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Luiz Eduardo Corra Lima
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

Liberdade

Liberdade.
Li, livro, livre.
Liberdade.
Vi, verde, verdade.
Liberdade.
Ide, idade, vida.
Liberdade.
É, vivo, felicidade.

Liberdade.
Qualidade das águias no ar.
Liberdade.
Qualidade dos tubarões no mar.
Liberdade.
Qualidade das onças na mata.

Liberdade.
Sonho de alguns homens
E medo de outros humanos na Terra.
Aliás, quem são os verdadeiros humanos.
As águias, os tubarões, as onças ou o bicho homem.

Liberdade.
É interessante, mas parece que:
Somente os predadores são livres.
Ou melhor, só dependem de suas presas.
Talvez, por isso que nós humanos,
Não consigamos ser livres.
Ou ter liberdade em plenitude,
Pois nossas presas, somos nós mesmos.
Somos predadores de nossos semelhantes.
Somos verdadeiros canibais.
O canibalismo é desarmônico.
Sua tendência é o extermínio.

Liberdade.
Já que somos capazes de pensar.
Já que temos o dom do discernimento.
Já que queremos ser livres.
Por que continuamos agindo assim?

Luiz Eduardo Corrêa Lima

F A L T A D’Á G U A

As gotas gotejam nas gretas da gruta grande,
guiadas pelos gritos grosseiros de guerreiros.
Gritos de gigantes gentílicos e grotescos.
Gritos de guris gazeteiros e gulosos.
Gritos de gente genial.

Água, água, água.

E agora gigantes ?
E agora guris ?
Agora a água gastou.
Agora a água acabou.
E agora ?

A gota, o gole, o gosto, a água.
Como fazer grotescos gigantes ?
Como fazer gulosos guris ?
E agora ?

Os gigantes gritavam.
Guerra geral gigantes !
Os guris gemiam.
Guerra geral guris !
Guerra, guerra, guerra.
E agora ?

Água, água, água.
Eram os gritos graves dos gigantes.
Ägua, água, água.
Eram os gemidos agudos dos guris.
E agora ?

Luiz Eduardo Corrêa Lima

Guerra para que?

Guerra sim, guerra não,
Toda guerra é ilusão.
Guerra não, guerra sim,
Toda guerra leva ao fim.

Certo dia me falaram da guerra,
Eu não achei interessante ouvir,
Pois enquanto alguém caia por terra,
Outro corria para não cair.

Quando a guerra atinge seu auge,
Parece que o mundo vai acabar.
Tem gente correndo p`ra todo lado
Tem gente caindo em todo lugar.

O homem guerreando é besta fera,
Parece o demônio ou monstro qualquer.
E quando ele entende o caos de guerra,
Lembra da família: dos filhos e da mulher.

Tentei descobrir o sentido da guerra,
Fiquei frustrado, pois não consegui.
Cada homem que cai é uma criança que berra,
Cada homem que corre é uma criança a fugir.

Guerra nenhuma faz sentido,
Porque toda guerra é uma anomalia.
Queria que as guerras não existissem,
Queria paz, amor e harmonia.

O homem caiu na guerra.
O homem correu na guerra.
O homem sumiu na guerra.
O homem morreu na guerra.

O homem que morreu na guerra,
Não morreu porque ele quis.
Sua morte como besta fera,
Foi por causa de outro infeliz.

Tentei parar a guerra no mundo.
Tentei mostrar que é um erro horrendo.
Trataram-me como um vagabundo,
Pois sem guerra, todos estariam perdendo.
O fim da guerra é a destruição do outro.
A ilusão da guerra é a vitória.
Guerra nenhuma destrói o adversário.
Guerra nenhuma foi vencida na história.

Houve guerras que duraram,
Desde de 10, 20 até 100 anos.
Mas houve guerras que acabaram,
Rapidamente, debaixo dos panos.

Vou para por aqui agora.
Chega de tanto falar de guerra.
Certamente há de chegar à hora,
Em que teremos paz na Terra.

Luiz Eduardo Corrêa Lima

biografia:
Luiz Eduardo Corrêa Lima

Não sou poeta profissional, sou biólogo e professor universitário, mas gosto de escrever poesias. Sou autor de 10 livros, centenas de artigos e dezenas de poesias, o que me permitiu ser integrado como membro da Academia Caçapavense de Letras.

leclima@hotmail.com

 

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