaliar

Que eu nunca me omita, nunca minta
Nem peque por excesso de franqueza
Que eu trate a todos com igualdade
Da pobreza at a realeza
Todos sejam apenas humanidade

Que eu veja alm dos olhos humanos
Mas, sabiamente, finja-me cego
Que meu riso no incomode o leigo
E minhas lgrimas no lhe dem alegria

Se eu ainda puder amar
Que seja algum espelho meu
Reine nos ventos, no cu e no mar
Rondando em noites de luar
Entre tantos que s sabem vagar

Que meu silncio mais profundo
Seja meu leito neste mundo
E que eu perca-me em poesia
Quando tudo o mais se exterminar
E, quando houver apenas adeus
Que eu seja, enfim, meu prprio deus...

Lou de Olivier publicada pela primeira vez em 03/05/05

BIOGRAFIA:
Lou de Olivier
SO PAULO sp

Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Precursora da Multiterapia, tambm Escritora, dramaturga, contista, cronista, poetisa e romancista. Mais informaes nos sites: www.loudeolivier.com e www.loudeolivier.com.br

As poesias podem ser essas que, creio, resumem meu trabalho como poetisa. So elas: Demnios da paz , O tempo e os funerais e Orao do equilibrio... coloco as tres a seguir

loudeolivier@terra.com.br

 

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