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Luiza Soares Bencio de Moraes
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

1 - UM CANTO ÁS MÃOS

Quão importantes são as mãos!
As mãos que constroem com tijolo ou pedras!
As mãos que fabricam um barco para a pesca!
As mãos que abrem poços que fazem pontes,
Ou estradas no Sertão!

Quão importantes são as mãos!
Dos que limpam o Mundo!
As mãos dos zeladores,
Dos bombeiros,
Dos que limpam a terra para plantar
O pão nosso de cada dia!

Um canto às mãos dos artistas!
Tecelões, artesãos do barro, da madeira, das fibras,
dos bonecos, dos mamulengos, das miçangas e de toda
criatividade que se origina dos aproveitamentos
da matéria prima,
antes jogadas nos lixos!

Cantemos as mãos do profissional liberal!
Do mecânico, que com um toque preciso de suas mãos,
conserta-nos o carro, uma fechadura, uma máquina de lavar,
uma geladeira. Ai! que alívio!
Bendigamos as mãos grossas e precisas
Do eletricista! As mãos dos engenheiros que com sua precisão
Calculada, e certa resolve um enigma!

As mãos do médico, do enfermeiro, que salvam os doentes!
E... Por fim, bendigamos as mãos de todos os profissionais honestos que
lembram-nos as mãos de Jesus presas na Cruz por denunciar as maldades humanas e querer tomar para si todas as dores!

Que nossas mãos possam ser levantadas todos os dias aos céus
Agradecendo o dom da vida, da inteligência, do amor, do caráter, da justiça, da ordem, do respeito ao nosso Criador e ao nosso irmão, a quem devemos respeitar.
Com sabedoria e Fé!

Luíza Soares Benício de Moraes
Recife-Pernambuco - 05.l0.2006


2- O SONHAR DA VIDA

Se viver, não vives.
Para os teus sonhos...
Que te vale a vida
Se não tens mais sonhos?
O sonho é vida
E. p\'ra teres vida,
Tens que ter um sonho
Para o qual tu vivas!
Se tu te aceitas
Vivendo sem sonhos
Já não contagias
Aquela alegria...
Perdes a esperança
Que na vida vias.
És uma mola muda
Na engrenagem surda
Que desumaniza
Cada vez que matas
O \'sonhar\' da vida!

Luíza Soares Benício de Moraes
1982

3 - AMO-TE... AMO-TE... AMO-TE...

É muito fácil dizer: - te amo!
É alegre de dizer
É uma frase pequena
Com um significado muito grande!

Eu te amo!
E por isso te respeito!
Eu te amo!
E por isso,
Desejo-te todo o bem!

Eu te amo!
E por isso, te dou carinho!
E te cuido, te desejo, te venero!

Eu te amo!
E, não quero que te vás!
Eu te amo!
E te preciso muito mais!
Por isso eu te peço:

CUIDA-TE!

Eu te amo!
E não desejo ficar sem ti!

Peço a Deus que não te tire de mim
Não me prive do teu amor por mim!
Nem tão pouco te faças ficar só
POIS SEI QUE MORRERÁS TAMBÉM SEM MIM!

Luíza Soares Benício de Moraes

Recife-Pernambuco

15.09.2006


biografia:
Luíza Soares Benício de Moraes

Nasci em Fortaleza, Ceará no dia 2l.06.1935.[Tenho 72 anos].Vim residir no Recife em 1952. Fiz meu curso primário numa escolinha particular até a 4a.série. O Curso Ginasial no Ginásio 7 de Setembro.O Curso Clássico no Instituto de Educação de Pernambuco.Fiz curso universitário de Bacharel e Licenciatura, em Geografia e História, na Universidade Católica de Pernambuco.

Trabalhei em vários escritórios particulares entre os anos de 1954 a 1962 : Paramount Films of Brazil Inc.; SANBRA; Carvalho Neves & Cia; SIEMENS DO BRASIL, FOSFORITA OLINDA S/A; onde me exercitei como datilógrafa, secretária, taquígrafa, correspondente com redação própria. Em meados de 1962 consegui em concurso interno ser aprovada na Univ.Federal de Pernambuco onde trabalhei 15 anos sempre como datilógrafa num nível muito baixo de salário. Mas, me dava ao direito de ensinar que era um sonho de criança. Assim, acumulava cargo correndo diversificadamente em vários colégios: SENAC; Campanha Nac.de Educ. Gratuitos; Colégio Marista Sagrado Coração[neste como prof. de taquigrafia, 1965; Colégio Padre Felix ; E depois estaduais:Clóvis Beviláqua, Gilberto Amado, e Col.Diário de Pernambuco.

Na Universidade o expediente era de 7hs às l3hs. Aí correrria para o ensino. Fiz vários cursos de pós-graduação sempre na área de geo-ciências. Meu trabalho na UFPE sempre foi l,igado a apostilas e teses de professores [muitos estrangeiros:franceses, alemães; oubrasieiros que escreviam em inglês ou espanhol] daí minha facilidade ler rascunhos. [Ao invés de isso ter me feito progredir porém na UFPE, bater à máquina em stencil não era lá muito desejável e fuificando sem melhorias... a lei não dava direito a progresso no cargode esriturário datilógrafo -nível 7. Em 1973 fiz um concurso paraprof. Auxiliar de Ensino na disciplina Geografia do Brasil, fui aprovada em 4º lugar mas não havia tantas vagas...fui substituir umprofessor que se ausentou-se para fazer mestrado, na Faculdade de Formação de Professores de Nazareth da Mata [interior de PE].

Só fiquei um ano por dois motivos: a] era a noite e a estrada além de muito perigosa na época, o trasnporte era emKOMBI. Sai também porque viajei para a Europa com meu marido que foi fazer um Curso na França e como demorei 3 meses, resolvi pedir demissão pois não me era permitida a ausencia. Em 1978, houveoutro concurso na UFPE agora para ser musóloga [Tec. em Ass. Culturais] Cogitava a Univ. fazer um museu. Fiz vários cusos noPatrimônio Hist´rico [SPHAN] maravilhosos com um prof.português Antônio de Menezes e Cruz muito capaz e experiente na área deCrítico de Arte. Aprendi muito com ele sobre bens do Patrimônio Histórico e Artístico por todo o mundo e no Brasil. Datilografei livrosdele e até ganhei exemplares, todos ligados aos cursos que ministrava lámesmo n Sede do SPHAN , na Escolinha de Arte do Recife e no Museu do Estado de Pernambuco. Ocupei por dois [2] anos a Secretaria do Seminário de Tropicologia já no meu cargode Tec.em Ass.Culturais. Quando o Seminário passou a pertencerao Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, fui então para a Sala de Estudo dos Problemas Brasileiros. Lá ainda pude redigirduas aulas: uma sobre Museus e outra sobre \'Olinda-Patrimônio Histórico, Artísitico e Nacional\'. A primeira foi editada no livro de aulas de EPB, 1978. A outra, só foi mimeografada e cedida por mim mesma às bibliotecas da UFPE e do Estado, colégios [alguns]. etc.Completei meu tempo de serviço e resolvi então pedir aposentadoria. [1986].

Poesias apareceram a partir de 1980 mais ou menos a convite deum poeta ZiZo que coletava de todos os colegas da Reitoria quequeriam expressar seus sentimentos. No meu caso, como tinha sido sua professora, pedia sobre datas históricas... e comecei assim es-crevendo [poesias alternativas[?] - parece que era este o nome. em folhetinhos mimeografados que ele fazia. Virei poeta... Imagine!

Há bem pouco tempo entrei na NET. Ganhei este computadordo marido quando substituiu o dele maiorzinho pois gosta de cinemadesenhos técnicos e este dificultava seus interesses. Mas não cheguei a freqüentar um cursinho e aprendo assim dando cabeçadas. Comecei com interesse de guardar meus escritos e comecei fazendo mais... Espero que sejam de algum proveito!

luizabeniciomoraes@yahoo.com.br

 

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