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Danilo Evangelista dos Santos
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

GOTAS

Despontam do céu
Sementes do amanhecer.
As gotas purificadas
Injetam-se no solo de forma fecunda.
As mentes férteis
Alimentam-se das proezas de Drumond
Em forma de festim lacrimoso.
A noite ainda despeja luzes
São astros esvaindo-se lentamente
Tâo sóbrio e tão gostoso de se ver.
As nuvens ainda tímidas
Formando véus que casam cabeças
Para que assimilem a permutação dos astros
De forms bem original.
Despontam nas montanhas
cones de raios do rei universal
Ele despertou mais cedo
Fazendo deslumbrar réstias nos lares
E aquecendo corpos carentes com o fogo ameno
Para alimentar a alma
E preparar a emoção para o novo dia.
Meus olhos minaram no sério
As gotas sórdidas de lágrimas
Ainda perduram entre as frestas dos cílios
Mas... a alegria é inumerável
Só em ver a natureza diante dos meus olhos
E fazer oceanos com gotas da minha inspiração.

MEU, SEU, EU

A cada momento que passo
Mefaço te olho em paço
Cada porta que abro
Relembro daquele abraço
Nas ruas meus pés, seu calo
Nas estradas me corro, me carro.
Em casa viajo e encaro seu ato.
Nos andares seus pés, me calo
Em bares me bebo, no ocaso me caso.
Nas suas nuas, me faço e refaço.
A cada momento te garfo em prato.
Te rato, me farto, me dilato
Seu penso, meu lenço, seu rastro.
Seu cacho, meu dedo, seu rosnado.
Na cama de gesto, me trato
No seu quarto de mel lua rosado.
Meu mundo,seu seio, nosso \'eu\' espaço.

ILOGISMAÇÃO

Tecer olhares com sabor de pimenta
Beijar os pés e deixar a perna ciumenta.
Bater palmas para estrelas que não brilham mais
Engolir sapo, navegar em aviões que não ancoram jamais.
Morder o não , gargalhar o sim, bem assim...
Piscar com os dedos, franzir a pança, abraçar o fim
Comer agua, beber letras, cuspir pedras de marfim
E...o mar sem fim, tudo enfim abrir-se-á para mim.
Multar o guarda, apitar a bola, encher o saco de nomes
Parir idéias, suar flamulas, mijar o milagre para matar a fome.
Subir no arara, descer palavras da violência, indecência!
Chorar como filho, comer chibatada pedindo clemência.
Elegar meu coração para ministro do amor
Amar o feio, cultivar o belo e ceifar a dor.
Recitar a taboada de sua geografia
Ler pés tortos e contar nos olhos a heresia.
Sacudir a noite e... acordar a lua
Assanhar o dia, vestir a madrugada que debrua.
Ser atleta de Cristo, arfrefecer o espírito de luta
Soltar a voz nas montanhas, para que o Senhor a escute.
Lembrar do nada, pois o nada foi o início
Fazer estradas para vencer o precipício.
Mamar nas tetas da lua, sugar na luz do sol
Sentar na porta da rua e curtir o arrebol.
Ser vate, tomar mate, escrever arte
Fazer nave, voar a até Marte e achar a palavra chave.
Achar a chave para abrir o bom da vida
A paz bela, o amor profundo, a vergonha perdida.

biografia:

Danilo Evangelista dos Santos
, natural do distrito de Acupe de Santo Amaro da Purificação; membro da Academia de Letras do Recôncavo [ALER]; vencedor de diversos concursos de poesias a níveis regionais e estaduais, com troféus, placas, medalhas, colar de mérito cultural; já publicou diversos poemas, contos e crônicas no Jornal Tribuna de Conquista, Vitória da Conquista-Ba, como também articulista com os trabalhos: FALAMENTANDO E POEMENTANDO; formado em turismo intérprete grau médio pelo colégio Severino Vieira em Salvador.

santosevangelista60@hotmail.com

 

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