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Branca Tirollo
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
arteslimao@gmail.com
Pertenece a la Directiva
Biografia

Branca Tirollo

Secretaria Nacional Adjunta - Brasil

É Atriz de Teatro, Roteirista, e Escritora.
Membro da Academia de Letras do Brasil.
Revolucionária desde sua mocidade, sempre praticou trabalho voluntário, lutando pelo bem estar social. Empresária no ramo de confecções há mais de vinte anos, abandonou a carreira profissional para levar adiante a carreira artística, cujo sonho de sua mocidade, estava adormecido. Aos quarenta e seis anos, voltou a fazer teatro, onde desenvolveu alguns projetos de sua autoria, que estavam incubados. Em suas andanças, atuou em várias cidades trabalhando no Programa Escola da Família. É também Ambientalista e a maioria de suas Peças Teatrais, são temas voltados para as questões do Meio Ambiente. Participou de várias Antologias.
Autora de doze Peças Teatrais
Projeto - Mendigos e Vagabundos - aprovado pelo Ministério da Cultura.
Projeto - Arte é Vida – Conscientização Ambiental Através das Artes –
Viajantes Imaginários - Romance
Mil Vidas em Meu Pensar – Documentário
A Magia da Solidão – Poesias
Eu Conto o Conto que Você Gosta – Contos diversos
Viajantes Imaginários – Roteiro Cinematográfico
Do Projeto - Escondidos Sob o Luar – Antologia de Autores Brasileiros
Diálogo Entre Dois Amigos – Livro de Crônicas [ Participação do Amigo Donato Ramos]
Branca Tirollo e Donato Ramos fundaram a Academia de Letras Brasil – virtual.
O SITE tem como objetivo, publicar livro individual e antologias, dos demais autores associados. www.academiadeletrasbr.com contando com a colaboração de uma Editora
com sede em São Paulo – Capital.
Para maiores informações, visite o link abaixo.

 

I
Lua, de o seu reflexo:
Surgiram flores
Capinaram-se jardins
Viveram-se amores
Escandalizaram
Espionaram
Poetizaram
Os fins...

II
Quero!
Entre suas ondas, de onda em onda mergulhar.
Meu corpo, minha alma, meu grito.
Minha calma, meu sonhar.
Meus ventos, meus inventos.
Em meu pensamento lento
Poder acompanhar.
Tuas ondas, Mar.

III
Se eu sinto saudades?
Do que, de quem,
donde?
Aquém, além,
de lá pra cá,
de cá pra lá?
De ti?
Sim!

VI
Perguntei ao poeta:
Por que fazes versos
ao inverso?
Ele respondeu:
São iguais aos seus.
Diferentes dos meus.

Agradecimentos:
Obrigada! Poeta.
Seja sempre
Bem Vindo!
Agora entendo
A sua foto triste.
Nas minhas
Estou sempre
Sorrindo!

E o Poeta esbravejou:

Onde vistes tristeza
em meu olhar?
Apenas estou apreciando
Este teu inverso.
Sorrisos!

V
A praça está lá.
As arvores cresceram
O jardim foi capinado
As flores murcharam
O banco está velho
Abandonado por nós
Pelo nosso amor.

VI
Frio está o corpo. Não há esperança.
O sorriso não regressará.
Não nesta rosa.

A palavra tem força e a absorção do conteúdo é direcionada aos gestos.

 

CV - BRANCA TIROLLO

 

Idade: 58 - cinquenta e oito  anos

Estado Civil:  divorciada

Filhos: 5 – cinco

Netos: 5 - cinco

Profissão: Empresária – Editora Sotaques

Profissão secundária: Confeccionista,

Escritora, Letrista, Roteirista, Artes Cênicas.

Ambientalista voluntária.

 

 

Cursos:

ETC – Joaquim Ferreira do Amaral – Jaú

Modelagem Industrial

Curso Técnico Têxtil

Práticas Industriais

Música

Teatro: Direção e Interpretação

Cursos de Informática, Design Gráfico, Excel,   

Filosofia Universal

 

Cargos Acadêmicos:

 

Membro Nacional da Academia de Letras do Brasil

Presidente da Célula ALB/Piracicaba/SP

Conselho Superior Academia de Letras do Brasil – SP

Secretária/Nacional/Adjunta/ Poetas Del Mundo/Chile/Brasil

Ambientalista Voluntária

Organizadora de Antologias

Organizadora de Saraus

 

Projetos:

 

Um Jeito Diferente de Ser Eu – Sarau

Arte e Vida – Conscientização Ambiental através das artes

Inclusão Social

Lixeiros são Agentes de Saúde

Escondidos Sob o Luar: Antologia

Desafiando os Limites: Cinematográfico

Capital sem Fronteiras: Musical

Pinte: Leitura e Criação de Textos

Uma História por um Sorriso: Antologia Infanto-Juvenil

Criação do Hino ALB/SP

Letristas em Cena. Coletâneas de letras musicais e poesias

 

Honrarias e Medalhas

TÍTULOS – HONRARIAS - MEDALHA

 

Filósofa Imortal/ALB/CONALB

 

Honra ao Mérito – POETA HONORIS Causa em Língua Portuguesa – MG

 

HUMANISTA HONORIS CAUSA EM LÍNGUA PORTUGUESA, em razão da excelência de sua obra a favor dos DIREITOS HUMANOS - MG.

 

HONRA AO MÉRITO em reconhecimento ao seu trabalho HUMANITÁRIO em prol da Cultura e da PAZ, Revista ZaP - SP Capital.

 

Medalha: ”Honra ao Mérito/Ordem de Platão” ALB/ Solenidade/UNIP/Jundiaí/SP, em razão da excelência de seus projetos sociais a favor da Humanidade.

 

Medalha: “Honra ao Mérito ALB 2013” Solenidade ALB/Piracicaba/SP 14/09/2013

 

Medalha: Prêmio Buriti – Concurso Nacional - Brasil

Menção Honrosa: Prêmio Buriti – Concurso Nacional - Brasil

 

Obras:

 

A magia da Solidão – Poesias

Viajante Imaginário – Romance

Eu Conto pra você – Contos

Mil Vidas em meu Pensar – Histórias Verídicas

Se Eu Fosse Presidenta – Ciências Política e Filosofia

Viajante Imaginário – Roteiro Cinematográfico

Mendigos e Vagabundos –  A Peça

A Bruxa Inconsciência – A Peça

No Conto do Vigário –  A Peça

Mulher Burra Marido Muito Mais – A Peça

Jesus! Onde está o Senhor! – A Peça

Quero Mostrar as Rendas – A Peça

Duas Comadres muito Loucas: A Peça

 

 

Músicas:

 

Hino ALB/SP

Desafiando Limites

Vai, Vai, Brasil.

Desejos

Rua Brasil

Lamentos

Cadê o meu Café

Saudade Tua

Um Lamento

Épocas e Fatos

Acasalamento

Mistérios

Somente por Amor

Policial do Futuro

Telhado de Vidro

Memórias de um Caipiracicabano

Mudei a Formalidade do Amor

Olhos de Ouro

 

FRASES:

 

“Falar pertence à esfera do conhecimento e ouvir é o privilégio da sabedoria”

 

“A palavra tem força, e a absorção do conteúdo é direcionada aos gestos”

 

“Ser Humano é uma condição que o homem muitas vezes ignora, ao ignorar os sentimentos alheios”

 

“Um sábio consegue admitir a existência de alguém que possa superá-lo”

 

“Oportunidade é o acaso da necessidade do momento. A superação é uma dádiva”

 

 

e-mail arteslimao@gmail.com

Fone: (11) 98599-8675

Sites:

Branca Tirollo

Editora Sotaques

(11) 9 8599-8675

http://www.sotaques.com.br/

Presidente/ALB/Piracicaba/SP

http://www.sotaques.com.br/albpiracicaba.html

Membro/Conselho/Superior/ALB/SP

http://www.academialetrasbrasil.org.br/

Secretária/Nacional/Adjunta/ONG/Poetas del Mundo

http://www.sotaques.com.br/unidospelapaz.html

http://www.poetasdelmundo.com/detalle-poetas.php?id=1352

 

Artigo

ATROPELANDO SEM LIMITES

Em dois mil e quatro escrevi o poema Net. Um bem. Um mal, cujos versos finais fala sobre a solidão MORTAL que leva a conexão virtual, que sem a mínima consciência da prática destrutiva, acaba te trancando num abismo sem volta.

Dia, após dia se vão! Amigos e inimigos!

Amores, palavras dispersadas ao vento.

Corpos separados, sofridos e desatentos.

De um futuro próximo jazido

 

E os cabelos negros já são alvos

A noite iluminada, negridão.

Corpo gelado, sem alma.

Última conexão!

 

”Não pertencemos ao meio que abandonamos, mas ao circulo em que vivemos” [não me lembro do autor].

 Nossos melhores parentes são aqueles que conhecemos e com eles convivemos, não os que pelo tempo distante nos tornamos desconhecidos.

Conhecemos através das conexões virtuais muitos nomes e fotos que, jamais seremos conhecedores se são, ou não, verdadeiros.

A livre liberdade de expressão. O jornalismo ganhou espaço e o povo ocupou a trilha assegurando para si o mesmo direito, sem nenhuma responsabilidade social.

A conexão virtual permitiu ao homem a liberdade de poder falar sem ser ouvido, sem uma identidade verdadeira, sem nenhuma restrição ou pena civis. Deu ao homem a coragem de se apresentar sem corpo, sem medo e sem preocupação alguma.

Na Internet tudo é possível. As redes sociais avançaram o sinal sem responsabilidade e concederam os mesmos direitos ao povo. É através delas que pessoas promovem guerras, assaltos, assaltos a bancos, invasões, arrastões, prostituição infantil, e além, pessoas se atacam publicamente por motivos banais; postando fotos e textos alheios sem a permissão do verdadeiro autor.

As redes sociais exigem documentação e foto originais, endereços residenciais, mas não estão capacitadas para investigar severamente, as ações ilícitas dos membros.

Pessoas se apossam de nomes próprios, nomes de organizações. Até CNPJ conseguem com nomes alheios e através das redes sociais conquistam um público, que inocentemente, ou por falta de informação precisa acabam colaborando por denegrir a imagem alheia.

A democracia nos dá o direito da criação de Leis favoráveis ao povo de uma determinada nação; e há poucos anos conseguimos o direito da Liberdade de Expressão, assim como tantas mais leis chegaram confusas e sem explicativas sobre a responsabilidade social.

A responsabilidade. Acredito ainda ser uma educação de berço, onde a informação não é um privilégio de todos. Estima-se existir muitos mais bem educados e adeptos a responsabilidade social entre as famílias que foram constituídas anteriormente as décadas de 70 E 60. Pais melhor informados, hoje conseguem educar melhor os seus filhos, mas não conseguem  administrar tudo o que os filhos fazem.  E a culpa, talvez não seja dos pais, e sim, de um sistema democrático adaptado sem coerência, sem responsabilidade social. Nem todo governante conhece a verdadeira democracia. E se conhece, não aplica.

Para explicar um pouco sobre o assunto conexão virtual cito referências que implicam no contexto:

A Constituição Brasileira chegou sem aviso prévio, deixando o cidadão confuso em suas iniciativas. Há divergência entre a educação rígida dos antigos e a educação formalizada pela Lei da Infância e da Juventude.

Antigamente os filhos respeitavam os pais e não era um temor, e sim, um respeito acompanhado do amor incondicional, onde não se discutia, e sim, os filhos ouviam os conselhos e a ordenação dos pais. E tudo funcionava na mais perfeita ordem, mesmo se os filhos aceitassem, ou não, a condição imposta pelos pais. Tudo ficava em família. Havia exceções. Poucas.

Na época atual, ou outras épocas recentes nota-se uma mudança radical relacionada à educação imposta pelo Conselho Tutelar. Há uma explicação sobre a causa polêmica.

Influenciados pelos maus tratos dos pais e padrastos relacionados à criança, governantes criaram “leis” que “protege” o menor de idade.  Todavia, leis petulantes a boa educação que se tinha como princípios, antes da década de 70.

- quando se elabora um projeto de Lei é imprescindível o pensar, onde a sabedoria está na condução da Lei, e não na exigência da Lei.

As famílias da época atual não estão adeptas ao rigor da lei, por não estarem adeptas a educação primordial, ao que se refere à educação moral e cívica. Há um atraso relacionado a esta educação primordial, a que tínhamos antes da década de 70.

O processo educativo iniciava-se desde o berço e depois dos seis anos de idade, na escola. Isso garantia a sociedade uma vida mais equilibrada e honesta, onde uma criança tinha liberdade com responsabilidade. Existia harmonia entre o que era regra familiar e educação cívica, ações e práticas de Pais e Mestres.

Implica no assunto em pauta, à coerência não existente na aplicação da Lei do Conselho Tutelar relacionada aos Direitos Humanos, e a justiça social.

Se há uma Lei é necessário que se aplique com visão holística, e melhor ainda que se outorguem os direitos primeiramente as crianças desamparadas; o que não ocorre no Brasil.

Uma criança que vive na tranquilidade de seu lar não pode ser chamada atenção em voz alta, nem levar umas palmadas, enquanto nas ruas o que notamos todos os dias são crianças passando fome e em questão da barriga vazia cheiram cola, e utilizam outros tipos de drogas. Crianças vendem drogas durante o dia e durante a noite e para essa parcela esquecida por uma sociedade hipócrita, não se aplica a Lei da Infância e da Juventude, exceto a pena que se aplica aos bandidos. Não há diferença, exceto os endereços das penitenciárias.

O preconceito é um crime. Para tanto foi criada uma Lei, e a mesma não se aplica ao Conselho Tutelar. São resultados aparentemente públicos, por onde não existe uma forma por onde seja possível a omissão. Estas ações impertinentes se aplicam aos olhos do mundo, em plena luz do sol.

Porém, se um pai resolve ser rude com o filho tentando mostrar a ele o caminho certo para se viver em sociedade, o Conselho Tutelar chega e acaba com verdadeira educação moral e cívica. Como prova disso, a matéria foi excluída das redes educacionais - governamental.

O assunto é de extrema urgência e carece de uma ação imediata. Caso contrário não será possível reverter à situação atual considerada a mais catastrófica de todos os tempos.

É por causa da educação e leis que regem a mesma, que a guerra no Brasil já virou moda para a juventude, que inconscientemente age por uma causa justa, mas de maneira errada; respondendo com atitudes irrelevantes, a má administração pública em todos os setores.

Acredito ser a Internet um excelente e incomparável meio de comunicação no que se referem à evolução rápida de se consolidar quase todas as coisas, precisamente no mundo empresarial e educacional. Informatizar é sem dúvida, evolutivo. Todavia, carece mais atenção sobre a condução desta máquina poderosa, por onde se permite atuar para o bem, e para o mal.

Lembrando, o Conselho Tutelar não interfere na utilização de computadores por crianças, e admite qualquer menor de idade se conectar virtualmente. Esta prática da conexão virtual por crianças e adolescentes é uma perigosa arma que vem contrariando toda forma de educação sensata que possa ainda existir. A máquina não tem poder para revelar identidade e idade.

Uma criança precisa aprender a dominar a sua própria máquina que é o pensamento. É necessário ensinar a criança a somar e dividir sem ferramenta alguma. É preciso escrever dois mais dois são quatro, e é precisa ler que dois mais dois são quatro. É preciso somar rápido que dois e dois são quatro usando o cérebro, para poder ler e escrever bem.

Não é certo que um aluno passe de ano sem ter conhecimento básico para cursar um colegial e depois, uma faculdade. O conhecimento é preciso e a educação é à base de tudo.

Seria melhor citar todos os dias através de artigos, mais sobre este assunto. Quem sabe num prazo médio ou em longo prazo nossos filhos e netos possam gozar de uma vida saudável e longe do terror que hoje ronda as ruas, e um terror que se promove através de conexões virtuais atropelando sem limites, a ordem e o progresso de uma nação.

A democracia concede o direito ao cidadão, de exigir a criação de leis que regem a constituição, assim como a de banir leis não aplicáveis. Ao contrário, são criadas leis e mais lei sem nenhuma pergunta sequer dirigida ao povo. Manda quem pode mais, chora quem não tem poder.

Faz saber a todo cidadão que o país cujo regime é democrático, toda e quaisquer ações do governo pode ser interditada pelo povo. Ao contrário tornam-se quaisquer ações, ditatoriais. Portanto, sofre o povo das suas próprias decisões e atitudes. 

Branca Tirollo


 

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