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Mariano da Rosa
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
marianodarosaletras@terra.com.br
Biografia

Mariano  da Rosa

Autor de O Todo Essencial, Universitária Editora, Lisboa, Portugal, Quase Sagrado, Politikón Zôon Publicações, São Paulo, Brasil, Mito e Filosofia: Do Homo Poeticus, Politikón Zôon Publicações, São Paulo, Brasil, e, entre outros, O Direito de Ser Homem, Politikón Zôon Publicações, São Paulo, Brasil, Mariano da Rosa (Luiz Carlos) é poeta, educador e filósofo, possuindo graduação em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais, São Paulo, Brasil (CEUCLAR / SP) e pós-graduação em Filosofia pela Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, Brasil (UGF / RJ), atuando como professor-pesquisador e filósofo-educador no Espaço Politikón Zôon - Educação, Arte e Cultura, São Paulo, Brasil (EPZ / SP). Além de inúmeros poemas publicados em antologias, revistas e jornais literários, e veiculados através de blogs e sites literários, Mariano da Rosa (Luiz Carlos) tem vários textos científicos publicados nas revistas especializadas do Brasil e do exterior, sendo responsável por diversos trabalhos de pesquisa no Laboratório de Estudos Sociais e Políticos Ágora e no Núcleo de Pesquisas Educacionais e Culturais Paidéia do Espaço Politikón Zôon, trazendo como principais áreas de investigação a Teoria Política Moderna (Ética e Política, Liberdade e Igualdade, Alienação e Cidadania, Vontade Geral e Autogestão), a Filosofia da Educação e a Sociologia da Educação (Determinismo e Liberdade, Racionalidade Científico-Técnica e Formação Econômico-Social, Dialética e “Natureza” Humana).

Blog: http://marianodarosapoeta.blogspot.com.br/.

CNPq: http://lattes.cnpq.br/0084141477309738

Dolor


Hablo. Y la Palabra es la Sombra de mi Ego 
Que en búsqueda de una identidad peregrina 
Bajo los restos de la árida Realidad, 
No teniendo otra imagística sino el Mito 
Del Cuerpo de la Ilusión – Corazón de la Historia!

Pero hay una ruptura que la Razón no cura, 
Un abísmico van que todo subestima, 
Un Precipicio de Placer – Río de Angustia 
Que en el Océano de la Duda desemboca, 
Insípido haciendo mi destino: Yo.

Hablo. Y la Palabra es el Oráculo de la Alma! 
Adivina lo lloro que agoniza en las vísceras, 
Inacabado - tanto cuanto el obtuso risa 
Que dissimula la Silueta de la Desgracia, 
Del Arbítrio desnudo al Deseo oculto – la Alquimia!

Y la Palabra escapa como el pólen de las flores, 
Catártica, aunque imperceptível... Protesta: 
Desabafo – penitente vômito, o Súplica – 
Mendicante espera?! Ó! Exceso de Ausencia 
Del Embrión de Existencia llamado Infinito!!!

Y la Palabra huye como un pájaro ciego 
Delante de la predatória hambre de “Chronos”... 
Al encuentro de un nido ávido de Vida, 
Aún lo improviso de un Silencio todo Tela! 
De un Vacío todo Tuyo! De uno “Nodos” todo Mío!

Hablo. En este momento soy Dolor. Y más Nada!


MADRUGADA URBANA

I PARTE

A escuridão urbana tudo torna análogo:
os antônimos em sinonímias transforma,
as antíteses geométricas em símbolos
fóricos que densificam as formas,
consubstanciando o estereótipo físico
da imagem - que materializa-se, disforme,
sob o véu que uma dimensão de luto veste!...

A escravidão urbana tudo identifica:
não depende do regime, da estação
- se na tirania do inverno, do verão...
se no outono democrático, liberal...
e até no socialismo primaveril...
se-quando o Poder cede às suas vis tendências
de egoistificar-se, imperializando-se!...

Onde estão as carnívoras rosas vermelhas,
e os férteis parasitas do jardim urbano,
e os portões de ferro - as grades da imposição,
e o destino do trânsito da oposição,
e os subalternos porões das castas abjetas,
e os sótãos - refúgio dos sanguinários corvos,
habitat das águias... éden aristocrático

da sociedade do Terceiro Milênio?!...
Estrelas?! Só no céu que ainda o lume espelha!
Não há contrastes. Não há confrontos. Só breu.
Não há arco-íris depois do temporal...
pois o sol fugiu e, de madrugada, ao léu,
que existência pode haver, artificial,
se tudo cai no anonimato - mesmo eu!...



II PARTE

Quem está na esquina senão uma escultura,
um totem tecnológico, um ídolo urbano,
um mecânico artifício?! [Engenho humano?!]
E que figura é esta a mover-se intrusa
no sagrado altar da pirâmide moderna?!
É um humano ou um robô?! É uma estátua?!
[Um reflexo, uma sombra ou uma silhueta?!].

Pois quem está na rua?! [O que?! - senão um carro...
senão borracha e aço, vidro e gasolina:
um protótipo de vida! Onde está o homem?!].
Onde e como distinguir o certo e o errado
se as trevas obscurecem a definição?!
Quem é o bandido e o herói da história [?!],
se a madrugada, enfim, é tão contraditória:

omite o óbvio - e revela o que não o é;
sepulta e ressucita o sonho e a ilusão,
atribuindo a mesma origem e fim a ambos
- se entre estes extremos a consciência nasce
como a irresistida alvorada futurista
que expele lava de esperança nas entranhas
na gestação que o tempo faz da liberdade!

[à mercê da qual a igualdade manifesta-se,
pois tanto a falta quanto o exagerar daquela
no aborto desta última culminará!
Quando - e onde - sobreviver poderá?! Como?!].
Quem, afinal, está atrás da vítrea tela,
do luminescente vídeo, etéreo, fosfórico.,.
que, microscópica, uma animação demonstra

fantasmagoricamente intergaláctica?!
Um angélico-humanóide terrenal?!
Ou uma terrígena criatura cósmica?!
A imagem e semelhança da Divindade?!
Ou um mitológico ser-semi-humano?!
Um descendente da raça - ou um ancestral?!
A escuridão da madrugada a tudo iguala!

Que mundo! Que madrugada! Que escravidão!



ÚLTIMA ESPERANÇA

Quando explodir a densidade demográfica,
e a geografia urbana decretar falência...
do trânsito, que só produz mortos e inválidos,
da autômata industrialização poluente,
da animalesca ascendência da violência,
da aristocratização da habitação,
dos excluídos - em 'estado-de-impotência'
diante do comércio informal de importados [...]
- ainda haverá um povo: um princípio, uma pátria!

Quando, suicida, a sociedade implodir,
e a sociologia fizer a necrópsia...
diante do desemprego - tumor maligno,
da orfandade social - trauma psicológico,
da corrupção septicêmica - epidemia,
da macrobiose judiciária - infarto,
da impunidade criminal - enfisemática,
do neuropático escravismo trabalhista [...]
- ainda haverá um povo: um princípio, uma pátria!

Quando a política autocêntrica tornar-se,
os sócios de um regime transformando em súditos...
diante do governismo - que autocratiza,
da inequação do capitalismo econômico,
do oligarquismo - que as leis corporativiza,
do unilateralismo multipartidário,
do fisiologismo - que o país privatiza,
do poder - que faz da consciência um império [...]
- ainda haverá um povo: um princípio, uma pátria!

Quando ao materialismo a fé não opuser-se,
e a teologia tornar-se deicida...
diante do antropocentrismo científico,
da filosofia - que o eros idolatra,
da psicologia individualista – “euísta”,
da cultura - que tudo torna utilitário,
do mitologismo autófago da história,
do existencialismo - que a moral degenera [...]
- ainda haverá um povo: um princípio, uma pátria!

Quando a miséria em uma casta transformar-se,
destino das vítimas do pós-guerra urbano
que ao terrorismo moderno sobreviveram
- do maldito legado social herdeiros,
cujo fenômeno uma certidão atesta...
que, antes de fato cidadão fazê-lo, o exclui,
desde então descidadanizando o indivíduo,
do 'ir-e-vir' ao 'ter-e-poder' restringindo [...]
- ainda haverá um povo:o princípio de uma pátria!

[Direitos autorais protegidos pela Lei 9.610 de 19.02.1998]


 

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