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Marilice Costi
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
FMEA SUL-AMERICANA

transgressora menina
que no cala e embala
latino-americana
de mesma memria
de las Madres de Mayo
de filhos, de talhos
revolucionria

vive para o novo
em si, dentro e fora
hospeda na alma
aguerridas mulheres
homens de muitas ptrias

na marca dos seus dedos
perseguida Anita
todas digitais, fortes, carnais, compadecidas

mi sombrero es mi padre
desafiadora boina,
o leno vermelho
sangue, empreendedora

um porvir de colos a dar

onde os meninos?

no fundo do poo h vertentes
na teia do criar, as sementes
Gaia, barro, argila, corpos
teto, caverna, matas
p de estrada

mvel morada de quimeras
de los defensores de la tierra
de los hombres de nueva mirada
de los espiritos del cielo y del mar,
del mar, de ls vias del amar
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DOS MEDOS

sem controle da mente
que voa, voa, voa
a complexidade em mim
me assusta e tenho medo

medo de buraco sem fundo
e me perder do mundo
medo de perder as crias
e virar v para sempre

medo de ter feito tudo errado e
assim como minha v, um vulto,
mais um que oculto, s ter tido luto

medo de ter criado castelos de cartas
apenas

medo da palavra dita ou mal-dita
marcando a ferro e a fogo
a alma dos outros para sempre

medo de, ao ter sido eu
ter sido carrasca
nevasca, aquela que arrasta
e se afasta

medo de ter sido
menos porto do que devia
mais morta do que queria
mais torta do que podia

medo de ter sido
pai quando me queriam me
aquela que acolhe
que d calor e leite
aquela que mais pressente
e est presente
aquela, a menos tagarela
e culpada

medo de estar no rumo errado
de ser mito de ssifo e muro
e estar sempre algemada
escancarada

medo da luz intensa
da dor imensa
trem em movimento
moto contnuo sofrimento

medo de no poder mais
menina, gara e eterna palhaa
sentir a dureza cotidiana

medo de um sopro ao vento
ser lamento, urdimento
firmamento e fim

medo
de ficar pra sempre
fora de mim

set 2005

S MULHERES DE MINHA VIDA
Magros corpos escorridos ou redondos seios de acolhida, ouvidos moucos ou atentos de colo, bocas grandes ou pequenas de afagos, olhos de muitas ou poucas verdades, interestelares fios de afeto e celulares, muitas em uma s, uma s em muitas, so todas e nicas, comuns e singulares, meus pares de hormnios, terapeutas e irms, mes, mestras, junto todas numa s, e s tu, a mais prxima, e s ela, a mais distante, aquela que nunca mais, aquela imenso vazio, aquela que foi-se, a outra que danou-se, minhas colegas do dia, minhas filhas, minhas alunas, minhas especiais, todas fenomenais.
E somos todas Gaia, polaridades da mente inquieta e da mente sem ou a precisar de , Robertas, Neusas, Renatas, Melinas, Marinas, Carolinas, carinas, Margaridas, queridas, Alices, Elbenices, matizes, Analices, Analcias, Lcias, astcias, Terezas, Jeanetes, Rosanes, Elisabetes, Lisianes,Taises, Clarices, peraltices, Gessis, Ftimas, Janes, Lilianes, Irenes, Gabrielas, Mirians, Izabis, Marias, Beatrizes, Celis, Dulces, Denises, Ednias, colmias, Margas, Margaretes, Ingrids, Lenas, Helenas, Marias, Gladis, Carlas, Lianas, Domingas, Neivas, Cristinas, ngelas, Snias, Sissis,Taimaras, Silvanas, Lilianas, Joanas, Lias Maras, Glacires, Lurdes, Renatas, regatas, Martas, Suzis, pincis, Mnicas, Aldinas, Inas, serpentinas, Suzetes, Deisis, croquetes, Zairs, Selenes, Suzanas, cabanas, Graas, Joanas, as manas, Clarices, Anglicas, Julietas, violetas, Beatrizes, Delis, Glacis, Yasmin, Valescas, Vivianes, Juaras, Veras, Elviras, quimeras,Simones, Adrianas, Janainas, Agdas, Brbaras, Berenices, Telmas, Joelmas, Rejanes, Marianes, Luizas, Giseles, Vitrias, Micheles, Rosanas, Dominiques, Marilus, Clarindas, as dindas, Giselas, Carmelas, Cludias, Anas, Marianas, Neumas e Los, chapus, Odetes, Normas, Natlias, crislidas, Marisas, Sandras, Francilenes, Marlenes, Tenizas, Hildas, Elos, Morganas, Reginas, Raquis, Rosas, chorosas, Zils, Zairs, cafs.
Mulicores, todas em uma, vir a ser vis de lunas, as Antonias, Amlias, Aldas, amlgamas.

Rimas com meninas: com ventre, serpente, vertente, carente, doente, potente, coerente, poente, dormente. Trens, ca com po, trilhos, que carregam meninos.
E todas sois sis e estrelas, cadentes e valentes, p, argila, chuva e terra; outras firmes no firmamento, estrelas Dalva, estrelas da manh, Yans; ou verdes orvalhos ou garas gaivotas ou pombas guias.
Estas mulheres de minha vida so gua e fogo, terra e vento. Luz e lamento. Tormento e encanto. So o quanto sou de amianto, de manto, de acalanto.
-morfeu-apoteosis-fnix
Cuidadoras de mi vida
mundaru nimim.

Escrito por MARILICE COSTI no dia 08 de maro de 2008, 01 hora.

biografia:
Marilice Costi

De Passo Fundo/RS, reside em Porto Alegre desde 1974. Arquiteta e Urbanista pela Universidade Vale do Rio dos Sinos [1981], So Leopoldo, RS. Mestre em Arquitetura [PROPAR - UFRGS]. Cursou dois anos de Artes Plsticas [UPF- Passo Fundo]; 01 ano em Artes Cnicas [UFRGS]. Tem Especializao em Arteterapia pela Faculdade Marechal Cndido Rondon, PR. Monografia: Arteterapia em Oficinas de Poesia: a palavra escrita como recurso teraputico. escritora premiada, membro da Academia Literria Feminina do RS.
Atua como arteterapeuta, professora, arquiteta, consultora, artista plstica, oficineira e contadora de histrias, tambm organiza a produo de livros. Tem experincia docente na Universidade de Passo Fundo [UPF] e Pontifcia Universidade Catlica do RS. Ministrou curso de extenso universitria na UNISINOS. Faz palestras, oficinas e workshops para grupos diversificados e de forma individual. Criou a Oficina de Poesia: A linguagem do poeta e a sntese interior em 1995 e desde l ministra oficinas em atelier e em reas pblicas com objetivo de desbloquear a expresso, estimular a criatividade, facilitando a vinculao afetiva com a linguagem, qualificao do texto e valorizao da produo singular. Diretora da SANARTE, oficinas de criao e arteterapia, e SANA ARQUITETURA, ambientes de acordo com voc!
Atuou como facilitadora em oficina para cuidadores de portadores de sofrimento psquico [mes de portadores de esquizofrenia], profissionais cuidadores e pacientes do Hospital Psiquitrico So Pedro de Porto Alegre/RS na Oficina de Criatividade Nise da Silveira. tambm me cuidadora, editora-chefe da revista O CUIDADOR, lanada em novembro de 2008, a revista dos cuidadores, que pode ser vista no blog
acolhe.blogspot.com

marilice.costi@sanaarquitetura.arq.br

 

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