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Cesar Augusto Ribeiro Moura
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Csar

O intento de viver em intenso furor,
Vasta em splica a 'res publica' por falta de amor
Mesmo que s nada lhe ser melhor
Como o prprio amor,
Vide bula o remdio amar...
Neste imenso imprio da humanidade em seu Augusto viver,
Rege-nos Csar por tanto poder...
Mas, no entanto pra que tanto poder?
Se o beneplcito o amor!

Penso amar-te por ser como voc...
Eis que me vejo no rosto de cada ser
Entretanto o viver pelo amor,
Basta-nos como poder!

Cesar Moura

Nobel e a Humanidade

...Dualidade na cumplicidade
Por falta de vontade
No plano covarde da maldade verso o amor.
A nossa humanidade que se incendeia
Despreza a vida alheia,
Pensa e ainda faz besteira
E s por brincadeira semeia a dor.
Mas no capaz de entender
Que uma lgrima vertida nunca perdida
Sem antes provocar o rancor.
So tantas as raas divididas
E mal compreendidas em seu complexo... Doutor.
A humanidade vive no auge da desigualdade
Na realidade um 'Reality Show',
Ora tudo real...
E quem chora pelo ser eliminado
Vive indignado pela falta de amor.
Mas, em verdade todos merecemos
O ignbil 'Prmio Nobel pela Paz'
Por todas as bombas explodidas,
As muitas balas perdidas
E por este monte de crenas e religies,
Aquelas regies sempre esquecidas
Das crianas que mnguam desnutridas
Em um mundo de horror.
Este o louvor pela nossa humanidade
Que curvada luz da lua
pobre nua e crua, quando falta lhe o amor.

Cesar Moura

Rio de Paz

Nascente na dor
No vale do amor
Lgrimas que na margem se desfaz...
Rio de paz enterra uma flor
Que ao v-la neste vale
Sucumbir sem nenhum valor
Causa tristeza e rancor
Pela alegria que jaz nos braos do ente...
O pobre sofredor.
O pai da alegria sofre
Ao ver fugir a esperana
Nesta violncia desvairada,
Alvejada em disparada
Pelo sangue que segue na calada
Desaguando no rio de paz...

Por favor! Atirem em ns
Apenas sementes de amor,
Alegria sem devaneio
Desespero no passeio,
No festim que atiram em ns...

As flores que de todo este desespero sobrevivem
Seguem o rio chorando,
Fazendo o seu apelo pela paz...

Cesar Moura

Quimera

Oremos por nossa terra
Pelo fim de todas as guerras
Que deveras nos tira a paz
Vamos ver a luz do sol
Vertendo na escurido
Abra o seu corao
Para o amor superno e fraternal.

Pode ser que a luz das estrelas
Um dia pare de brilhar
E que os pssaros l no cu
Tambm deixe de voar...
Mas o amor nunca dever cessar.

Quimera aluso no corao desfaz
Transforma a dor em paz
Quisera ter voc o dom deste poder
Do amor forte e viril
Da inocncia infantil.

Nunca perca a esperana...
Seja forte meu rapaz
Como a trana que refaz
O elo reforado do script por esta fico
Do amor firme e real
Que clama pela paz.

Biografia
Cesar Augusto Ribeiro Moura

Nasci em Taubat, atualmente moro no municpio de Ferraz de Vasconcelos.
A pelo menos dez anos componho poemas, tenho procurado agregar novas tcnicas poesia usando o sistema de trava lnguas, tambm sou um caador de palavras.
A minha misso clara recebi este dom divino e procuro us-lo para desenvolver textos que falem sobre o amor e a paz e valores humanitrios.
Apesar de no ter nenhum livro publicado at este momento, no me importo, pois estou convicto que melhor que publicar compor.
Ento sou apenas poeta!

Cesar Moura

cesar.amoura@yahoo.com.br

 

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