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Carlos Alberto Lopes de Sousa
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
A VIDA DA PALAVRA
[crnica]

Interessante conjecturar sobre a vida da palavra, quando na escrita, h de se desenvolver esta temtica atravs da prpria palavra como meio comunicativo e persuasivo desta tese.

A vida da palavra nos se apresenta como o artista plstico que emoldura sua arte atravs de seus sinais na tela e d-lhe a vida traando seus riscos, aguardando que ela venha sussurrar toda sua emoo para aquele que a v.

A palavra, porm, est acima de um sinal grfico, a sua vida est contida nos variveis empregos de sua etimologia. Ela pode ter vida prpria quando empregada s e, lexicamente correta quando nos sobressalta, sobremaneira como socorro, guerra e morte; nos alivia ao ler paz, sade e prosperidade; quando nos modifica e eleva a nossa alma como Deus, saudade e amor.

A palavra vive em coliso etimolgica quando mascarada atravs de expresses m℮tafricas, o que lhe desnuda de sua significao e de sua construo sintxica na orao.

A vida da palavra, est diretamente atribuda sua construo, ao seu direcionamento ou, alvo de pblico ou leitor, na sua abrangncia de mensagem que se prope no tempo e no espao. A palavra nos leva a vivencia-la diretamente proporcional ao nosso estado de esprito, assim, a evidenciamos quando contida no universo de nossa emoo, e incontinenti a expurgamos, quando no nos desperta sentimento.

A palavra tem sua vez, seu glamour, quando escrita irradiando desejo coletivo ao ser grafada na imprensa ou nos murais, ou excitando de per si aquele que a decifra ao ler o resultado de um exame mdico, uma sentena ou um telegrama. Muitos vem na palavra o direcionamento para suas decises, suas tendncias e de seus arroubos de escritor ou de orador, que ora inflama, ora apazigua.

Em literatura menos conceituada, v-se a palavra de baixo nvel, obscena, despertar controvrsias, mesmo assim, a sua vida est no enfoque que ela se prope e nos seus estmulos.

Em literatura infantil o estilo onomatopaico d vida sonora a cada slaba num fonema harmnico de entendimento didtico que perpetua em nossa mente, desde a tenra idade.

Na literatura sagrada a palavra a vida; a vida, a palavra nos tons profticos, nos mandamentos e nas parbolas, to convincentes como que as escritas nos pergaminhos santos.

A palavra instrumento de transcodificao dos dizeres emanados dos espritos na mo submissa do mdium psicografando ditames de vidas de outrora.

Celebramos a palavra nas inscries e dizeres dos sepulcros, na palavra de ordem das faixas polticas ou de protestos e nas pichaes dos grafiteiros.

Garimpamos a palavra segundo sua beleza para uso na dialtica dos tribunais e nos foros das argumentaes, para enobrecer a rima dos poetas, e no elo laborioso de uma redao como esta que explica a vida da palavra com a palavra viva, empregada para surtir os efeitos vitais nas lucubraes.

A palavra pode ser engalanada para constar nos diplomas, animadas para roteiros visuais, diminutas ou gigantesca para driblar os incautos com seus fins sutis. A palavra escrita e direcionada a algum, portanto vivencia e agua todos os alfabetizados tanto por leitura tica como por tato do mtodo Braille.

A palavra viva. Viva, a palavra nos modifica, clareia nossas emoes, atende aos nossos anseios, apaga a nossa voz, ressuscita a nossa memria, interage com nossos sentidos, e, ao fazer simbiose com nossa vida, eterna enquanto ortogrfica no jazigo, e efmera enquanto fontica no adeus.

Biogrfico
CARLOS ALBERTO LOPES DE SOUSA


Engenheiro, escritor, membro efetivo ocupante da cadeira n 13 da
Academia Cabo-friense de Letras, fundador e ex-presidente da
Associao Cultural Tributo Arte e Liberdade, membro efetivo, fundador e presidente de honra da Academia Cabista de Letras, Artes e Cincias, ocupante da cadeira n 01 cujo patrono seu pai, membro do Conselho Municipal de Cultura de Cabo Frio. Nasceu em 1 de junho de 1947 na cidade de Cabo Frio, mas foi registrado no Rio de janeiro onde seus pais Hermenegildo Medeiros de Souza e Alice Lopes de Souzaforam residir por imposio de emprego. Casado com a professora Silvia Maria Rodrigues de Sousa pai de Silvana, Carlos Alberto Junior e Vanessa.
Este cabo-friense e cabista de corao, ainda estudante em
So Paulo, fundou em 1972 com a abnegao do chefe de escoteiro JosHenrique, com o apoio do ento prefeito Antonio Castro e do presidenteda Cmara vereador Alair Corra, o GAIC - Grmio Atlntico deIntercmbio Cultural, uma sociedade cultural filantrpica voltada para a ao comunitria e intercmbio de todas as formas regionais de
cultura, em Arraial do Cabo.
Ainda na sua trajetria, o escritor coordenou com o professor Affonso Santa Rosa a Antologia Cabo-friense, com cinqenta e trs autores da Regio dos Lagos com poesias contos, crnicas e trovas e a coluna literria Mutiro Cultural no Jornal da Regio.
Publicou o livro Devassa no Outono em 1985, fico policial
roteirizado em Cabo Frio e o conto Valor do Texto publicado na Antologia Cabo-friense. Est escrevendo o romance Philomena foi Guerra para lanamento em 2008. Como autor dramatrgico escreveu aspeas: Sapato Novo, encenada no Rio de Janeiro em 1987 en Clube
Santa Helena em Cabo Frio; Trs Pontos Excitados encenado noTeatro Municipal de Cabo Frio; e, No Reino da Corruptela que Mela, um ensaio infanto-juvenil aguardando produo.
Adaptou e produziu a pea Carnaval de Sereias e Vento de Hilton Massa com o diretor Frederico Arajo, cujo espetculo inaugurou o Teatro Hilton Massa, no Tamoyo Esporte Clube.
Amante das artes, em especial do teatro e da literatura, fundou com Yuri Vasconcellos e outros jovens a TribAL, uma comunho tribal de todas as artes.
Impulsionado pelo chamamento de alguns intelectuais de Arraial do Cabo, o escritor, antlogo e empreendedor cultural, coordenou e foi relator da academia cabista de letras, uma agremiao ampla para literatos, artistas e cientistas mantenedora de um centro de estudos e pesquisas para manter jovens da comunidade imbudos do dever cvico,
tico e do crescimento intelectual e acadmico.
fundador da Companhia teatral NOVO TEMPO.
Atualmente fundador e presidente da ArtPop Academia de Artes de Cabo Frio, fundada em 2007 com setenta e quatro artistas resgatando o espao e realizando um sonho de um frum permanente da arte discutida numa social academia.

calbertoysousa@gmail.com

 

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