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Edimilson Santos Silva Movr [Cnsul - Candeias-V.Conquista-BA]
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

CONSTANTES SOMBRAS TUAS 032
O que mais magoa nas separações
São as recordações.

Radiosas sombras tuas! Marcam-me o existir,
Fugazes e nevoentas aparições que céleres passam,
Recordações primeiras que suscitam visões antigas
Desfaça estas imagens oh! Memória antiga e irrequieta...
Nem o passar dos anos vão te afugentar,
Velhas saudades que me atormentam!
Enlevo tirano sempre a me acompanhar!
Por aonde eu vá, sinto o teu perfume,
Sutil e airosa aparição fugaz,
Atormentas minha alma de forma constante,
Nunca me esqueço de teu olhar risonho,
A me atormentar nos sonhos e no recordar,
Indelével marca da visão primeira...
Foto digital impressa no meu cérebro,
Absconso silêncio que machuca...
Como a dura ausência absoluta...
Sonhos constantes de noite e de dia,
Perfumes que inebriam! evolam-se de ti,
Teu sorriso é único e só me atormenta,
O tempo passando e eu me definhando,
Não te esquecendo por um só instante,
Constante aparição impressa na alma!
Tormento constante,
Pulsar da vida,
Latejar do sangue,
Respirar profundo!
Maldição bendita é eu não te esquecer,
Sempre a recordar
Momentos indizíveis que vivemos juntos,
Ausência sofrida,
Desesperando-me! E o teu silêncio matando...
Noites vazias! Sem a tua presença e
Dez travesseiros a nos aconchegar!
E eu sem ti, morrendo,
Constantes sombras tuas!
Vão me desintegrar!
Oh! Loucas visões
Que machucam e ferem
O meu caminhar...
Versos livres

28 de dezembro de 2006
Vitória da Conquista, Ba.
Edimilson Santos Silva, [Movér]


RÉQUIEM PARA O AMOR SEPULTO 017

Inúteis são os prantos por amores já sepultos...
REQUIESCAT IN PACE

Prantos inúteis nas vãs e tristes despedidas
Dos perdidos amores que já não voltam mais.
Caminhos já percorridos, fechadas as saídas
Todos corações vazios de amor! Certezas tais!...
Deixem-me morrer na dor e na tristeza!... Viver jamais!...

Prantos inúteis! Amargor e dores desmedidas
Todas envoltas nas brumas dos tempos invernais,
Amores sufocantes de primaveras já esquecidas
Emoções mortas, oh! Dores amargas e desiguais!...
Deixem-me morrer na dor e na tristeza!... Viver jamais!...

Prantos inúteis! Dores ferais tristes e sentidas
Lembrar em vão! Os sonhos que não voltam mais,
Sonhos sombrios e loucos. Paixões empedernidas
Tristeza infinita de sofrer por coisas tão banais!...
Deixem-me morrer na dor e na tristeza!... Viver jamais!...

Prantos inúteis! Sentir paixões enlouquecidas
É querer todos os princípios sem os seus finais,
Querer no mundo mudar coisas já estabelecidas
Amores perdidos! Não grites! Não me enlouqueçais!...
Deixem-me morrer na dor e na tristeza!... Viver jamais!...

Prantos inúteis! Sofrer pelas paixões perdidas
Só a dor a nos pungir nos percursos infernais,
O desamor cobre a alma com suas chagas doloridas
Desatinadas dores! Ferem-me com tormentos bestiais!...
Deixem-me morrer na dor e na tristeza!... Viver jamais!...

Prantos inúteis! Por obscuras esperanças decaídas
Ser ou não Ser? Sem amor e com desamores tão brutais,
Não estanquem o sangue das minhas chagas e minhas feridas
O último canto do amor nos fere a alma com versos mortais,
Deixem-me morrer na dor e na tristeza!... Viver jamais!...

Versos livres

Numa madrugada de imensa solidão e de tristeza infinita.
13 de novembro de 2006
Vitória da Conquista,Ba.
Edimilson Santos Silva, [ Movér]


ALUCINAÇÕES 056

Ouvindo os lancinantes gritos das almas com que sonhais...
Deixai \'cá fora\'toda esperança, ó vós que entrais!

Campinas ao longe
Sinuosas e verdejantes!
Espíritos loucos como as Harpias de Dante
Perseguem-me sempre em vôos rasantes.
Para me defender faço um esforço imenso,
Para voar acima dos altos muros das heras
A nos separar!
Visões do inferno de Dante a me atormentar!
Multidões loucas a gritar quais feras!
Sonhos infernais!...
Lobos vorazes a uivar distante,
Harpias malditas a voar zunindo
De mim vos afastais!
Visões loucas de Zaratustra
Sempre sorrindo!
Não me atormentais...
Carregando um morto! Para não o enterrar!
Dizia Nietzsche! Os poetas mentem em demasia!
Não! Só isso! Os poetas são sonhadores,
Loucos, inconseqüentes contumazes...
Na minha louca visão! Plena de fantasia...
Sempre perseguido por monstros vorazes...
Visões trementes ao voar silente pelos despenhadeiros
Monstros que escancaram as bocas pra me estraçalhar!
Esforço imenso para subir aos cimos derradeiros,
Asas em fogo a me encurralar!
Passar entre muros apertados e sufocantes,
Odores de pólvora, fogo, enxofre, fedor inaudito e imundo,
A me sufocar!
Tentem! Fugir do abismo!
Fujais deste mundo almas penadas! Pois eu não posso escapar...
Rezai! O catecismo...
Não vejo mais as minhas campinas...
Distantes campinas sinuosas e verdejantes!
Já não as alcanço mais...
Peço em prantos! Loucas visões minhas não perdurais...
Ora é uma campina plana! Ora são fossas abissais!
Harpias malditas! Não me esquartejais...
Loucos sonhos meus!
Nestes espaços infernais!
O inferno de Dante é um festival
Se com o meu inferno
Vós o comparais!

Versos livres
Vitória da Conquista, 25 de fevereiro de 2007
Edimilson Santos Silva Movér


biografia:
Edimilson Santos Silva Movér

Nesta vocês me pegaram, pouco tenho a dizer de mim. Nem mesmo sei se sou poeta, em 8 de outubro de 2006 fiz minha primeira poesia, se é que pode ser chamada de poesia, não tenho nenhuma publicada ainda, se for aceito como membro deste concílio de poetas remeterei todos que fiz até hoje, o número beira aos 80 poemas, grato

moversol@yahoo.com.br

 

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