s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Flavio Brasil Pettinichi
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Hoje seremos pssaros

Arranquemos as vestes da agonia e sejamos luz
Porque todo caminho poema e estridente riso
Arranquemos as vestes da dor do escuro passado
Porque toda ptala reconhecimento da nova cor

Deixemos as portas abertas ao vento da esperana
Abramos as nossas veias ate sentir o sal da terra
Visceralmente teremos de sentir a caricia da paz
Desgarrados silncios tero a fora dos justos

Porque hoje ser o nosso dia entrega essencial
Hoje seremos pssaros desenhados por crianas
Hoje quando anoitea a lua ser nosso espelho
E a nossa carne uma espiga na constelao divina

No h mais tempo para esperar o que existe em si
A felicidade lateja junto ao lago da tua humana lgrima
Deixa-te levar pela surpresa das frutferas sombras
E colhe de ti todo o brilho que escondido estava

Porque hoje, amor, minha pele ser teu manto
E teu beijo um sagrado salmo de infinito desejo
Hoje quando os homens durmam sem destinos
Ns semearemos o amor desta magna alegria.


************************

Agora

Algum nesta clara noite escurece os sonhos
Algum neste instante joga sua sorte no baralho marcado
Algum est perdido no meio do seu interior
Algum procura seu canto e atordoa os ventos

Algum l em livro profano e mente oraes
Algum diz, te amo, com uma faca espetada na alma de outro algum
Algum esquece seu nome na frente do espelho vazio
Algum chorou o destino da ptala morta no inverno

Algum se observa na rua cega de iluses pueris
Algum sente a raiva contida da humana misria
Algum escreve um poema sem rima nem sangue
Algum faz das suas vsceras a corda da fuga

Algum ainda espera o apito de um trem fantasma
Algum bate na porta errada e deixa uma flor azul
Algum pensa em ti como a essencialidade das brisas
Algum que desconhece o sentido das horas no cansa

Serei esse algum ou algum dos outros?


************************

Dona Vida

Uma mo tremula e uma flor no caminho deserto
Distantes distncias dum futuro aberto e incerto
Algumas paredes em runas e uma janela fechada
Os ps rasgados na procura da vital esperana

Dona Vida era assim nos tempos de infncia
Tempos de tempos ureos e horas sem rumo
Tudo era rio de frutas maduras e sedentas bocas
Dona Vida era etrea e bonita como um beijo

Lembro da sua roupa de sbado brilhante e feliz
Sempre altiva e misteriosa sem pecado nem dor
Dona Vida era sol, lua, relva e sonhado mar
Ela me beijava sem eu ter nada para ofertar

Nosso amor cresceu sem licenas nem perdo
Cresceu como o mato da esquina do adeus
Cresceu como vo pssaros livre para sonhar
Dona Vida me ama ainda e eu s sei esperar

Uma mo tremula e uma flor no semeado caminho
Distantes lembranas e um poema ainda por comear
Alguns jardins de desconhecidas cores vitais
E Dona Vida que no se cansa de se doar.

************************

Apresentao:
Flavio Brasil Pettinichi

Embora minha expresso artstica se faa atravs da pintura, da escultura, de desenhos e da fotografia, sou algum que respira pela poesia e lateja pelos poemas. Acredito que seja intil a gente se esconder sob a maquiagem da segurana material e da alegria comprada... As verdadeiras razes de viver em paz apresentam-se sob a forma de to pequenas coisas que, s vezes, precisamos ajoelhar-nos para peg-las!!! E, isso, se chama rendio!!!

flaviopettinichi@click21.com.br

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s
s