s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Marcos Clayton Assis Sodr
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

Nossa Fuga

Fugimos para o meio do caminho, onde nada é conhecido; onde o novo nos espera; onde de olhos fechados planejamos ser apenas nós.
E no quarto escolhido; nosso ninho no escuro, nosso porto seguro, vejo-te inteira pela primeira vez. Sem véu...sem distância...
E como quem não encontra palavras, apenas caminho em tua direção. Quero olhar em teus olhos; sentir teu coração, como quem sonda se alí é o seu lugar.
Parece irreal. Mas encontramos o meio do caminho.
Agora, desejo teu carinho e toco tua face real, alva, tímida, ansiosa. E este toque, no encontro das Cascas tênues, provoca uma explosão de sensações e sentimentos que amedrontam, instigam, convidam...
Tua nudez embaralha minha razão. Não sei se ouso, se pasmo, se te tomo pela mão.
Adeus à razão. Os instintos agora dominam. E quando abro os olhos, já és minha, por completo.
Quão agradável é respirar o teu ar, em teu corpo passear, sentir teus batimentos, elevar tua pressão.
Não há o medo da morte.
Há apenas o gozo da vida.
Tudo dantes proibido, agora permitido; pois a distância nos aproximou, o desejo nos laçou, algo nos conduziu. E este momento cheio de magia, nos revela a mais doce alegria de entregar-se à paixão; de seguir o coração e ignorar as consequências.
O ontem jamais existiu.
O amanhã não é esperado.
Nos importa o hoje e este sonho realizado. Um presente para mim...um presente paraty.

Caminhos e Rosas

Tudo bem. Não diga nada, se não há nada a dizer. O silêncio é revelador. Os olhos são mais elucidantes. A voz desvia a atenção.
Nos entendemos bem; mesmo na ausência das palavras. Tudo o que havia a ser dito, já foi...e onde repousaram? Em alguma praia, talvez; ou quem sabe debaixo de algum viaduto, esquecido e abandonado em alguma calçada à margem da estrada da vida; lugar propício às contradições, aos contrastes. Não! Esperançosamente opto por acreditar que repousam em algum porto-seguro, mesmo que não possa mais vislumbrá-los.
Não há mágoas. Como poderia haver?
Há uma tentativa...um recomeço...uma disposição...mais tímida, é verdade; mas não menos verdadeira.
Ainda escrevo. Ainda me inspiras...
Este é o nosso espaço, quase que exclusivo, não fosse algumas duas intervenções. Cá estou todos os dias, à espera... por vezes admirando o pôr-do-sol, sem ser agraciado com a tua presença; mas amanhã ele nascerá novamente, e com ele renova-se a minha esperança; e cá estarei com esta rosa derretendo em minhas mãos.
Este sol me castiga. Não há por perto uma sombra sequer. Uma fonte de água...um quiosque que venda bebida. Estamos só: eu e saudade.
Não existem mais mistérios. Todos foram revelados. Quando existiam...ah quando existiam...tudo era diferente. A curiosidade era nosso combustível. Queríamos mais. Ir além. Surpreender, instigar, intrigar...agora...agora somos quem somos.
Abandonamos o atalho; voltamos ao caminho. Cada um no seu, na tentativa de chegar ao mesmo lugar: a desejada felicidade. Ainda não cheguei lá, mas acredite, estou feliz.
Que haja muitas rosas como esta que ainda derrete entre meus dedos, em seu longo caminho; e que no meu...que no meu apenas não haja os espinhos, mas se houver, pretendo não me ferir.

Em meio a lençóis submersos...

Eu aqui na minha solidão
Viajo até tua presença.
E vejo-te tão linda,
Em meio a lençóis, submersa.

E mesmo em meu pensamento
Alcanço teus lábios de pitanga
Acariciando-te sinto-te,
E contigo me deleito em tua cama.

E no compasso acelerado
No ritmo da nossa respiração
Minhas mãos reconhecem teu corpo
Minha alma encontra teu coração

Beijos umedecidos de amor
Em meio a carícias envolventes
E num toque de muita ternura
Gemidos de lábios efervescentes.

Teus seios firmes e tenros
Teu colo tão afável
Não quero voltar à solidão
Quero viver o amor incontrolável.

O teu ponto mais sensível
Explorar sem agonia
Até fazer-te explodir
No gozo da mais linda alegria

biografia:
Marcos Clayton Assis Sodré

Falar sobre mim talvez seja a tarefa mais difícil.
Posso dizer que sou obstinado [não confunda com predestinado].
Sou nascido na cidade de Búzios, Região dos Lagos-RJ, de família tradicional da cidade, herdeiro de uma educação correta, mas sem a rigidez de interior.
Minha pele tem gosto de sal. Amo praia. Sou formado em História, e o pretexto para o debate [seja ele filosófico, historiográfico, sociológico, religioso...] sempre me acompanha. Debater é crescer em conjunto!
Não tenho a visão fanática dos religiosos e nem a racionalidade exacerbada dos cientistas.
Assim com um grande amigo meu diz: Sou evangélico. Não sou RELIGIOSO!
Não sou marxista, não sou modernista, não sou pós-modernista. Sou conciliador! RAZÃO x Fé: Eu tenho os dois!

marcosbz@sodre.com

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s
s