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Mauricio C. Garcia
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
NAVE NOME CORDEL

Escrevo para o mundo
Nas linhas desse cordel
O que vivo nessa vida:
Deleite mais doce mel
E o que ganho ou perco
Tentando alcanar o cu.

Todos que aqui vivemos
Somos dotados de motivo
Para que vivamos felizes
Teremos todos o objetivo
De fazermos aqui o bem
Por Deus ter-nos cativo.

Impreciso muito dinheiro
Porque a riqueza sade
Ter-se um digno trabalho
Para se conquistar amide
E viver a beleza da vida
Sendo o amor a virtude.

Alguns sonham ser rico
E lutam para tudo ter
Chegam at a roubar
E desvalorizam o ser
Vivem cheios de tudo
E nada levam ao morrer.

Hoje o mundo moderno
Exige que tenha carto
De crdito para gastar
Por ms na prestao
Aquilo que no preciso
Mas tudo por ambio.

Muitos ainda tm que ter
mo cheque especial
S porque mais status
E no passa por anormal
Compra-se tudo que quer:
Diz a mdia, o comercial.

H ento um 'bem maior'
Que se denomina carro
Resolve muitos problemas
Do asfalto rua de barro
Mas, h supervalorizao...
Uma doena, um escarro!

E h aqueles que trocam
O carro at pela mulher
Abandonam a famlia
E deixam todos a p
Dizem ir ao trabalho
Mas findam no cabar.

Existe um outro objeto
Que se vive a valorizar
Todos sabem que o tem
E o interessante mostrar
Na escola, no trabalho, etc.
O tal aparelho celular.

Mas existem as sadas
Para no ser alienado
Viver a realidade sua
Sem se sentir culpado
Buscar as coisas simples
Que esto do nosso lado.

Uma atitude inteligente:
No se prender televiso
Fazer atividade distinta
Escolher a programao
Procurar lugar aprazvel
Dar asas imaginao.

Quanta coisa bela existe
Nesse mundo para viver
Dar um abrao amigo
E vibrar de tenro prazer
Semear muita paz, alegria
Para no amor tudo vencer.

No precisa ter carto
Nem cheque especial
No crie dvida toa
Leve uma vida normal
Mas cuidado a tentao
Para no cair nesse mal.

No preciso de ningum
No controle do que zelo
Vivo a minha realidade
E tenho tudo que quero.
S Deus pode me mudar:
Por essa mudana espero!

H gente que tudo quer
E fica sempre sem nada
Outros brigam por terra
Ao longo da sua estada
Mas o que vale na vida
a sapiente caminhada.

Para vencer nessa vida
Zele bem pelo que seu
Atente para o sim, o no
O ns, o vs e at o eu
Viva sempre a Verdade
Semeada no verbo Deus.

Viajo por esse mundo
Na nave nome cordel
Seguindo a minha vida
Fugindo dessa babel
Com amor e com justia
Na verdade que me atia
Um dia, alcanar o cu.

MC GARCIA

VIOLNCIA URBANA

Quero que vocs escutem
O que vou dizer com amor
Parem, pensem um pouco
Vejam onde o mundo chegou
Com essa violncia urbana
Implantando medo e terror.

noite, assusta demasiado
E a qualquer hora tambm
Bandidagem s intimida
A vida que o maior bem
E os casais de namorados
Sair rua, no convm.

O bairro que era tranqilo
Onde se podia caminhar
Vendo pirilampos, noite
E grilos de estridente cantar
Ia-se casa dos vizinhos
Hoje jamais, nem pensar!

E essa violncia urbana
Chegou ao stio distante
Nem a lua ver-se mais
Por um minuto ou instante
Tudo medo e clausura
E vida mais hesitante.

Faz-se uma bela morada
E eis a inverso da tica
Usufrui o bom conforto
Mas h uma coisa pattica:
O cidado cada dia preso
Seguro por cerca eltrica?

Nem todo ladro preso
Nem todo preso ladro
Assim, o homem honesto
Paga imposto cidado
Mas a falta de segurana
Fez da morada sua priso.

O cidado luta e trabalha
E compra um carro novo
Eis o bem-estar da famlia
Porm, um grande estorvo
Que ora causa admirao
E s vezes inveja do povo.

Quem criou esse monstro
Que se chama violncia?
Foi o corao do homem
Que est em decadncia?
Ou foi a sua razo cruel
Que carece de clemncia?

Os pais vo pro trabalho
Os filhos vo para escola
Um carinho eles no tm
E o traficante os explora
E quando menos se espera
To eles na droga, na cola.

O mundo est muito cruel
E a destruir tanto inocente
- Ser culpa da sociedade
Que elege seu presidente?
Ou parte da natureza
Humana desse ser vivente?

- Ser que esta situao
Ela mesma cultural?
- Ou esse dito sistema
Est enraizado no mal
Chamado de distribuio
De renda - o vil capital?

Porm, a falta de trabalho
E a super-populao
So uns dos problemas
Dessa real desorganizao
A que este mundo chegou
Perdido e sem direo.

O povo s sabe o que quer
Se conhece a sua misso
Pois a violncia urbana
Se vence com determinao
Com luta e com justia
A destruir a corrupo.

Faamos a nossa parte
Meu caro amigo leitor
Trabalhemos com justia
Como fez o beija-flor
Que com a gua no bico
Do fogo a mata salvou.

Se voc me entendeu
Pode fazer a sua parte
Ensine o pouco que sabe:
D amor, poesia e arte
Que ser de grande valor
A quem nunca teve amor
E deste jamais se farte!

MC GARCIA

TURISTANDO NO RN

Voc, amigo turista
Que visita o Litoral
Do Nordeste Potiguar
Bem-vindo Natal
Conhea nossas praias
E a riqueza natural.

Siga a Roberto Freire
Vindo de Parnamirim
V at Ponta Negra
Inicie o passeio assim:
Contrate um bugueiro
Credenciado por fim.

Voc j est em Natal
E em Ponta Negra caia
No sabor do caranguejo
Porm, antes no saia
Sem fotografar o Morro
Do Careca e a praia.

esquerda Via Costeira
Siga para o Litoral Norte
Admire algumas praias
Mas visite logo o Forte
Porque pra ter sol aqui
Nem precisa ter sorte!

Ao longo da Via Costeira
Dando vaso ao passeio
Areia Preta, dos Artistas
So praias como a do Meio
E sob a ponte o Potengi
Veja a Redinha sem receio.

Ao sair da cidade Natal
Voc chega a Extremoz
Santa Rita, Genipabu
Praias queridas por ns
Bem como suas Dunas
Que embriagam at vs.

Agora Barra do Rio
Logo vm Graandu
Pitangui, Jacum
Porto Mirim, Muri
Aprecie bom camaro
Com caldo de sururu.

V pra Maxaranguape
Mas visite logo Prainha
Aps v a So Roque
Aproveite boa tainha
Siga at Carnabas
E agradea vidinha.

- O passeio est gostoso?
Agora vm Maracaja
Praia de Pititinga e Zumbi
Prove do bom fruto caju
Chegue em Rio do Fogo
E curta o seu mar azul

Saiu de Cer-Mirim
Ir a Touros preciso
Visite a bela Perobas
Esta praia paraso
Garas, Carnaubinha
Aqui acalma o juzo.

Estamos quase no fim
Eis Calcanhar, Touros
Lugares bem aprazveis
A Cajueiro como ouro
E So Miguel do Gostoso
E por fim, at o vindouro!

Siga a Roberto Freire
Vindo de Parnamirim
V at a Ponta Negra
E inicie o passeio assim:
Contrate um bugueiro
Credenciado por fim.

E siga a vida feliz
Indo s praias do sul
Visite antes a Barreira
Depois passe em Pium,
Pirangi do Sul e do Norte,
Cotovelo tem cu blue.

O litoral Parnamirim
Barra de Tabatinga
Bzios praias asseosas
Sem odor ou catinga
Muitas comidas tpicas
Artesanato e boa pinga.

J em Nsia Floresta
Camuripim, Barreta
E Baa dos Golfinhos
Uma festa sem careta
Guaraba, Timbau do Sul
Visite-as at de carreta.

As praias so Madeiro
Barra do Cunha, Sagi
Pipa do Amor, Sibama
Tudo to belo aqui
Por isso, Baa Formosa
Tambm foi feita pra ti.

E aqui acaba o passeio
Mas no encerra a vida
H tantas belezas pra ver
Em nossa Ptria querida
Por isso, turista amigo
Aqui sempre ters abrigo
E at a prxima vinda!

MC GARCIA

biografia:

M. C. GARCIA
nasceu em Natal, RN, em 19 de junho de 1961, Filho de Otvio Garcia e Iraci Cardoso Garcia Professor, Poeta, Filsofo, Contista, Militar e Nicles;tem trs livros publicados: DENDROCLASTA [Poesias - 1988]; PARADOXO EUNIVERSAL [Poesias - 1997] e POVAREJO [Contos e Lendas - 2004] e muitas idias para serem trabalhadas. Estria agora como cordelista, com os ttulos: Nome Nave Cordel, Turistando no RN, O Homem que, um dia, foi Beb, Apelidos Arretados do meu lugar e Como diz o Velho Deitado.

garciamc2001@hotmail.com

 

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