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Alexandre Simas Costa
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
O Homem que mata o Mato...

O homem que mata o mato
Mata bicho, mata gente
O homem que mata o mato
Mata rio, mata riacho, faz enchente
O homem que mata o mato mente
Mata o mato pra mata fome
Morto o mato no ter quem lhe sustente
O homem que mata o mato
Mata filho mata neto
O homem que mata o mato
No bicho nem gente
O homem que mata o mato
um genocida indecente
O homem que mata o mato
burro, mas no o que puxa carroa
O homem que mata o mato
um burro de vista torta
O homem que mata o mato
uma espcie idiota
Esse tipo canalha trs o vrus da ganncia
carne podre j nasce morta
O homem que mata o mato
Mata filho mata neto

[SamisXela]

Louco, Graas a Deus!

Viajo num beija-flor voando nas asas do vento
Levo na mo a rosa de um prncipe menino
Que cavalga cos e conversa com raposas
Minha espada a palavra, meu escudo o corao
Vo de alma vendada e dano a musica do tempo
Eles me chamam louco por no ouvirem a cano

Desvio-me das movedias areias da mentira
Onde me espera a hipocrisia com sua boca de fome
No me assusta o brilho nos olhos da morte
Guio-me com a bengala da intuio pelos escuros
Caminhos da vida onde o futuro o minuto seguinte
Meu medo dos abraos frouxos...
...E dos beijos na face.

[SamiSXelA]

Divagaes...

Em minhas conversas com o espelho...
Falo de meus sonhos de mgico caador de nuvens
De banhos de chuva e beijos roubados...
De um sem nmeros de sentimentos confusos
De estradas, caminhos e atalhos...
Das musicas que me fazem chorar, sonhar, amar...
De pessoas inesquecveis, paixes infinitas
Ate o dia o dia que se foram to subitamente Quantas chegaram...
De estrelas que colhi para presentear um amor
Que era pra te sido eterno e de certa forma foi...
De minha solido acompanhada
Das presenas ausentes que me aconselham
Quando mais preciso...
Dos sorrisos faris que acendem meus olhos
Espantando o medo de cair em meio escurido
Das noites dormidas pela de...
De arrebis e plenilnios amanhecidos
Na grama mida de jardins imaginrios
Das muitas flores e outras rosas roubadas
Adormecidas em bas abarrotados...
...De momentos vividos e sonhados

[SamisXela]

biografia:
Alexandre Simas Costa
Um Homem - Quatro Poetas

AlexSimas - AtsoCerdnaxelA - SamisXelA - Alexandre Costa


Cada Pseudnimo tem seu estilo, sua maneira de ver a vida, enxergar o ser humano, seus sonhos, suas subjetividades:

AlexSimas o romntico, o Poeta do Amor, o mestre das metforas e do lirismo.

AtsoCerdnaxelA o mestre do erotismo, o devasso, O Poeta dos desejos da carne

SamisXela o Filosofo, o Louco, o eterno aprendiz, sempre em busca da verdade e de um mundo de compreenso, paz e amor fraterno.

Alexandre Costa Senhor das Sombras, o Poeta Obscuro, Gtico, sua verdade crua dentro de sua tica de vida, suas letras so speras...

Nascido em 02 de Novembro de 1961 na cidade de Olinda, Pernambuco. Radicado na Bahia na cidade do Salvador desde 1979.

Leitor compulsivo, desde que aprendeu a ler aos 10 anos de idade, filho de famlia humilde s veio ter acesso a escola quando da inaugurao de um grupo escolar na vila onde morava, as letras o encantaram desde ento. Enquanto a maioria dos garotos de sua idade dedicavam-se as brincadeiras naturais da infncia, Alexandre viajava pelo mundo de sonhos e fantasias, visitava pases distantes, conhecia personalidades, desbravava continentes.

Comeou na leitura com revistas em quadrinhos [das quais ainda um fantico], logo depois conheceu os livros de bolso; western, espionagem, aventuras, romances...

Comeou a escrever poesias aos 16 anos, a grande maioria de seus escritos perderam-se nas diversas mudanas de casa e de cidades.

Desencantou-se com as letras devido a descriminao que sofria de amigos e parentes, s voltando a escrever ao 25 anos e novamente parou por falta de motivao principalmente da companheira para quem escrevia seus poemas. Novamente retorna as letras em 2006 aos 45 anos.

Tem trs livros inacabados; o primeiro iniciado em 1979; o segundo iniciado em 2006 e o terceiro iniciado em 2007.

No pretende viver de literatura, no sonha tornar-se um escritor ou poeta famoso, escreve pelo prazer de escrever, suas letras vem da alma, do corao, puramente intuitivo.

'Quando estou escrevendo como se no fosse eu, como se psicografasse'

Alexandre Simas Costa.

simas.alex@hotmail.com

 

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