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Jorge Luiz Vargas [1: Cnsul - Distrito Federal]
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Poema da despedida
[Jorge Luiz Vargas]

Um dia, quando chegar a hora
Da sua despedida
E voc tiver que ir embora
Mesmo que eu sinta profunda tristeza
Prefiro que no me olhe

Queria que sua despedida
Fosse como a da tarde em relao ao dia
Dando lugar minha lua para iluminar a noite
Que depois cede seu lugar ao sol
Para iluminar e aquecer um novo dia

Queria que sua despedida
Tivesse a leveza de um boto desabrochando em flor
Com cor e perfume para alegrar um corao apaixonado
O mesmo corao que um dia voc se plantou

Queria que sua despedida
Deixasse em meu corao um lindo jardim
Com rosas, margaridas, orqudeas
Plantadas por voc e com seu jeito de gostar de mim

Queria que sua despedida
Fosse como a calmaria do mar
Tranqila, serena sem fazer marola
Onde eu possa com minha nau navegar
Sem sobressaltos

Queria que sua despedida
Fosse como a corrente dos rios
Que ao encontrarem seu destino, o mar
L deixe todas as tristezas e mgoas
Se acaso elas existirem

Queria que sua despedida
Fosse como a lua se despede do sol
Como o dia da noite
Como as estrelas se vo, apenas deixando de brilhar
Mas elas sempre esto l

Queria que voc, ao se despedir de mim,
No falasse nada. No dissesse nada...
Apenas deixe de brilhar e transforme em silncio
A certeza de que permanecer em meu corao


Quando morre a poesia
[Jorge Luiz Vargas]

'Hoje at minhas lgrimas choram
Tamanha a dor da saudade de ti
Que ao ter que de voc partir
Choram comigo
Pois tambm no queriam ir'

Hoje me despedi de mim
Ponto final de uma histria de amor
Que por ser uma histria sem fim
Acabou triste e com muita dor

Hoje chegou o triste dia
De um grande amor se despedir
Mesmo dizendo que no queria ir
No tem jeito o certo partir

Partir em pedaos um corao apaixonado
Sabendo que s amar no tem mais razo
No final eu fui o grande culpado
Por s ter o amor dentro do corao

Agora o poeta
Vive morto vagando sem rumo
Corao em pedaos partido
Na lembrana o que jamais se acabou
Mas na certeza que o final chegou

Com o poeta morre a poesia
Que o amor lhe inspirava
Hoje s resta a grande certeza
Que como ele ningum a amava

E o poeta se foi, levando toda fantasia
Que na sua histria o amor era magia
Que jamais imaginou chegar o dia
De se despedir e morrer
Pra sempre
O poeta e a poesia


Lgrimas que choram
[Jorge Luiz Vargas]

Hoje as lgrimas transbordam sobre mim
Correm como rios e se jogam em cachoeiras
Nascem pela certeza que tenho um amor sem fim

Hoje as lgrimas so de despedida
Por ver que a dor da saudade
E da falta que far um grande amor
Atormentar um corao apaixonado
Que no sabe se suportar tamanha dor

Hoje at minhas lgrimas choram
Tamanha a dor da saudade de ti
Que ao ter que de voc partir
Choram comigo, pois tambm no queriam ir

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Apresentao:
Jorge Luiz Vargas

Sou taurino. Nasci durante o outono em uma tarde de quinta-feira, perodo de lua cheia de abril, na cidade de Niteri, Estado do Rio de Janeiro.
Mais de meio sculo se passaram e continuo seguindo minha estrada.

Filho de um casal guerreiro, amigo e companheiro, almas gmeas por inteiro que at hoje nos orgulham e nos servem como espelho. Seis filhos lhes trouxeram alegrias, quatro rosas e dois cravos. Uma se chama saudade e est sempre presente, no corao da gente.

Em Braslia, DF, desde junho de 1972. Por esta cidade me apaixonei. Nela me criei, estudei e me formei. Trabalhei e aposentei. Duas vezes me casei, as mesmas me separei, um casal de filhos plantei, uma neta ganhei.

Nunca me imaginei poeta. Mas sempre tive versos no pensamento, nas horas de lamento, das perdas e dos arrependimentos, das idas e vindas, do amor e do desamor, dos encantos e desencantos.

De repente, retomando a estrada antiga, me vi passando para o papel, versos que j tinham prontos no pensamento.
Hoje fao poesias, escrevo tristezas e alegrias. Fao em verso e prosa, o que trago no corao, o que me chama a ateno mesmo com revolta ou no.

Sou um aprendiz de poeta.

O que escrevo poder servir como lio, visto como espelho e guardado no corao. Ou se espalhar - rasgado em pedaos - como folhas mortas pelo cho.

Meu site: www.amorempoesia.com.br

Jorge Luiz Vargas [aprendiz de poeta]


jlvargas@amorempoesia.com.br

 

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