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Jos Eduardo Domingos
Nacionalidad:
Portugal
E-mail:
Biografia
ENCONTRO

CONTO TODOS OS PASSOS QUE DEI
DESDE LONGE PARA TE ENCONTRAR,
E NOS SEUS ESCOS EU ENCONTREI
ESTA VONTADE DE TE AMAR!

SEI QUE ALGURES ME ESPERAS, SIM!
NO TENHO PRESSA, NO VOU CORRER,
PORQUE SEI QUE NASCESTE P'RA MIM
NO DUVIDES,ASSIM D-US O QUER!

NOS TEUS LABIOS, NO TEU REGAO,
SINTO O CARINHO TEU COM CALOR,
TUDO COMEA NUM ABRAO
PERTO DO CORAO, O AMOR!

AS AVES DO CU VM CANTAR
TROVAS E VERSOS, MELODIAS,
TAMBM ELAS QUEREM EMBALAR
AS EMOES, AS ALEGRIAS!

E QUANDO OLHO TEU RETRATO,
EM SILENCIO, SEM DIZER NADA,
H MAIS TERNURA NO MEU QUARTO,
MAIS SUAVE A MADRUGADA!

TOCO DEVAGAR COM MINHA MO
TEU ROSTO DE MENINA A SORRIR,
CANTANDO-LHE A NOSSA CANO
E CONTIGO, A SONHAR VOU DORMIR!

DE MANH CEDO AO ACORDAR
DOU-TE OS BONS-DIAS COM CARINHO,
E RESPONDES:' EU VOU ESPERAR
LOGO NOITE COM UM BEIJINHO!

Jos Domingos

O CAMINHO

O comboio j tinha sado
O atleta corria desenfreado
O camio, monstro, era mastodntico
A ponte grande, metlica, de ferro fundido,
O carro veloz caminha srdido
O disco tocava um som remexido
O cu estava cinzento, nrdico!

Na estrada de ningum a criana corria!
Era pequena, bela, gil, pensante,
Por vezes sorridente, por vezes distante.
Numa bicicleta que era a Vida,
Dava o ritmo, aquela pedalada constante,
Como constantes so os sonhos!

Desafiava os horizontes, a guerra, o ao
E, qual menino com o mao,
Conquistou as estrelas, os mares, os sonhos!
Aquela criana buscava o ar, os Deuses, amores
Mais do que carinhos, afectos e abraos,
Ganhou a $3> e conquistou espaos,
Onde, afinal, se resume a vida!

A UM ARTISTA

Aprendeste do nada a ser tu,
Fazendo do pincel uma arma,
Coa Natureza e tua alma,
Baptizando tela, pano cru!

Inventas-te nesse corpo nu
Talhado plo suor e pla fama,
Perto do cu, dentro da alma,
Com que sentes a terra que s tu!.

Ergues uma cidade,
Fazes dArte a fala
Muralha da verdade ;

Cultiva o grito que a Arte
Entoa e no cala,
Seja Atena, ou Marte !

Guarda, 20 de Dezembro de 1975
[Ao pintor e escultor conterrneo, Lus Rebello, com amizade]


SE a saudade fosse uma onda,
Ela seria certamente a maior e mais forte do ocerano!
Se fosse o sol, ele aqueceria teu corao
Na frieza da noite sem Luar!
Se fosse uma estrada,
Daria a volta mais curta para te encontrar,
Beijar e acariciar!
Se fosse a Lua, derramia,
sem cessar, os raios suaves da clara noite
Para abraar teu retrato na minha mesa!
Se fosse uma flor,
Seria a maior e mais esbelta,
Com a certeza de te encontrar enbevecida,
Saboreando os labios que beijaram os teus
Recatada Numa imagem viva,
Que toco e sinto, ao fechar os olhos....
No pensamento!
Se fosse a extensa pradaria,
Encolheria seu tamanho para se tornar o canteiro
Que repelto e flores decora os teus seios
Para afagar teu corpo prximo de mim!
Se fosse vento,
Seria o mais veloz, galgaria mares e montanhas,
Venceria precipicios e depresses,
Para chegar feito brisa junto ao teu corpo
De mulher, de templo!.
Se fosse a grande cidade,
Converter-se-hia no povelo mais pequeno
Para que no houvesse a distncia
E as maos entrelaassem as tuas
Num carinho sedento de fora e amor.
Ma a saudade como ,
Corroi, rasga meu peito como espinho,
Arranca a lgrima que se esconde,
Obriga a fechar os olhos e recordar
O sorriso, o alento de um beijo,
O abrao mais fote do que a corrente
Que nos amarra,
Faz tremer, tortura e mitiga,
feita de poemas e de calendrios
Que no rosrio dos dias
Desfolha o tempo.
Na esperana de te abraar!

Jos Domingos
Guarda, 2008.04.02


*******

Mesmo que as nuvens caiam
E o sol se esconda
Mesmo quando um lgrima se solta
Quase triste, quase morta,
O mar ruge no seu corao de onda
E as terras vermelhas de abram;

Mesmo quando os rios fugirem
Da foz para a nascente
Num trocar de destinos angustiantes
E as crianas j no sorrirem
Os espritos calem os videntes
Ou os cristais mais finos se partirem;

Mesmo quando o tudo nada
As fontes no brotarem
As flores perderem o perfume
Ao longo do caminho, da estrada,
Os pssaros no cantarem
E o gesto saiba a azedume

Mesmo que o silncio grite
O mundo pare de girar
Num limitado infinito,
A raiva da mo se agite,
A gota deixe de balanar
No ramo de arvore decrpito.

Os meus olhos sabero olhar
Os meus gestos sabero tocar
Os meus passos sabero andar
O corao saber palpitar
Os braos sabero abraar
Porque eu saberei te amar!

jos domingos
2007.10.02


SENTIMENTO E AR QUENTE

A manh afaga meus cabelos!
Um vento de longe,
To quente, to suave,
Aporta ao meu mar versos
Poemas de Amor!

Chamam-se brisa irrequieta
Sulcando o oceano feito jardim
Onde florescem crepsculos e ninfas
No mais perfeito matiz
De natureza repleta
Com rosas, cravos e jasmim!

Sentado no meu penedo de iluses,
Acolho esse olhar que a brisa me traz
De terras longnquas, verdejantes,
O sorriso de uns lbios tais
O gesto mais penetrante
Numa mensagem viva de amor!

O vento feito brisa me beija,
As mos, trmulas, procuram o cheiro
Da pele hmida, da terra lavrada,
Enigmtica, perene, concreta,
Que enche meu corao vareiro!

Essa brisa sulca meu olhar,
Rebusca nas entranhas do ser
Aquela vontade mais forte que eu,
A energia da alvorada
No toque mais perfeito de te amar!

Dezembro, 2007

RUAS E CAMINHADAS

Olho a rua e nela caminham as gentes!
O cho est marcado pelas pisadas
Nas pedras lisas, enegrecidas,
Dos passos apressados das torrentes
De pessoas laboriosas e crentes
Numa $3>$3>$3> de felicidade e ambio!

Apressados, os gestos querem dizer palavras
As palavras querem dizer suores
Abraas, afagos, labores
Nas terras virgens que encaras
Com o mago do solo que lavras
Na tenacidade forte de tua mo!

As casas, frondosas umas, humildes outras,
Ladeiam essas ruas onde caminham coraes
Repletos de sonhos, palpitares e paixes
Buscando escadarias, esquinas, ruelas abruptas
Onde olhares breves e palavras curtas
Ficam mudos e inquietos, na iluso!

Vejo entre os mais o teu rosto sorridente,
Irradiando sol, energia e paz
Como somente o Cu encerra e traz
Aos passos apressados daquela gente
Que a calada da rua sente
Como alma do bater do corao!

Fico embevecido a olhar a brisa
Do teu encanto ao caminhares
Naquelas pedras, nos corpos e nos lares
Do amor que me dedicas e desliza
Na suavidade daquela brisa
Que teu beijo me d, com paixo!

Jos Domingos
19/11/2007


********

O horizonte mostra o Luar!
Raios de prata sulcam as montanhas,
Os ventos sopram mais frescos,
Minsculas luzes polvilham os cus,
Cantam grilos e murmuram guas
Na correria mansa daquele regato,
Um qualquer crrego que se esconde socapa
Dos olhares atrevidos dos namorados
Prometendo amores, iluses e sonhos!

Noite!
A poesia clama do mago do corao
As mais belas palavras de amor
Cruzando espaos siderais,
To distantes, to reais,
Como as mos entrelaadas dos apaixonados
Que acalentam a boca em beijos sfregos
Ardentes, olhos cerrados, sorridentes,
Vagueando caminhos floridos
De um jardim de carcias abraadas,
Penetrantes, desejadas
Sob aquele Luar de prata e sonho!

Longe, as candeias de uma qualquer casa
Diz que ali h carinho e desejo,
H entrega do corpo e do beijo
Versos e Poetas, o calor de uma brasa!
Uma rvore, ali bem perto,
Acolhe com ternura, estou certo,
Aquela ave que ainda tarde cantava
Num chilrear bailado de cor e matiz,
Ao cruzar o firmamento pintado de azul celeste,
Enigmtico, enorme, infindo
Como sem fim so os beijos que me deste
Debaixo da copa daquele cipreste,
Onde gravei o teu e o meu corao
Num troco esculpido de beleza
Que quis D-us e quer a natureza
Que seja nosso porto de abrigo
Para um dia estar contigo
Num coral de luz e Cr
Onde se cantam canes de amor
Nesta noite de Luar.

Jos Domingos
2007.11.03


Biografa:
Jos Eduardo de Matos Domingos

NATURALIDADE: Guarda
FREGUESIA: So Vicente
DATA DE NASCIMENTO: 22. Junho.1951
PROFISSO: Jornalista Profissional [CP 1252]
RESIDNCIA: GUARDA
HABILITAES: Licenciado em Histria

-Comeou a escrever muito novo, aos 14 anos, para o jornal Luz da Beira, que se publicava na vila de Meda sob a direco de Joo Abreu.
- Escreveu durante os estudos liceais no Liceu Nacional da Guarda para o jornal escolar O Riacho.
-Foi colaborador na Grfica do jornal Correio da Beira [Rua 31 de Janeiro Guarda]
Comea aos 17 anos a realizar programas na Rdio Altitude da Guarda, onde apresenta os noticirios com Antnio Pinheiro, Emlio Aragons e Joaquim Lopes Craveiro Jnior
-Na mesma rdio apresenta o programa de msica pedida FELICITAES
-Aps o 25 de Abril de 1974 participa em vrios programas radiofnicos nesta estao emissora onde, com cria o programa GIROFL, infantil, onde viria a nascer a CERCIG COOPERATIVA EDUCACIONAL E DE RECUPERAO DE CRIANAS INADPTADAS DA GUARDA.
-Para angariar fundos para esta instituio, com a colaborao da sua madrinha, a escritora, romancista e poetisa Odette de Saint-Maurice, promove espectculos no Cine-Teatro da Guarda, ento dirigido por Ablio Curto [que tambm realizou e colaborou no Programa/Clube Girofl] com a participao de vrios artistas: Paco Bandeira, Frei Vicente, Rui Lus de Castro, Jos Barata Moura, o palhao internacional Orlando Dantes, o ilusionista Serip e ainda a colaborao de crianas do Centro de Assistncia Social da Guarda e o patrocnio comercial da Casa Cogumelo de Eduardo Esprito Santo, Armando Gil e Filomena Esprito Santo Gil
-Motivado e a convite de Odette de Saint Maurice, dos realizadores radiofnicos Nunes Forte e Armando Marques Pereira, participa de 1977 a 1979 no programa da Liga de Amigos da Rdio Renascena e, na mesma estao emissora, no programa TUDO PODE ACONTECER.
-Trabalhando, inicia os estudos em Histria e coordenador de um grupo de jovens de Ocupao de Tempos Livres [OTL] que limpam monumentos e efectuam estudos na Guarda [Centro Histrico]
-Em 1975-76 reabre a estao emissora da ex-Emissora Nacional [actual RDP] na Guarda onde efectua reportagens informativas e realiza com Manuel Arago o programa MUSIVRIA centrado na RDP-CENTRO, em que na Guarda colaboram como tcnicos Antnio Santos e Clavier Bernardo Alves.
-Em 1978, a convite da Administrao da ANOP Agncia de Noticias de Portugal presidida por Tito de Morais e pelo Delegado na recm criada Delegao da Guarda da mesma Agncia, entra para os quadros da mesma.
-Permanece na ANOP at sua extino e entra imediatamente/automaticamente na Lusa Agncia de Noticias de Portugal onde permanece at Maro de 2006.
-De 1982 a 1989 desempenha funes de Assessor da Cmara Municipal de Trancoso presidida por Jlio Sarmento
- Assessor dos Governadores Civis da Guarda, Marlia Raimundo e Rui Proena Dias [de 1988 a 1995].
-Em Fevereiro de 2007 comea a escrever como redactor jornalista no Dirio As Beiras, sedeado em Taveiro Coimbra
-A partir de Maio de 2007 retoma as funes de Assessor da Cmara Municipal de Trancoso e Empresa Municipal Trancoso Eventos.

OUTRAS ACTIVIDADES E REFERNCIAS

- De 1975 a 1981 Observador Meteorolgico na Estao Meteorolgica da Guarda [Torre dos Ferreiros]
-! 977 Por ocasio da visita Guarda do Presidente da Repblica, general Ramalho Eanes nas celebraes do primeiro Dia de Portugal de Cames e das Comunidades Portuguesas [10 de Junho] guia, integra a comisso organizadora e explica ao Presidente da repblica a monumentalidade e histria da Guarda.
-Em 1980 foi fundador da Associao de Amizade Portugal-Israel com Sam Levy, Adriano Vasco Rodrigues, Itzhak Sarfaty, Jos Lus Nunes, entre outros
-A 02 de Maio de 1981 o Director de Informao da ANOP, Wilton Fonseca, felicita-o pelo trabalho realizado sobre Os Judeus
-Em 17 de Fevereiro de1982 apadrinhou a primeira geminao entre cidades Portuguesas e Israelitas, neste caso entre Guarda [Cmara Municipal presidida por Ablio Curto] e Safad [Municpio presidido por Aaron Nahmias]
-Em 1981 torna-se membro da Associao Amigos de Unamuno [Salamanca- Espanha]
-Organiza em 1981 na Guarda o Primeiro Encontro Internacional da Histria das Beiras e dos Judeus Peninsulares com a participao de especialista, historiadores, investigadores e membros da Comunidade Judaica Portuguesa e sob a presidncia do Embaixador de Israel, Dov Halevy-Milman
-Organiza em 1985 em Gouveia o Segundo Encontro da Histria das Beiras e dos Judeus Peninsulares presidido pelo Conselheiro da Embaixada de Israel em Lisboa, Gideon Ben-Ami
-Organiza em 1988 em Trancoso o Terceiro Encontro Internacional da Histria das Beiras e dos Judeus Peninsulares e Primeiro Congresso Judaico Portugus com a participao de jornalistas de Portugal, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Israel, Itlia e Brasil e ainda antigos alunos da OBRA DO RESGATE do capito Barros Basto com Moiss Abrantes, do Fundo], Olive Tree Association [Association Branche dOlivier] de Blgica-Israel-Frana, Associacin El Olivo [Espanha], Rosh Pinah Israel [Yavn], Comunidade Judaica de Trs-os-Montes, Belmonte, Guarda, Porto e Lisboa,
- Organiza em Fevereiro de 1989 em Torre de Moncorvo, o Quarto Encontro da Histria das Beiras e dos Judeus Peninsulares
-Colabora em Dezembro de 1982 na cobertura das Eleies Autrquicas para a Radioteleviso Portuguesa [RTP]
-Em 1982 promove no Museu da Guarda a exposio Crianas de Todo o Mundo pintam Jerusalm
-Inicia neste ano a colaborao com Instituto Central de Relaciones Culturales Israel-Ibero Amrica, Espaa y Portugal, de Jerusalm, presidido por Michael Michael e com a Rdio Kol Israel [de Jerusalm]
- designado delegado da ANOP em Israel [Tel Aviv e Jerusalm] onde permanece trs anos, oito meses e cinco dias
-Em 1983 organiza no Museu Regional da Guarda a exposio fotogrfica promovida pela Embaixada de Israel e Instituto Central de Relaciones Culturales Israel-Ibero Amrica, Espaa y Portugal [Jerusalm] -JERUSALEM
-Em 1983 apadrinha a geminao entre Celorico da Beira [Portugal] e Afulla [Israel]
-Em 18 de Novembro de 1983 o jornal DETROIT JEWISH NEWS cita Jos Domingos no artigo extenso de Ann Mandelbaum baseada numa carta de Myriam del Rey [de Espanha] sobre a actividade desenvolvida a favor dos Judeus Portugueses [viagens, estudos, etc]
-Em 5 de Fevereiro de 1985 LOUVADO pela Comisso Instaladora, com placa, do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores da ANOP
-Em 1998 funda na Guarda a Associao Judaica Rosh Pinah, a que preside
-Em Abril de 1981 co-fundador, com Santos Martins, do jornal VALE DO MONDEGO
-Colabora neste ano na III Gala Internacional dos Pequenos Cantores [Figueira da Foz] onde assegura a presena de uma criana de Espanha
-Coordenador e Chefe de Redaco da REVISTA ALTITUDE [propriedade da Assembleia Distrital da Guarda] no perodo de 1979 a 2007
-Publica em 1981 o opsculo Duas palavras sobre um escritor NUNO DE MONTEMOR no primeiro centenrio do nascimento deste escritor
- Em 1988 monitor e conferencista de Jornalismo do Instituto da Juventude [dirigido na Guarda por Joo Gonalves].
-Recebe em 1988 o Diploma e a Estrela de David da Association Branche DOlivier de Paris pela aco desenvolvida em prol do Resgate das Tribos Perdidas de Israel
-Membro da Direco da Federao de Bombeiros do Distrito da Guarda [desde 1985 at actualidade]
-Co-fundador da Associao de Dirigentes e Comandos dos Bombeiros Portugueses REVIVER MAIS
-co-Fundador dos Bombeiros Voluntrios de Gonalo [Guarda] em 1981 e de Vila Franca das Naves [Trancoso] em 1998
-Fundador da Rdio Bandarra [Trancoso] e Rdio Antena Livre de Gouveia
- Oferece em 1995 Comunidade Judaica de Belmonte o primeiro livro da TORAH e manto de altar [azul bordado da ouro] destinada Sinagoga da Comunidade
- Doa Cmara Municipal de Belmonte em 2007, parte do esplio religioso familiar para integrar o Acervo do MUSEU JUDAICO
- Em 11 de Abril de 2008 conferencista no colquio OS CAMINHOS DA Fɔ em Belmonte, onde apresenta a dissertao Os Caminhos de Santiago O caminho do Douro

OUTRAS ACTIVIDADES NA COMUNICAO SOCIAL
- Foi colaborador, colunista ou publicou trabalhos nos seguintes rgos de Comunicao Social:
Regionais:
-Luz da Beira [Meda]
-A Guarda
-Nova Guarda
-O Interior [Guarda]
-Notcias e Gouveia [Gouveia]
-Noticias da Serra [Seia]
-Porta da Estrela [Seia]
-Noticias de Fornos de Algodres
-Pinhel Falco [Pinhel]
-Noticias da Covilh
-Jornal do Fundo
-Jornal de Aguiar da Beira
-Viseu Informao
-Reconquista [Castelo Branco]
-Jornal Centro Desportivo [Fornos de Algodres]
-Rdio Altitude
-Rdio F [Guarda]
-RDP-Guarda
-Rdio Beira Alta
-Rdio Antena Livre de Gouveia
-Rdio Cidade [rdio experimental, j extinta, da Guarda]

Supra Regionais e Nacionais:
-Expresso
-Dirio de Noticias
-O Primeiro de Janeiro
-Comrcio do Porto
-Jornal de Noticias
-O Pasquim
-Dirio Popular
-Portugal Hoje
-Correio da Manh
-Revista Viso
-Dirio As Beiras
-Dirio de Coimbra
-Revista Altitude [Guarda]
-TVI [Televiso Independente] Programa Portugal Portugus
-RTP- Portugal Sem Fim [com Seruca Salgado]
-Scio da produtora DDM Televiso e Artes Grficas

jose.domingos@asbeiras.pt

 

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