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Pedro Giachetta [anjo picante']
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Mis miedos

De los das que viv yo podran considerar el hambre, la miseria de la gente. La lucha triste a sobrevivir muy errifying la destruccin hace el humano toda la perfeccin del de las miradas la lucha para ser mejor y se olvida humanidad del da se olvida que el amor y las hojas del afecto del alcohol para atorar otros iguales appalling tan para pensar esa locura esto en nosotros una gran ciudad que vemos el edificio ligero, alto. Las construcciones en bsqueda de ms y ms manera sin extremo esta gran lucha estn para sa? Qu a travs de este todo miramos si la muerte en l toma todo que camina para el valle de las cortinas que el bosque de la roca ve el esquecimento total de la gente de la sensacin es nato y crece vidas mientras que las robustezas del sistema el bosque de la roca esta raza desesperada trae uncontrols traen locura ven los gritos gemidos del dolor inocente Vitimas sufren a este ai la destruccin del del ser humano la persona insana que se ha ido asusta ve que el miedo de la gente que sufre adentro ataca abrirse desesperado de los gritos de sus bocas sus ojos si para abrirse y el miedo delante de todo separ gritos, el dolor gime. El fro sin tremula de la gente del calor con fro del corte en los sueos de la carne a los suelos se convierte en invisible olvidado para que el sistema pase una noche y al golpe de dientes l grito el esquecimento el dolor fro que la locura es inmensa tan grande que los cielos no estn ya claros como antes de que las estrellas del cielo no iluminen ya ms el bosque de la roca en la noche sin extremo en el da que es ya caminatas de la noche para los tneles de la tierra considera que muchos ojos perdidos sin la vida Atormentada por retrasa para las calles de la locura de la lucha el grito la irritacin para los searchs del tiempo sin sueo no tiene ms comprensin no tiene ms paz Ni la alegra en la raza sin extremo el lugar es lo ms mejor posible funcionar lejos de bosque de la roca este bosque es la locura del castigo es el tiempo que funciona la lucha que en atascos los uncontrols que la bate a la nuestra voluntad de los ojos para desaparecer mintiendo en mi calma en llegar a ser melanclica de la noche yo buscan para entender y para romper la bsqueda de la paz interior al esquecimento la anestesia del dolor que oigo una cancin y grita recordando y considerar todo este dolor siento tremulas de las manos de la mina el cuerpo cansado Lagrimas el drenar para la cara de la mina por hora larga hasta que la fatiga de tomarme para borrar derrumbamiento. En mis sueos un mar hermoso la naturaleza sin extremo que lo canto de los pjaros ablanda mi odo la raqueta del olor de los leves I l del perfume de mentira en la arena que siente el agua a mis pies al paraso llegu. Grit de la alegra, sonrisas que grit hacia fuera yo despert. Un sueo era todo.

Pedro Giachetta.
[Anjo Picante]


************************

Sou a busca da felicidade

Sou aquele que sempre buscou
A felicidade e o amor
As mais belas vistas
Mais belos horizontes
Sou aquele que sempre procurou
Nos caminhos da vida
eterno corao
Sofre em mim
Meu peito, meus olhos.
Sentimentos largados..
Desprezado sofri sem amor
Sem amor.
Lanaram-me no deserto
Deserto solido.
Sem amor desumanos
Abandonado estou.
Eu chorei, eu chorei
Perturbado, perturbado fiquei.
Saindo me procurei
Entre os caminhos dessa vida
A vida densa
Vida na escurido
Eu quero me encontrar
Eu quero meu valor
Eu quero o meu sonho
eterno corao
Sofre em mim
Meu peito, meus olhos.
Sentimentos largados.
Desprezado sofri sem amor
Sem amor.
Procuro desesperado
Desesperado na solido
O amor, o amor, o amor.

Pedro Giachetta!
anjo picante'


BUSCANDO A FELICIDADE...
Carmen Cristal

Sou aquela que caminhou,
Cruzou pntanos, pedras e espinhos,
Buscando os rumos da felicidade,
Ansiosa por encontrar o amor...

Seguiu a linha do horizonte,
Perdida entre os mistrios
Da noite e do dia, para
Encontrar a voz da alegria,

Magoada pela vida,
Tendo o corao abandonado
E alma ferida, vivi na solido,
Chorei as amarguras da dor...

Nua de esperanas, at o instante,
Em que me encontrei e percebi
Que a solido vem de dentro,
Independe de onde estejamos...

Se na multido estive s,
Hoje encontrei a paz esperada,
Em um nico corao que
Num abrao me fez sorrir!...

Ver o mundo com olhos do amor,
Partilhar a bem-aventurana...
O que era tristeza virou alegria,
A solido se desfez, sonho e magia...

BH-MG-BRASIL
11/12/2007-23:00h


Tutoriais Denise Worisch
www.pspcyber.com.br

Respeite os creditos ao repassar.
Obrigado

Sou a busca da felicidade
Sou aquele que sempre buscou
A felicidade e o amor
As mais belas vistas
Mais belos horizontes
Sou aquele que sempre procurou
Nos caminhos da vida
eterno corao
Sofre em mim
Meu peito, meus olhos.
Sentimentos largados..
Desprezado sofri sem amor
Sem amor.
Lanaram-me no deserto
Deserto solido.
Sem amor desumanos
Abandonado estou.
Eu chorei, eu chorei
Perturbado, perturbado fiquei.
Saindo me procurei
Entre os caminhos dessa vida
A vida densa
Vida na escurido
Eu quero me encontrar
Eu quero meu valor
Eu quero o meu sonho
eterno corao
Sofre em mim
Meu peito, meus olhos.
Sentimentos largados.
Desprezado sofri sem amor
Sem amor.
Procuro desesperado
Desesperado na solido
O amor, o amor, o amor.

Pedro Giachetta!
anjo picante'


BUSCANDO A FELICIDADE...
Carmen Cristal

Sou aquela que caminhou,
Cruzou pntanos, pedras e espinhos,
Buscando os rumos da felicidade,
Ansiosa por encontrar o amor...

Seguiu a linha do horizonte,
Perdida entre os mistrios
Da noite e do dia, para
Encontrar a voz da alegria,

Magoada pela vida,
Tendo o corao abandonado
E alma ferida, vivi na solido,
Chorei as amarguras da dor...

Nua de esperanas, at o instante,
Em que me encontrei e percebi
Que a solido vem de dentro,
Independe de onde estejamos...

Se na multido estive s,
Hoje encontrei a paz esperada,
Em um nico corao que
Num abrao me fez sorrir!...

Ver o mundo com olhos do amor,
Partilhar a bem-aventurana...
O que era tristeza virou alegria,
A solido se desfez, sonho e magia...

BH-MG-BRASIL
11/12/2007-23:00h


Tutoriais Denise Worisch
www.pspcyber.com.br

Respeite os creditos ao repassar.
Obrigado

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Meus Medos

Dos dias que vivi
Pude ver
A fome, a misria do povo.
A triste luta para sobreviver
muito aterrorizante a destruio do ser humano
Todos procuram perfeio
A luta para ser melhor
E esquecem da humanidade
Esquecem o esprito de carinho
De amor
E partem a esmagar outros iguais
to apavorante pensarmos
Que a loucura esta em ns
Uma grande cidade
Vemos luzes, prdios altos.
Construes em busca de mais e mais
Caminho sem fim
Essa grande luta pelo que?
O que atravs disso tudo procuramos
Se a morte nos levar tudo
Andando pelo vale das sombras a selva de pedra
Vejo o total esquecimento do sentimento
Pessoas nascem e crescem
Vivem como robs
Do sistema a selva de pedra
Essa corrida desesperada
Traz descontrole
Traz a loucura
Vejo gritos gemidos de dor
Vitimas inocentes sofrem
Esta ai a destruio do ser humano
O louco
Que parte aterroriza
Vejo o medo das pessoas que sofrem em ataques
Os gritos desesperados ao abrir de suas bocas
Seus olhos se abrirem e o medo vista de todos
Gritos espalhados, gemidos de dor.
O frio sem calor
Pessoas dormem aos chos
Tornam-se invisveis
Esquecidas pelo sistema
Passar uma noite tremula com frio cortante na carne
E bater dos dentes
O choro o esquecimento
O frio a dor
A loucura to grande imensa
Que os cus j no so claros como antes
As estrelas do cu j no iluminam mais
A selva de pedra
Na noite sem fim no dia que j noite
Ando pelos tneis de terra
Vejo muitos olhos perdidos
Sem vida
Atormentados
Pelo atraso
Pela luta
A loucura
Ruas o grito
A irritao pela busca do tempo
Sem sono
No temos mais compreenso
No temos mais paz
Nem alegria
Na corrida sem fim o melhor lugar
fugir da selva de pedra
Essa selva o castigo
A loucura
o tempo que corre a luta que nos esmaga
O descontrole que bate a nossos olhos
A vontade de sumir
Deitado em minha calma
No escurecer da noite
Procuro entender
E partir a procura da paz interior
Ao esquecimento
A anestesia da dor
Ouo uma cano e choro
A lembrar e ver toda essa dor
Sinto minhas mos tremulas
O corpo cansado
Lagrimas a escorrer pelo meu rosto
Por longo tempo
At o cansao me levar
Apagar
Desmaio.
Nos meus sonhos um belo mar a natureza sem fim
O canto dos pssaros amacia meu ouvido
O barulho das folhas o cheiro do perfume
Deitado na areia sentindo a gua aos meus ps ao paraso cheguei.
Chorei de alegria, sorri gritei acordei.
Era tudo um sonho.

Pedro Giachetta.
[Anjo Picante]


**************

Livrou-me da escurido

J no posso mais viver nesse mundo obscuro
Onde olho para os lados e vejo somente olhares de pessoas carnvoras
Que procuram somente o desejo
O sexo carnal momentneo
Um lugar onde a escurido guarda pudores sem fim
Arrependo-me de entrar nesse lugar
Onde por fim percebi que entrei
Em um habitual sanitrio de almas
Onde as pessoas no tem valor por si prprias
No se amam a si prprias
Falsidades
Ataques
A pura maldade no olhar
O veneno no copo
A alucinao
Vem a tontura
E me leva na escurido adentro
Faz-me perde-me entre os outros corpos
Destrudos pela perverso
Com minha inocncia
No sabia o que me aguardavas ali
Nesse lugar
Onde a entrada era pura beleza
Pura iluso
Que destruiria minha inocncia
Meu ser virgem de alma
Secaria meu amor
Minha alma mais bela
De puros sentimentos
Olhava para os lados
E via corpos a balanar
Gotas de suor a descer por esses corpos imundos
Mos atrevidas
A procurar carne
Para alimentar o seu desejo pecaminoso
Olhei para os lados mais escuros e vi pessoas se arrastando pelas paredes
Em posies tortuosas
Gemidos
E balanar estranho desses corpos
Nesse quarto estranho estavam grupos
Um cheiro horrvel
Era exalado por todos os lados
Podia ver as luzes de aparelhos
Que davam uma pequena luz
Onde eu podia ver monstros se comendo
Se matando sem cuidado
Vrios
Multides que se dilaceravam
Garras e seus olhares de fogo
Enfiavam uns aos outros
Der repente
Sinto que mos se aproximam para me levar para a perdio da alma
O puro prazer me envolvia
Os monstros tentavam me atacar
Ouvi o cantar de um anjo me chamar longe
E sai correndo de dentro deste lugar
Deste quarto escuro
Passei pela multido imunda
Trombei pelas partes humanas
Cai no cho
Anjos vieram a me buscar
Fui retirado desse local
Totalmente envenenado
E deslucido
Levaram-me para fora
E l estava voc
Um lindo anjo
Seus olhos eram como cristais de esmeralda
Seu sorriso marcante como o sol
Envolveu-me com seu amor
Acolheu-me e me curou com seu amor
Com as nuvens fomos para seu castelo de flores
Das mais belas possveis
Anjo tu salvaste minha alma
Com seu amor
Proclamou a mim tua pureza
Purificou-me do contato maligno
Dos anjos cados
Liberou-me daquele inferno de belezas
Tirou-me da escurido
Deu-me paz
Luz e amor.

Pedro Giachetta
[Anjo Picante]


******************

A tristeza e o amor

Deitado passava dias
Sem amor, carinho, solido.

Fui ao paraso
Retornei

Minhas mos que no tocavam mais
Meus olhos que j no viam mais
De dores vivia
Sem esperana existia

De suplicas ao mundo
Palavras ao vento
Choros aos chos
Lagrimas que escorriam.

Nossos rios de tristezas se juntaram
purificao
transformao

como o toque dos Deuses nas guas poludas.
Ondas levam o amor
Purifique

Eu ouo voc
Eu quero voc
Eu vivo voc
Cristal Solitrio
Purificai-me reviva-me

O solitrio une-se ao sem cor
Do abstrato
Sem vida e sem amor
No horizonte nasce nosso amor.

Eu ouo voc
Eu quero voc
Eu vivo voc
Cristal Solitrio
Purifica-me, reviva-me.

Pedro Giachetta [Anjo Picante]

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biografia:

Pedro Giachetta

[Anjo Picante]

pedrogiachetta@msn.com

 

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