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Stenio Luz
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Flor/me/mulher

Em um ms de maio, de mes e de flores
O jardim da existncia me brindou com uma
Bela rosa, tanto tempo oculta
E que desabrocha no devido instante
Em que eu tinha a maior carncia
De um sorriso, de um recomeo.

O tpido e abenoado leite que te regou
Rosa formosa
Te fez crescer e coloriu as ptalas
Aveludadas que meu corpo anseia
E pede e chama e necessita e busca
A toda hora pra sobreviver.

Quando ele [meu corpo] sente o toque
Brando e terno, do teu
E a carcia me percorre toda a alma
Vou ao cu
Nas asas da paixo levito e sinto
O carinho e o amor da flor mulher.

Stnio, maio de 2008.

TARNTULA

Vem a mim, aranha, me arranha
Me faz subir pelas paredes, me prende
Em tuas redes, me leva pro teu cu
Me faz ninar, me pe na boca o mel
Que invejosos me dizem que fatal
No me faz mal.

Vem, me abraa, me enlaa, em cada um de teus fios
Me enrosca, me sufoca ou at me enforca,
Se teu querer, com certeza meu prazer.
Mas me embalsama com tua mgica saliva
Para que eu viva qual fara egpcio
Eternamente. E de sonho, poesia, brisa.

Quero arriscar-me, voar casas de caro
Que se derretem ao calor de um sopro teu
Que tua rede seja o pra-quedas, opparo
Que teu sorriso sempre e sempre prometeu
Quero provar a exuberncia de teus lbios
Sem importar quanto a picada me doeu

Me lambe, me extrai o sangue
Deixa-me sem qualquer hemcia
Exangue.
E ainda viverei.
Consorte, do teu amor
Sem ela, do teu calor.
Mas na rede, a tua/minha rede
E que desejei com tanta, tanta sede,
Que finalmente sinto que estou.


Stenio, setembro de 2008

INGRID BETANCOURT


Aps seis anos eclipsado reaparece o sol de teu sorriso
Sensibilidade e fora demonstra a todo instante
E muitos pesadelos so nele extravasados.
Em teu longo relato, a postura ereta
Parece dizer fadiga tu s nada, ou mesmo o tempo.
Da fibra mais resistente o teu corpo
Do mais doce mel teu sorriso.

De nada e para nada o mal que nem sei se te fizeram
Pois que serviu pra temperar o ao de tuas veias
E para mostrar ao mundo a candura de tua alma.
Voltaste radiante de luz prpria acumulada
No mais longo inverno polar que se conhece
Sem que os cegos animais que te prenderam
Tenham atingido o brutal intento de tambm cegar-te.

Nem sei se estiveste mesmo presa, pois esprito,
E ainda to forte, no se prende.
E no renascestes pois que nunca foste morta
Tua viso, ao contrrio est mais lmpida
E arguta. s a guia, cujas asas no se cortam
E solta e leve, linda e forte plana
Em cu de brigadeiro. primavera.

Junho de 2008.

Stenio.

Biografia:
Stenio Luz


Sou cearence, 58 anos, poeta e bancrio aposentado.

stenioluz@yahoo.com.br

 

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