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Aidenor Aires Pereira
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
A PRIMAVERA

Apesar de tanta escurido
a primavera chegada
tal uma rosa, a prumo,
no gume de uma espada.

Em minha terra a primavera
vem do cho,
ode vir antes ou depois
do calendrio
mas nunca falta no.

A primavera em minha terra
talvez seja s uma palavra,
uma mulher amojando,
uma terra que se lavra.

A primavera em minha terra
talvez seja s uma palavra,
algo antigo que se queima,
uma tristeza que se lava.

Em minha terra a primavera
vem do cho,
pode vir antes ou depois
do calendrio
mas nunca falta no.

RESENA

Ter que ficar aqui
no meio da rua testemunhado a vida
quando todas as ruas esto mortas

Vir para o meio do mundo
e dizer do alto das escadas
que a poesia triste
e que a vida feita s de estradas.

Vir para o meio do mundo
quando j no cabe no mundo
a chave da sua porta.

PERMANNCIA

S para no morrer,
me deitei ao seu lado
e desatei a esteira
de pssaros.
As cabras pastavam dos cabelos,
e no havia mais
que o momento
suspenso
sobre a nossa cabea.

S para no morrer dei seu nome
s coisas da terra.
Dei meu nome
ao rio leite
e aos teus seios profundos.

Foi s para no morrer
que eu imitei o amor
e me pus na voz das coisas
e no abismo, por onde alagavam tuas pernas,
a luz dormente de uma estrela escura,
fiz do no ser,
da inteira ausncia,
minha manh de perdio,
ser de procura.
Foi s para no morrer
que eu me deitei ao teu lado
como um menino no frio,
cativo pssaro calado.

Biografa:
Aidenor Aires Pereira

Nasceu em Riacho da Neves BA, no dia 30 de maio de 1946. Reside em Goinia desde a infncia e aqui fez todos os seus estudos. Bacharelou-se em Letras Vernculas e em Direito pela Universidade Catlica de Gois. Aposentou-se como promotor de justia. Foi Presidente da Unio Brasileira de Escritores de Gois. Pertence Academia Goiana de Letras e Academia Goianiense de Letras. Presidente do Instituto Histrico e Geogrfico de Gois. Publicou os livros: Reflexes do Conflito, poesia- Goinia,1970; Itinerrio da Aflio, poemas. Goinia, 1973; Na Estao da Aves, poemas 1973; Lavra do Insolvel, poemas. Goinia: Oriente, 1994; Rio Interior, poemas. Goinia: Amaragrei. Braslia: Ipiranga, 1978; O Canto do Regresso, poemas. Goinia. 1979; Tuera Elegia Caraj, poemas. Braslia: Thesaurus, 1980; Aprendiz do Desencanto, poemas. Goinia: Unigraf, 1982; Os Deuses So Pssaros do Vento. Goinia: Cerne, 1984; A rvore do Energmeno, contos, Kelps, 2001, Via Viator, poemas. So Paulo: Melhoramentos, 1986 e O Dia Frgil, UBEGO/Kelps,2005.

http://aidenoraires@blogspot.com

literjur@terra.com.br

 

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