s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Harley Dolzane
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
O POEMA INICIA

O poema inicia:
no h palavras pra descrever este acontecimento.

O poema inicia,
passeia imundo
limpo de verbo
que lhe minta o cio do silncio
e silencia...

mergulha em fsica,
evita o papel,
dilui em vapor onrico,
ausenta-se de si...

O poema
no espera tinta:
d a partida
e deixa um louco revirando
o quarto
a sala
a casa
um planeta inteiro:
essa
esfero
grfica
perdida.

leve o poema,
69 quilos de nostalgia.

ter
na
mente
idlico
o poema vicia

O poema inicia:
no cabe no corpo. Vaza pelos poros.
Evapora
O poema
O poema que j nem quero
transborda em devaneio
o universo desta hora.

Mero p-poema
calcinado,
poema sem valia.
No se fixa nas paredes
o poema:
asfixia.

Quer o suicdio
O poema...
[Subsdio para nem chegar a ser]

Olha a janela aberta,
Toma um pouco de ar,
Fecha os olhos...

L se vai o poema!
_________________________

SESTA

abrir
de repente
os olhos
pro branco
da tarde
em sono;
e o poema
sonhado
desperta
pro esquecimento:
vira
tarde
tambm.
_________________________

P-TICA

Palavra ftida
f tida
palavra potica
perdida
palavra ebulindo
dividida.
E enquanto adivinho
o vmito que me promete o verbo
quase me diverte o ardor soletrado
com que se me oferece
diverso em verso
o poema lacerado
que no sei.

biografia:

natural de Belm [PA], poeta, reside no Rio de Janeiroonde Ps-graduando em Direito do Estado pela Uerj, em Direito do Consumidor pela Universidade Cndido Mendes, colunista do Portal Cultura de Comunicao e responsvel pelo Blog potico .

http://spaces.msn.com/dolzanecarpediem/

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s
s