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Francisco Aldebaran
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Modelo da Vida

'Pelos erros dos outros, o homem sensato corrige os seus'.
Oswaldo Cruz
O sol ainda no havia lanado os seus primeiros raios no horizonte tristonho. Muitas pessoas ainda estavam dormindo, em seus aconchegantes aposentos. Mas l no incio da rua, os feirantes chegavam, carregando ferros, lonas e caixas. E no meio da feira, sentado em uma esteira suja, um velho com barba feita em tranas, maltrapilho, vendedor de hortalias, versejava. Dizia palavras distorcidas, inexatas. Para aqueles que passavam. Em voz alta e com alguns gestos, ele recitava seus versos, mesmo sabendo que nem todos que passavam, paravam para ouv-lo. Ele dizia:
'Em Imperatriz, o sol estorricante naquela tarde sufocante, em uma cama velha deleitavam-se ofegantes, um casal de jovens amantes.
Ele suspirava
Ela gemia
Tudo isso na mais orgstica euforia.
Jos bolava um baseado, no momento que Maria se vestia.
Jos riscou o isqueiro.
Maria vestiu a calcinha.
Jos deu uma baforada.
E Maria disse:
Eu no agento mais essa vidinha.
Maria era uma beldade.
E muito ambiciosa, queria subir na vida, sair da humildade.
Mesmo assim, teve a infelicidade, alm de morar no subrbio da cidade, conheceu Jos, seu namorado desde seus quinze anos de idade.
Jos com seu sorriso amarelado, gabava-se de ser um timo empregado.
- Agora, atendo telefone e dou recado.
Maria lhe ouvia.
Mas, um estranho sentimento aos poucos a possua.
Discordando daquilo que Jos dizia.
Maria repudiava a atitude de Jos aceitar aquela pobre condio.
De ser um simples proletrio, cachorro fiel do patro.
Jos vestia calas jeans, mascava chicletes e gostava de futebol.
Maria gostava um pouco dele, mas o via como uma barreira para a to sonhada ascenso.
Maria tinha sonhos soberbos, subir nas passarelas, desfilar na Frana, Alemanha, Milo.
Queria conhecer Nova Iorque, viajar de avio.
Maria no gostava de andar de moto-taxi, e nem de nibus.
Falava errado como se fosse entendida, imaginava qual seria o gosto do caviar
Enquanto mastigava feijo.
E no lado de fora do barraco, prximo ao porto, Jos disse ela no ouvido:
-Te amo de corao.
Abraaram-se e beijaram-se e cada um seguiu o seu destino, mudando de direo.
Na feira tem de tudo, os mais diversos produtos, roupas, sapatos e at mesmo tecnologia de importao, carrinhos a controle remoto, videogames, CD's importados da china, Estados Unidos, Sucia e do Japo.
A feira o caminho que a cada dia que passa se encaminha grande parte da populao. Desempregados, endividados, advogados e arquitetos, professores e desesperados, que vem nesse negcio uma soluo.
Chamam-lhes de autnomos, larpios, escria da civilizao. Mas os vendedores ambulantes persistem. Levantam de madrugada, carregam suas enormes caixas e aventuram nos festejos, aonde dormem mal, em redes e no cho.
Encatembando e descatembando barracas, enfrentando uma existncia subumana, na triste labuta, para descolar o po. Mesmo com tanto sofrimento, h pessoas alegres, que encontram diverso, assim o Z, o Man, o doutor Seixas, o carioca, a Dona Marocas e o Cear.
E foi por intermdio da feira que Dona Clementina criou Maria. Sem lhe deixar faltar a roupa, o lpis e o caderno para ela aprender o b--b. J crescida, Maria achava tudo pobreza, aquela ridculo mundo de submisso. Maria passou do outro lado da feira. Dona Clementina acenou com a mo. Mas logo ficou decepcionada, pois a sua filha virou a cara, e fez que no olhou. Maria tinha vergonha da prpria me, por ela ser camel. Chegando em casa Dona Clementina encontrou a filha assistindo a um programa de fofocas e disse: - Contigo no falo mais. Rapariga metida. E ela respondeu: Mame, aguarde, serei celebridade, capa de revistas e estarei nas colunas sociais. E Dona Clementina disse: - Filha, mesmo sendo humilde podemos manter a cabea erguida. Eu s peo a deus e a todos os orixs, filha deixe o orgulho e a ambio desmedida para trs. Para enfim, a sua alma encontrar a verdadeira paz.
Maria no deu ouvidos.
E foi para o seu quarto, feito a serpente de Satans.
L chegou a concluso:
Aqui nesta merda de cidade no fico mais.
E foi essa a sua deciso.
Arrumou sua trouxa de roupas, para sair de Imperatriz do Maranho.
No podia ir de avio, mas devido a formosura de suas pernas, viu que poderia ir na bolia de um caminho.
-Para onde quer ir moa?
-Quero ir para o Rio de Janeiro, com f em So Sebastio.
E o caminhoneiro barrigudo disse: - Fique sabendo que no dou carona, mas para voc abrirei uma exceo.
-Vamos, voc no vai se arrepender, farei tudo que o senhor quiser, s dizer.
E de posto em posto, e de gozo em gozo, o caminhoneiro despediu-se de Maria, quando chegaram ao Rio de Janeiro.
Maria olhou para o cu e disse:
-Este o mais belo Estado brasileiro.
Maria estava em uma grande cidade. E visto que no conhecia ningum, passou por necessidades tambm. E viu que estava longe a to sonhada felicidade. Maria nada sabia fazer e se perguntou: o que que vou comer? Ento, Mary, conheceu o Rio de Janeiro. Copacabana, Araruama, Caju e Nova Iguau, Praa Mau e a Ilha de Paquet, Bzios e Duque de Caxias, e subiu at mesmo no morro da Rocinha, e assim, tirando e colocando a calcinha, conheceu o que queria e o que no queria conhecer, mas descobriu muito bem o que sabia fazer.
Ela fez muitas amizades nesses passeios.
E conheceu Renato Portela, que prometeu a ela tir-la do anonimato para deslumbrar nas passarelas.
Mary disse que aquilo seria tudo na vida dela.
Mas, o que foi prometido, no foi dito em jantar a luz de velas.
Foi prometido em uma roda de pagode l no alto da favela.
Mary observou que as coisas haviam mudado. Pelo menos o p que Renato Portela cheirava, incomodava menos, que a fumaa dos baseados do seu ex-namorado.
Renato Portela era um homem badalado.
Atravs dele, ela conheceu algumas modelos.
Entre elas a Beatriz, que lhe ensinou a puxar aquele pozinho branco pelo nariz. E os dias foram-se passando. E ela cada vez mais conhecida, glorificou-se no ponto que chegou. Entre polticos, nobreza, na alta roda do whisky, da luxria e dos banhos de champagnes de cereja.
Mary conheceu a iluso da ascenso. Mas, persistia na queda.
Talvez para espantar uma possvel timidez, tornou-se constante o seu estado de embriaguez. E ela caiu na passarela, diante de um pblico burgus.
Perdeu a conta das loucuras que fez. Todas por dinheiro, e por estupidez.
E foi pega portando o produto, que reduzia a sua lucidez.
Com Renato Portela, que do trfico era o rei,
Mary foi presa, e foram para o xadrez.
Na frente de um delagadinho arrogante que ostentava um ridculo bigode e de dois policinhas, ela disse de mancinho: - No seu doutor, no conheo esse homem. No sei o que ele fez. O que posso afirmar que ele era apenas um fregus.
-Cala a boca, magrela, vadia, puta, cadela, pois j te viram nos morros andando de carro do ano ao lado de Renato Portela. Da sua boca no quero ouvir mais nada. A no ser, de onde vieram aquelas sete toneladas.
Mary foi espancada.
Presa junto com mulheres da barra pesada. Cada na cela, triste e humilhada, com o resto de sua alma ela pensava, 'Eu no sou nada'.
Por rdio, jornais, internet e televiso, a notcia se espalhava a nvel nacional.
'Foi preso Renato Portela, o famoso empresrio acusado por trfico de drogas e rede internacional de prostituio'.
Mas, na verdade, Renato Portela foi rapidamente absolvido.
Tinha muito dinheiro, e a ameaa de abrir o 'bico'.
Deputados, Senadores e juzes se viram encurralados, absolveram-no para manter um suposto 'segredo de Estado'.
E no Maranho, na feira municipal de Imperatriz, uma mulher correu segurando um jornal, olhou para Dona Clementina e fez um sinal.
-Dona Clementina olhe quem est em todos os jornais...
Era a foto de Maria, e junto com ela, outros marginais.
Os versos do poeta cego de um olho, velho, sujo, feio, louco, magro e capengo, foram apenas palavras soltas, vagando pelo ar. Sem receber ao menos o acalanto dos aplausos.
'Quando voc Sonhar em Ser diferente, pense que sonhar com aquilo que voc queria Ser desperdiar o que voc '.

F. Aldebaran - 1997.

Kali

Meu segredo profanamente sagrado,
Amada e temida, prazer em vida, fogo e aniquilao.
distncia vejo a tua cor negra que absorve todas as cores,
E quando de mim, est bem perto, dissolve o que no .
A tua nudez coberta de cu transcende todas as formas.

Teus cabelos se agitam sobre os crnios de teu colar,
E no teu ventre balana o cinto de mos cortadas,
Daqueles que tiveram seus trabalhos superados.
Toco em tua face e em teus seios lambuzados de sangue,
E os teus gemidos mntricos so entoados pelo ritmo excitante de nossos corpos unidos pelos nossos opostos.
Sem a tua Shakti sou impotente e inerte.

A vida e a morte unidas sob as chamas das velas em castiais,
Sinto teu hlito de incenso de sndalo,
Esfrego-me no teu suor de leo de almscar,
E no teu corpo reconheo a natureza efmera e imprevisvel.

No calor de nossa cripta nupcial, ornada de ptalas de flores e rosas, que ressecadas caem das coroas fnebres,
Junto das mensagens de saudade deixadas no stimo dia aos entequeridos, gozamos de prazer suave.
Somente h cinzas e p de cadveres ao nosso redor.
Tudo que tende aprisionar est dissolvido.

OM Kali, OM Kali, OM Kali.

Meu segredo profanamente sagrado.
Olho no fundo dos teus trs olhos,
E vejo o Sol a Lua e o fogo.
E vejo o passado, o presente, e o futuro.

Mas, existe aquilo que deve ser conhecido.
E existe o que jamais poder ser revelado.

Mas tu no tens vergonha,
Tens o corpo nu, exibindo a tua beleza cruel.
E oculta a tua face sob os vus escuros do silncio,
E quando mostra a tua lngua ardentemente escarlate, que se agita numa voluptuosidade serpentina, consome todas as coisas e aprecia todos os sabores que o mundo diz ser proibido.

A criao e a destruio esto em tuas mos.
Empunha a espada ensangentada, e a cabea da falsa conscincia cortada.
E sussurra em meus ouvidos: 'no temas!'.
E me abre os teus portes, quando te peo:
Abre! Abre! Abre!
Abre-me teu porto de liberdade!
Eleva-me no teu furor de fmea indomvel no cio.

OM Kali, OM Kali, OM Kali.

Conceda-me a ddiva da tua flor orvalhada de sangue que arde em fogo brilhante de verdade.
Deleite h no inefvel encontro do fim com o incio.
E no Vale da Morte, sobre as lousas dos desencarnados,
No nosso leito morturio, pecado o que se faz do desejo o contrrio.
Incitantemente, teus quadris oscilam e derramam o lquido da tua taa.
Surge o tergico equincio, e a lembrana de todos os finais de tardes,
Em esplendor eterno, traado sobre nossas cabeas como um arco-ris,
Na casa nmero treze de So Joo Batista.

Venha! Venha! Venha!
Negra como a noite, e dance no meu corao,
Onde tudo arde, onde tudo queima.
Dance sacudindo teus cabelos e solte um berro sinistro,
Mostre-me o mundo sem controle.
Um mundo criado e destrudo na tua prpria dana selvagem.
Eu sou convidado a fazer parte dessa dana, dana frentica de vida e morte.
Esta dana que arrebata meu esprito, e que faz desaguar minha fonte orgsmica de matria, onde insaciavelmente tu bebes, e te banhas.

OM Kali, OM Kali, OM Kali.

*Dedicado a minha amada Kali.
[Embora permanea para sempre oculta aos olhos do mundo, pois existe aquilo que deve ser conhecido, e existe o que jamais poder ser revelado, tu sempre estars no fundo do meu corao e nas entrelinhas da minha escrita].

F. Aldebaran - 17/07/2006

S. A. G.

A minha busca espiritual ocorre no exato momento que Eu comeo escrever. Eu Sou aquele beb de poucos meses e cheio de feridas, o filho do homem e da mulher da noite. Sou aquele que teve a megalomania lavada do Esprito nas guas da fonte de uma praa pblica, diante dos olhos curiosos de inmeros transeuntes.
Sou aquele que usa a escrita para perscrutar a prpria existncia e o Cosmo. Ento, neste ato, ouo a Tua voz de tonalidade andrgina e vejo a Tua face sem gnero. A Tua misericrdia Te faz suave como a ptala de uma rosa, e a Tua fora e disciplina se compara a uma espada forjada em ouro e fogo num laboratrio alqumico. De Aldebaran, a maior que o Sol, Teu olho de besta selvagem me segue, e me protege de todos os perigos do abismo. Tu s delicadeza. Tu s fora. Viajas no barco de R, em sua fora subindo ao Leste, sobre os cus ao levantar do Sol. Estais com Ahator ao Sul, em beleza e triunfo. Estais junto a Tum em alegria descendo ao Oeste no pr-do-sol. Estais com Kephra no mais absoluto silncio, ao Norte, a viajar pelo cu meia noite do Sol, onde Tahuti est em p e proa e Ra-Hoor ao leme. Tu s Vnus, s Marte, s Aldebaran, embora no tenha nenhum nome. Tu s a Luz de Tiphareth que ilumina as minhas letras, que projetam as sombras onde Tu te escondes, entre linhas e pargrafos.
Quo feliz me sinto em ser o Teu Escriba, pois esta glria que me traz felicidade e me difere deste mundo. Existem vrios, no entanto, Eu Sou Um. E nessa mltipla unidade, estabeleo uma conexo amorosa, que espalha chispas de Luz pelo corredor de trevas, por onde caminho at ver esta Luz sublime. E numa grande esfera de Luz dourada, maior e mais incandescente que o Sol, vejo o Teu olho, Eu sinto todo o Teu esplendor, pois Tu s o segredo e o corao do Sol, transbordo luz! Todo o brilho de fogo intenso e escarlate expelido pelos meus poros. E diante do Teu olho, jaz a pequena Terra, que perenemente gira, sem sair do lugar, recebendo esta Luz que todo Amor. E a Tua luz que a minha Luz, que a nossa Luz, chega igualmente a todos, sem importar-se com as fronteiras, com as cores, ou com as classes e religies. Tu s o blsamo dos doentes de corpo e dos doentes de alma. Tu s a minha donzela prostituda a esperar-me sobre a cama coberta por finos lenis cor de prata. Tu s a minha Me Meretriz. Tu s a anci dos tempos imemorveis. Sobre mim, curvas todo o Teu corpo estrelado, tempestuosa e indomada, como as idias e planos antes de serem equilibrados pela realidade de meus signos lingsticos. Tu s a minha pgina em branco, meu campo no semeado. E na Tua vergonha est escondido o meu potencial vigorosamente encarnado e latente. Eu Te vejo como uma menina de cabelos prateados correndo livremente beira do rio Tocantins sob a Lua Nova. Tu s virgem, eternamente no penetrada, no pertence a ningum, exceto a Ti mesma. No Teu esplendor de Me, e de Meretriz, realiza todos os meus aspectos de criatividade, abrindo os braos, exibindo Teus seios rijos e abundantes, e o Teu ventre, que desabrocha em Vida. Meu prazer na unio Contigo a fora que sustenta a minha existncia. Sinto o poder em Teu prprio prazer, no orgasmo vermelho de sangue. E assim, mesmo estando Eu envolto pelo Teu cu escuro, encontro apoio quando seguro em Tua mo enrugada, de uma anci que ultrapassou a menopausa, e que clama pelo suave beijo da morte. E todas as coisas devem terminar a fim de suprir os seus incios. Meus gros so plantados em leiras cujas formas so de linhas em pginas, as quais devero ser ceifadas em seu devido tempo. A imaculada folha em branco possuda pela minha letra frtil, escrita no pergaminho das Eras, diante do meu espelho astral. As vidas se alimentaro da minha morte, e esta morte conduzir vida. E nesse conhecimento, encontra-se a Sabedoria, onde reconheo em Ti o meu prprio poder para terminar, para perder e ganhar, para destruir aquilo que est estagnado e decadente.
Aps todos os excessos cometidos que levara a humanidade a questionar suas regras de convivncia e relacionamento, Tu surges em mim, como a grande mudana, neste Novo on, nesta reflexo cuja concluso a realizao da Verdadeira Vontade. Aquela que traz a mais completa Liberdade, que me faz contemplar os desejos ardentes e a respeit-los, e nada, absolutamente nada, consegue deter estas gotas do oceano de minha Vontade, que a Tua Vontade, que repousa no cu estrelado, alm das milhes de estrelas luminosas, onde Tu surges voraz como um Leo de fogo que ruge e forte como um Touro de pedra, emanando a luz que brota do Teu olho e que desce at minha cabea, e essa luz que vai descendo, inunda todo o meu corao. Ento, vejo que Tu s Eu mesmo, e Eu mesmo Sou Tu, e a minha prpria viso era o muro que impedia a nossa Unio. Portanto, no vejo-Te mais, pois agora, Sou Um Contigo.
Francisco Aldebaran - 17/04/2006 e.v.

biografia:
Francisco Aldebaran

Antes que se faa algum juzo a respeito desta personalidade, importante observar a diferena de Dois que so Um. O Francisco Jnior pode-se dizer que o prisioneiro deste cativeiro material. Nasceu no Rio de Janeiro no dia 26 de maio de 1980. o filho da Glria, da Sra. Maria da Glria Fonseca dos Santos [paraibana, ex-domstica e vendedora ambulante], foi ela quem despertou o seu interesse pela leitura, atravs de estudos bblicos e constantemente o presenteando com discos de contos infantis, livros, e revistas em quadrinhos. E, posteriormente, em Imperatriz/MA, na escola pblica estadual Amaral Raposo, onde cursou o ensino fundamental e mdio, conheceu o seu primeiro Mestre, o professor de Lngua Portuguesa e Literatura, chamado Raimundo Pinheiro. Este foi o seu maior incentivador, e foi quem lhe apresentou grandes autores, como Homero, Plato, Machado de Assis, Joo da Cruz e Sousa, Fernando Pessoa, Augusto dos Anjos, Clarice Lispector, Autran Dourado, e muitos outros. Contudo, Srila Vyasadeva, a Bblia, e as obras de Aleister Crowley lhe marcaram profundamente.
Nesta mesma escola, fez grandes amizades com vrios professores, em especial, com o professor Carlos Alves Viana, o 'Filsofo do Psicodelismo', que muito contribuiu para a elaborao da presente obra. Embora tenha feito alguns poemas, como o 'Piloto de Disco Voador', quando ainda tinha apenas doze anos, ele mesmo afirma que foi um pescador poeta e cantador de Imperatriz/MA, chamado Zeca Tocantins, que lhe despertou o interesse de se dedicar escrita, ao lhe presentear com um de seus livros, intitulado Gotas de Sol. O seu pai o Sr. Pedro Hanorato dos Santos [cearense, apelidado de Carioca, pedreiro, marceneiro, dono de bar e vendedor ambulante], cuja maior lio que lhe ensinou foi 'o respeito e a dedicao ao trabalho'. Francisco Jnior chegou a lecionar lngua inglesa, muito contra a sua vontade, como professor substituto contratado pelo municpio, mas desistiu do magistrio. Trabalhou na Ouvidoria Geral do Municpio por alguns meses, e depois, trabalhou como recepcionista de hotel. Tem quatro irmos, mas conhece apenas um, por parte de pai biolgico, ou seja, so filhos do Sr. Francisco P. da Silva, conhecido como Chico Boinha, mestre cuca e bomio das noites cariocas. Seu irmo, o Felipe Sousa, cientista social. Francisco Jnior conheceu Zlia aos quinze anos de idade, um amor profanamente sagrado, e aps inumerveis idas e vindas, se casaram no dia 19 de dezembro de 2006. Atualmente, ele o responsvel pai de famlia, um excelente servidor pblico do Poder Judicirio do Maranho. Formou-se em Letras pela Universidade do Estado do Maranho. Foi o criador da seo Manifestao Cultural de um jornal de Imperatriz/MA, que circula tambm nos Estados do Par e Tocantins, graas ao apoio do Sr. Capijuba e de um escritor chamado Livaldo Fregona. Publicou na internet, em 2006, dois e-livros, O Poder da Vontade e Mensagem a uma Leitora Depressiva, pouco tempo depois, os retirou da rede por consider-los de m qualidade.
J o escritor F. Aldebaran, pode-se dizer que foi aquele beb de poucos meses e cheio de feridas, que nos braos de sua desconhecida me biolgica foi batizado nas guas da fonte de uma praa pblica, diante dos olhos de inmeros transeuntes. um verdadeiro Pago, firmado no Sol, na Lua e nas Estrelas, livre do cativeiro material, o prprio Ser. Embora envolto pelo manto do mistrio, ele o pai da Radharani Alves Aldebaran, que a melhor forma de conhec-lo atravs da matria, alm claro, de seus escritos.

Zlia [Esposa] s 20:30h.
Imperatriz/MA - 17/05/2009.

f.aldebaran@hotmail.com

 

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