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Pedro Luiz Meirelles
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
'Lgrimas do Rio'
As lgrimas do Rio
Tm gosto putrefato, fel crnico de poluio,
Mesmo assim em absoluto pesar
Na mais cruel desolao,
No deixam o rio secar.

'MILAGRE'
A semente germina
Transforma-se em plntula,
A plntula cresce, passa a ser planta,
A planta torna-se adulta
Floresce, avulta-se.
Mutao acelerada progressiva - ininterrupta!

Vem o pssaro polinizando
Vem o inseto de flor em flor
E a brisa e o vento proclamando
A beno de Deus aos homens!

Vem o fruto, a polpa, a casca, a cpsula,
A castanha, o casulo, o futuro.
Renovao perptua,
Singeleza e complexidade
Na Obra - rplica de amor e imortalidade!

'NATAL'
H um potro xucro
Galopando nos coraes infantis.
H uma noite to simples
Que somente os pueris
De olhares puros e tcitos
A referenciam.
Uma noite de paz
Em meio s bombas
Uma noite de esperanas
Em meio de um turbilho
Inflamado de descrena.

Uma noite!
Em que duendes e fadas
Brincam de roda-cotia
Nas taperas de nossa infncia.

biografia:

AUTOBIOGRAFIA


Nasci em 14/04/1963 no estado do Rio Grande do Sul. Com dois anos de idade meus pais migraram para o Paran, precisamente para Laranjeiras do Sul, cidade situada ao sudoeste do estado. Foi nesse municpio que passei minha infncia e juventude, brincando de pular valetas; 'roubando' jabuticabas no 'Jabuticabal dos padres'; descendo de carrinho de rodas de madeira o morro do Cruzeiro; de 'pega-ladro' no Cristo Redentor, prximo da rodoviria; nadando no rio Iguau!

Em contato com a natureza e com a sensibilidade de poeta, indignava-me em ver inconseqente desmatamento praticado por gananciosos empresrios da madeira e fazendeiros inescrupulosos.
Mas foi em So Leopoldo-RS quando l fui viver com apenas 15 anos que conheci na carne o significado da palavra poluio! Morando prximo de um bairro industrial [curtume e ossos] e, trabalhando de sol a sol em uma fbrica de calados, escrevi meus primeiros poemas, uma crtica racional sobre poluio e a decadncia material e moral da populao pobre. Ser critico no ser radical! 'Pensando assim e sempre com a inspirao voltada e focada a esse tema, que publiquei alguns poemas no jornal local'Vale dos Sinos', eis-os: 'A lavadeira e o Rio', 'Rio dos Sinos', Tradio' entre outros.
Nos trs anos que residi prximo de meu amigo 'rio-esgoto-cidade-pobreza-orfandade-avareza-escroto-relapso-violncia', muitas vezes me perguntei: - ser que para a humanidade progredir necessrio destruir o que Deus nos deu como ddiva?

Publicaes:- 'Flor e Rosa' - Livro Poetas Brasileiros de Hoje [coletnea - 1986]; 'Estiagem' - Livro Grandes Escritores do Cone Sul [coletnea - 2000]; diversos folhetins pela Feira do Poeta - Secretaria da Cultura de Curitiba - Livro 'NO PAS DAS SARJETAS' [2004] - Livro 'A MESSE' [Ed. Scortecci - S.Paulo - 2005].

Pedro Luiz de Mello Meirelles
Curitiba, Pr, Brasil

pedro@pedroluizmeirelles.com.br

 

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