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Adilson Cordeiro
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
p O e T a
Voc Poeta,
Renova a nova
Nos versos e prosa
Cantando dor e amor!

Poeta um carinhoso
Vigia, guia dadivoso
Para o solo dos amantes
Com seus gritos incessantes!

Mas Poeta tambm satans
coisa de outro mundo, capaz
Noite vira dia, claro, penumbra
Muda o rio, a mar, o cais, refaz!

Poeta, danado
Pare de procurar o achado
Fazer vov ficar tarado
Deixando mal acostumado...!

Poeta ainda gozador
Folha seca vira flor
Profissional, amador
Dlar fica sem valor!

Poeta, infeliz
O diabo na raiz
Quer mudar o matiz
Inda pergunta o que eu fiz?

Poetinha, seu safado
Fale srio, pegue o arado
V trabalhar ligeiro, oriundo
Deixa de ser vagabundo!

Este poeta est s caoando
Vivo sorrindo e cantando
Na chuva, no vento e no cu
Fao banquete de pastel!

Mas, Poeta, cachorrinho
De mansinho, se voc um dia morrer
O mundo vai desacontecer
Porque ele no mundo sem voc!

didi-111099

RECUERDOS
Era um amor louco
De curtir o sufoco
Polir o caboclo
E cantar quando rouco

Era um amor muito louco
Daqueles de andar com a lua
De correr pela rua
Imagina-la nua

Era um louco amor
De sorrir para a dor
Inventar uma cor
E desenhar uma flor

Era um amor de sonhar
Caminhar pro' altar
Seu sono embalar
E sair para o mar

Era um amor muito bom
De chamar o garom
Pedir por um som
E morder seu batom

Era um amor mais caliente
De levantar o dormente
Trabalhar sorridente
E gozar para sempre

Era um amor proibido
Amor bem bandido
De pagar com castigo
E afagar inimigo

um amor bem saudoso
como o esposo
De sonhar com o filho
E sair para o brilho

Hoje eu tenho vontade
De rever a de
Que havia em mim
E virar querubim
Mas so outros tempos
Eu vou com os ventos
Fazer movimento
E guardar os momentos

1998/didi

DVIDA POTICA

Eu devo pra Molieri
Devo muito a Alighieri
E, principalmente, s mulheres

Eu devo ao Caetano
Alceu pernambucano
Ao Milton Nascimento
Devo tanto aos cataventos

Devo ao Chico Buarque
Devo s meninas, socialite
Dvida potica crescente
Minha e sua, exclusivamente

Endividado com Pagodinho
Hipotecado ao Martinho
Corro pra Noel e Cartola
Quero entrar nessa escola

Pra Clara estou no penhor
Pra Elis, devo canes de amor
Pra Beth devo muito balano
Da Ivete, sou pivete e no me canso

No quero me livrar do Ariano
Nem do Ubaldo e Arthur, do piano
Cazuza, Russo, Gabriel, o mano
Rita, Nara, Roberto, Gil, no trono!

Do rock sou cliente
Do afoux no batente
No quilombo, um tal de bamba
Sempre na frente desse samba!

15fev07/didi

biografia:

Adilson Cordeiro
, 55, casado, natural de Pirapora-MG-Brasil, reside em Braslia-DF-Brasil desde 1970. Trabalhou no Banco do Brasil, aposentado, hoje exerce o cargo de Gerente de Cultura e Educao do Guar, em Braslia-DF-Brasil.

adilsoncordeiro@uol.com.br

 

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