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Claudio Lisias Targino
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Dilogo entre o amor e a dor...

hora de partir...
Porque vai?
No preciso que voc v...
Mas necessrio!
Quero que fique...
Eu tambm adoraria, mas...
Estou indo.
Puxa no queria que fosse...
Mas imperativo que eu v, e j!
J no posso aqui estar...
J no devo ficar!
Afinal agora teu lugar...
J no sou mais necessrio...
No h mais adversrio!
Se ficar, serei hilrio!
Mas eu no gostaria que voc tivesse de ir...
Posso ir contigo?
Sabes que no!
Porque tens de ir?
Tu sabes...
Queria que ficasse, e no tivesse de ir!
E aqui pudesse ouvir, sorrir, sentir...
contigo o meu ser...
No! precisas dele, no levarei o teu ser...
A mim de nada serviria.
Quem sabe se...
No! Vou ficar!
Mas no aqui, no mais...
J vou!
No gosto da cor do mundo quando vais!
Que pena so tuas estas cores!
De tua paleta cada uma delas.
Fique me d novas cores...
Sabes que no podemos,
Se o fizer deixas de existir, e no quero isso!
No saberia quem sou sem que existas.
Ando agora para que nos vejamos aqui ou onde minha prxima morada advir!
Mas certo que nos veremos!
No gosto de te despedir.
Mas sabes que deve!
Se no me despedires como nos veremos novamente?
Despea-te, anda!
Apenas um aceno, e estar feito!
At a vista, AMOR!
Boa estada para ti! DOR
E at a prxima dona DOR!
Cuidarei bem de tua prxima morada!
Como sempre fao...
Adeus AMOR!
Boa estada, Dona DOR!

Flerte em Mi MAIOR

Vejo os olhos da vida...
Hoje ela esta com olhos de Capit.
Olhos de ressaca.
O grande porre, enorme, forte, vivo!
Graas ao Bom Deus no ser o ultimo...
Espere. Ainda no abri os olhos.
Mas j vejo os dela!
Olhos de ressaca!
Sentada a diante, vestes a se compor!
Corpo quase desnudo.
Algum diga a essa senhora de meia idade, Dona vida!
Que no de bom tratar que ela se porte assim!
J disseram! Ela respondeu: Vo ter com as cigarras! Ratos de cais!
Nossa afiada a lngua e o tratar da jovem senhora!
Mas dirigi-se assim aos outros no a mim!
Sempre a tive em mais alta conta, porque a mim dirimir?
Hoje ela se apresenta como um jovem senhora.
No vigor da idade.
Carnes lindas e ofegantes!
Almeja saciar seus instintos...
Do que se sacia a vida?
J olhei pra ela antes, e no era essa jovem senhora, era um brbaro de dois metros e meio de altura!
Um grito to forte que vibravam minhas vistas!
Intimidei-a com mais inocncia de no tem-lo do que de qualquer outro mrito.
A outra vista se tornou um feitor, daqueles a cavalo sempre a espreitar qualquer lida fora do campo.
Libertei-me...
s custas de bem menos do que a morte do tal brbaro.
Ento ela se achegou como uma jovem senhora, linda!
Ainda em brilho de suas virtudes de mulher!
Flertei com ela!
Desejei-a no primeiro segundo!
E ainda ela me trata como a um restolho de poucos cobres.
Ainda a vejo em formas virtuosas! Desejo-a
Um fio forte e vivo de esperana ainda me acerca!
De onde essa moa j quase senhora se torne, um linda e doce mulher...
Que saiba ler e escrever a diretriz de sua inteno, apenas no olhar!
Que sinta a dor e o olhar dos passantes pelo falar!
Que possa somar aos desvalidos de fora, a esperana que a recuperem!
Aos fracos de mente um corao de ao para se valerem de sua lana, a coragem!
Aos apaixonados um corao digno de suas odes...
E ento que ela se sacie de viver...
Sim de viver dos passantes que ela se nutre!
Pois linda mulher, no te tornes o que a jovem senhora tem no olhar!
Torna-te ao estado de meus desejos...
Ali terei banquetes de teus manjares mais desejados!
Levarei-te ao deleite, nico e sincero de ser teu eu desejado...
Pois em teus olhos no mais habitar Capitu!
Nem olhares de meretriz.
Mas apenas um firma e meigo fitar, tpico dos que ao mundo desejam conhecer!
Toma-me, vida minha!
Ser teu me agrada, afaga, embriaga...
Cantarei a ti odes em Mi maior.
Toma-me...

Cortesia da vida

Linda a ceia da vida!
Nobres e justos seus anseios...
Confrontam o mnimo
Do meu eu to cnico
Brinda ao que sabe do Amor
Em uma mesa sem fixos lugares,
Muitos andares
Todos os manjares
Que testam e enlouquecem aos olhares
Aguam a e torturam os mais vis apetites
Nela todos tem requintes
E seus acintes
Todos tm posio,
Mas nem todos, satisfao.
Dela se fartam com o melhor e o pior
Do ouro e da prata
Do belo e do feio
Do que eu amo e do que eu odeio
Do que te ama e do que te odeia
Mas nada a contragosto, Dor
apenas se em outros pratos,
que no os teus, pousarem teu olhar!
Perversa? No!
Se de aparncia m,
Ouse e vers, quanto mais repulsa
Maior sabor ela te dar!
Se menos lhe pedir,
Mais contente ela h de te sentir
E se ainda assim tu, contra ela te levantares
Em outra cadeira poder procurar
Os teus to desejados manjares
Mas v ciente de que, de ti!
Ela se ressente
E em tua taa ters, assim
Muito e tudo de ruim
Essa a ceia da vida
Mantida, sentida, vivida!
D aos bons e maus
O igual
Celebra aos vivos e certos
Mal trata aos famintos e nscios
E tudo que dela sai
Em tudo que com ela vai
Tem na sua essncia
A alma da humana existncia
Senta-te e se d por contente
Pois, s dela cria
O que recebes
O que dela bebes
Fazem de ti apenas uma rs
Ento sejas corts!
E sorria!
Pois teu eu da vida
apenas uma cortesia

Biografa:
Claudio Lisias Targino


biografia:
-homem,
-solteiro,
-brasileiro;
-qumico;
-poeta;
-apaixonado por um anjo de lindos olhos azuis;

-inspirado pelo mundo e suas dores;

-coloca nas brancas faces da virtualia o que suas veias sentem no sangue;

Vendetta por Vendetta

claudio_bsb@ibest.com.br

 

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