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Pedro Osmar Gomes Coutinho
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
O amor recolhe seus mortos.

A festa no meu corao
Tem a cor e o perfume
Da mquina de tua boca pintada
Teus olhos de lince
Me silenciam.

Sou uma baguna
De corpo e alma.

Eu disse Bang
Voc disse Argh
Golpes de gilete
No teso.

Tempo.

Domingo chuvoso [apartamento]
A tarde pulando
Do 20 andar
Voc no meu corao
De bolero.

A paixo me deu um chute
E nem um beijo de desconto
Eu que paguei para ser o cavalo
Findei nu
Uma briga entre meu corao mole
[feito de arame e cola branca]
e um corpo moreno de gs
um samba desenredo
incndio no mar
cavalo suspenso e a queda.

Desejo.

Quando o amor
Despeja suas bombas
Na cidade adormecida
hora de sair das cavernas.

O amor tem sede
O amor se come
Sangue e fezes de gs
O amor a idia da dor
Uma dessas facadas
Que acerta em cheio
Um prazer estatelado.

Voc sabe?

O medo/biombo
De pau duro
a ltima mulher a sair
Do gs.

Medo/bicho
De atravessar pedradas
a vida qumica no ar
Se fsica.

O medo se disfara
lrico
ffios
a fsica entre o bem
e o mar [mental]
de vcuo.

Medo
Que perambula, vela
Cordas
De alguma poesia.

Medo de calcinha
Ensangentado
A bailarina
No aougue do dio.

Caminho inexplorado.

Lamb-lo num sorvete
O amor frio
Em Ipanema, tamba
Em teus olhos de puta
Perfur-lo com o medo
Arrebent-lo num frio
Arrepio
A gostosa morena
Que tem nojo de me chupar o pau.

O medo no espelho
No usa modess
E s toma vodka
De Kiev.

O medo bia na champanhe
E a noite s dele
Sua boca me beija
E uma gravata bem ntima
Nos enforca de tara.

Arte Popular Brasileira.

O amor
Em gavetas de chumbo
Lanado ao mar
De teus olhos
Amor plano
Seios duros
Ventre farto
Uma farra que cai
De oito metros de altura
E fratura o crnio.

Somos.

O medo numa mais nova roupagem
Medo/folhagem
Voraz e moderno
Estampido.

O medo desaba suas curvas
lcool de queima
Eu mesmo de ptria
Santificado.

Boas razes.

Em mim
Um fogo novo, devorador, impune
Irrompe do edifcio da paixo.

Dinheiro.

A paixo fundamental
Est por trs
Do corao em fogo
Solo
De uma guitarra ao longe.

E eis que o nosso amor
Um edifcio de doze andares
Tomba
E cai
No em runas
No incendiado
Cristo aos lees
Tomba em si mesmo
De teso.

A garota bota o dedo
Na ferida purulenta
E sorri
Um riso que bem pode ser
Uma navalhada no lbio
Intuio
Cincia e tecnologia
Marketing simples
Esquemtico, de um medo
Uma puta que no vai pra cama
Com o morto
O vmito do medo
Na cara da selvageria.

S falta ser um bicho sexual
Algo assim bem cedo
Longe, muito longe de mim
E uma mulher lindssima
Com a calcinha molhada
O medo este co raivoso
Lambendo a vagina de sua me.

Meu carnaval, meu samba
[as crianas em Jaguaribe]

Me apaixonar em ti
Em tudo
Nnas e Emlias
A mulher ideal
um gs que sufoca.

BIOGRAFA:
Pedro Osmar Gomes Coutinho

O nome e a msica de Pedro Osmar esto ligados a grandes nomes da MPB como Z Ramalho, Elba Ramalho, Lenine, Vital Farias, Xangai, Chico Csar e Zeca Baleiro, registrados em shows e discos a partir dos anos 70. Como Artista Multimdia, tem realizado exposies individuais e coletivas com seus desenhos, pinturas, gravuras e instalaes, alm de divulgar seus discos em shows no Nordeste, Rio e So Paulo, onde est radicado desde 2003. Pedro Osmar um provocador nato, atuando educativamente junto entidades comunitrias, estudantis e culturais.
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http://www.pedroosmar.blogspot.com/

pedroosmar@gmail.com

 

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