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Alam Arezi
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Senhora Clemncia

Procurando tais linhas em branco
s vezes retratado como antagonista
Que vive custa de entender o que o outro faz;
E que no se importa com o futuro,
'Ele vive chateado', em seu prprio bolso
'Ele pensa ser iluminado', mas vive em um quarto escuro
S que no bem assim Senhora Clemncia.

Todos estes sentimentos infortnios: so irracionais.
At mesmo a mais bela flor murcha em determinada estao,
Os camares torro no vero e desfilam pelas praias.
E continuamos a girar incompreendidos em volta das cabeas uns dos outros.

E os poetas vivem no limbo,
Arrefecendo a terra e aquecendo os infernos pessoais
Alguns menos sbios, entre esses humanistas
Vez em quando pregam a igualdade nesse tempo de diferena banal
E bem assim Senhora Clemncia.

Essa a maneira que os esteretipos encontraram para parecem justos
O cais livre de piratas e um cu azul
Fingindo que essa narrativa no tem fim
Sendo que toda articulao se desgasta

A hipocrisia que nos abate em diversos tons de cinza
Espera com litros de bebidas caras nas mos,
Inaugurando cordis de derrotas.
mais ou menos assim Senhora Clemncia
O mundo menos do que eu disse e apenas mais do que vir.

___________

O Passo: Oo Buraco

O concreto bate em torno da prosa,
soltando migalhas esponjosas

Nessa loucura toda,
as galinhas se divertem

Em prol de nada
Nada em crculos um peixe s

Pois fora das redes no somos cardumes,
Circunstancialmente regidos pelo senso em comum

Um incomodo.
Sempre seremos uma farsa se no nos acompanharmos ss

Ninhos e soldados de plstico.
Em sentido quele destino ruborizado
idealizado.

No h via direta!
nem curvas,
Somente a mente e pouco de ar de mentira.
_______________

Pandemia Avulsa

Homens...
Interditem as estradas mal criadas e esburacadas
Interditem os hospitais lotados e mal administrados
Interditem as igrejas pelo excesso de contingente
Interditem as frias por falta de dinheiro
Interditem a fraternidade pela falta de solidariedade
Interditem os cus pela falta do azul
Interditem as artes pelo excesso de retoques grotescos
Interditem as msicas que esto se desafinando pela nostalgia
Interditem a esperana que se encontra cansada e to usada

Homens...
Fechem suas portas para o sem teto que precisa de comida
Fechem seus corpos para o delrio da vida
Fechem seus cofres e se esqueam da combinao
Fechem seus olhos e se deitem no cho

Homens...
No olhem para o passado e sintam-se culpados
No chorem ao terem certeza de que so
No procurem mais respostas para explicar o que no tem explicao
No acreditem apenas na sorte
No duvidem de um juzo final esculpido por suas prprias mos

Orem...
Sintam-se culpados pelo agora e pelo amanh
Sintam-se acompanhados pelos deuses que inventaram
Sintam-se to sozinhos como o corcunda de Notre Dame
Sintam-se invejados pelo prprio sorriso no espelho quebrado

Vejam...
O final vem estampado no mastro da bandeira
O final autoconfiante e indestrutvel
O final o ltimo suspiro, choro, tosse e acelerao
O final a primordial aceitao

Antes de tudo,
Homens...
Caiam no vazio pessoal, evitem a imploso
Arrumem suas malas, assistam ao filme predileto e escutem a uma ltima cano...
Depois disso...
O silncio eterno ser a maior inveno
Feita para ns, dada a ns
A pandemia avulsa de nossa criao.

#1
No existem maiores problemas, apenas o asfalto
No existe mais a verdade, apenas metforas
No existem mais amores, so sabores dos corpos
No existe lucidez, todos esto loucos
No existe pandemia, s mania de controle
No existe paraso, criamos o inferno
No existe calma, sonhamos acordados
No existe mais a compaixo, criamos espelhos
No existe mais a solidariedade, contamos o dinheiro
No existem mais vocaes, viramos escravos
No existe o existir, coexistimos no vazio
No existe ptria, arrendaram nossas casas
No existe lar, o operrio usa o teto pra dormir.

Viramos a crena de um sonho utpico
Viramos carrascos de oportunidades
Viramos sujeitos sujos de modernidade
Viramos esqueletos partidos
Viramos o mundo e o perdemos.

Estamos caa de matrias
Estamos sempre na fila de espera
Estamos sobrepujados por um sistema
Estamos longe do que deveramos ser
Estamos procurando drogas e heris.

Ascendemos nossos cigarros
Ascenderemos a nossos transcendentes
Acrescentaremos uma palavra de despedida
Ajuizadamente abriremos as feridas
Apressadamente tomaremos fertilizantes de bebidas
Apresentaremos uma ata em branco no dia em que deus sorrir.

Ss - Ns - No - Desataremos - Ns.
Juntos -Ns -No - Saberemos - Ser.

Apenas nosso final ser lembrado
O nascer enterrado
E vivo
Sem memria
Existir.

#2
Tente ser um porco engravatado...
Diga ol miss universo
Compadea seus problemas no senso
Envergonhe sua me ao nascer
Compre um carrinho de brinquedo
Pratique homenagem a Antoine com travesseiros
Goze na porra da tua liberdade!

Na diviso de um conjunto safado...
Tente receber o mesmo salrio que o do seu vizinho
Acredite que seus filhos tero o mesmo conforto
Viaje para longe, todo ano, sem se drogar
Sorria branco de etiqueta e carnia
Aprenda a ser o que no
Abuse do segundo que se passa agora!

Seja fiel ao destino
Pense como um paraninfo
Lembre de sua av
Tenha conscincia de que ir para o mesmo lugar,
Em tempos modernos... Ser desprezado como despreza.
A ironia ser toda sua ao perceber novas verses de canes juvenis!

O Maior teimoso sempre ser o tempo:
Ele mata,
Ele acalma,
Ele desmembra...
Verte na esperana afagada pelas splicas
Manter-se- eterno pela necessidade coletiva,
Mesmo que teu buraco se cave amanh!
_____________
Site Pessoal em:
http://cabecavoodoo.blogspot.com

biografia:
Alam Arezi
nasceu em Maio de 1987 na pequena cidade de Nova Prata do Iguau, Paran. Quando criana se interessou pelo fascinante mundo dos livros e, desde seus oito anos de idade vem produzindo aforismos, poemas e contos que encantam pela alteridade e veraz escrita. Graduado em Histria - FAFIUV, 2009 - por vezes, em escritos, como pensador Alam Arezi desenvolve a racionalizao de sentimentos custa da conscincia histrica, trazendo tambm, encantamento com o confuso e contraditrio momento de seu humor: 'manaco-depressivo' - Amor Meireles, Baudelaire e Bukowski.

alamarezi@hotmail.com

 

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