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Regis Caserta
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Silencio

No hay atajo hasta las personas cerradas
No hay como llegar a los corazones sin puertas.
No hay brillo en los ojos cerrados.
No hay palabras en las bocas cerradas
No hay ventanas ni paisajes cuando el alma es cerrada.
Ninguna llave puede abrir lo que es cerrado.

El ciego cruza las calles para llegar a muchos ojos abiertos.
Ninguna llave podra abrir o cerrar un gesto
Nadie abre un alma que no vive la vida y el amor.
Hay gente que vive la enfermedad cerrada a su manera.
No hay manos que toquen sus sentimientos

Yo tena pensada otra solucin
Yo no se porque vivo abierto a todo
Yo no se porque quiero ser gaviota en tus playas
Yo no se porque no soy un velero en tus mares
Yo deseaba ser el sol de tus das
El viento en las montaas de tu imaginacin
Yo deseaba ser tu cielo celeste sin nieblas
Yo quera ser estrellas en tus noches
Tus veranos, tus inviernos, otoos y flores

Yo deseaba ser las lluvias abiertas al mundo
El ngel que sigue amndote
Deseaba ser todo el universo en palabras y poemas
El mosaico de tus sueos y colores de tu vida
Yo deseaba ser algo sin nadie entre nosotros

Hoy me doy cuenta que estoy cerrado en esta locura
No se porque me toca el alma mirarte as, cerrada
Alma que me hace ser un colibr alejado
Yo no se porque deseaba ser tantas y tantas tonteras
Yo no se porque de tantas cosas...
Yo se que nada se
Y hoy existe algo que me contesta
Algo cerrado que me llega mas cerrado todava
El silencio es una respuesta tuya?

[Diciembre 2005]

ANJOS MEUS

Da janela entre aberta vi as luzes
Brincando com a noite silenciosa
Como que bordando de prata a madrugada
E tecendo um rastro feliz, em algazarras

Meu quintal estava em festa
E num papel qualquer que encontrei
Pintei um verso colorido de ternura
Retratando a feio de cada criatura

Eram crianas, sorridentes, distradas
Vestiam branco, cor de lua enfeitiada
Piscando luzes, danando nas folhagens
Mesclando sonhos e o real da paisagem

Vaguei solvel no ar de mil certezas
Entre elementais e guardies da natureza
Fui at eles, abraar um sonho raro
Entrar na histria de anjos bons que conheci

Adormeci entre todos, protegido!
Envolto de bondade serena e singular
E no sonho fiz da paz um renascer
Do amor que sempre vou lembrar

ESCREVE TEU LIVRO

tua histria, teu conto, teu tempo... tua vida!
So linhas e linhas escritas incessantemente,
com direito a todas as correes,
permitidos todos erros involuntrios,
garantidos os direitos autorais,
sem que o registro seja fundamental,
porque teu livro exclusivamente autorado por voc.

Lembra sempre:
voc quem escreve o poema, os versos, o texto.
voc a estrela principal, o motivo do enredo.
Voc escolheu e aceitou estar passando por aqui
e os coadjuvantes, teus irmos, so destinados a tal,
fazem parte do espetculo da vida,
porque tambm escrevem sobre as suas,
das quais voc faz parte.
No esquece teu papel, teus detalhes,
tua importncia vital.

Teu livro vai te credenciar a um lugar melhor,
quem sabe na academia dos aprendizes em evoluo,
entre as 'letras' deixadas no palco existencial,
escritas por voc, como exemplos e conselhos bons...
Escreve tudo sobre as verdades e no das fantasias,
da compreenso e no da indiferena,
do amor e no do dio,
da f e da esperana, nunca das tristezas e derrotas!

A liberdade toda tua!
Portanto, respira o ar das decises,
estenda tuas mos, abre teus braos, acolhe, recebe,
ampara, entrega e faz da tua redao a grande diferena,
o melhor poema a ser lido por algum
quando tua ausncia for fsica e material.

Decifra o respeito, a solidariedade,
a f, a caridade, o amor incondicional,
a bondade infinita, a simplicidade e o todo da vida...
O mestre, criador, emprestou a capa e escreveu o prefcio...
O restante, voc dir como foi
e teu esprito ver o resplandecer da luz!

LIBERDADE

Pensamentos misturam-se ao vento
Onde estrelas entoam sinfonias
Fao dormir no infinito tuas verdades
E sigo transbordando em raros versos

Olhando o vulto sombrio de tua existncia
Deixo meu cansao nos braos da noite
At que minhas mos desnudem tua alma

Concedo-me a ternura desse enlace
Sob o cu que me abriga da escurido
Rendo-me em teu colo embriagado de prazer

Na certeza de que um dia alm do tempo
Fragmentos da paixo que no floriu
Vo despertar sob a luz do renascer
Carinhos que envolveram tantas buscas
Verdades planejadas de um querer

Fadas de outrora sero ptalas do hoje
Vindo das grutas do amor a germinar
Coragem de vencer abismos temporais
Ensolarar cada momento entre ns dois
Na liberdade de seguir por onde for

Pensamentos havero de clarear
Sem murmrios solitrios de aflio
No campo verde de esperana, um caminhar
De dois apaixonados que souberam esperar
O amanhecer na sepultura das ausncias...

biografia:

Economista, ps graduado em Marketing, profissional liberal, consultor na rea de Construo Civil.
Vive na cidade do Rio de Janeiro.
Textos e crnicas publicados no Jornal da Tarde, Jornal Sul de Minas e Estado de So Paulo.
No tem livros publicados e no se considera poeta por acreditar que escreve sobre vida, sempre enfatizando a auto ajuda.

 

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