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Raymundo Silveira
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
NO APAGUEM AS ESTRELAS

No apaguem as nossas estrelas.
Elas so to poucas; roucas
[Alguns dizem que so loucas],
De tanto falarem
E poucos escutarem.

No apaguem as nossas estrelas
Muitos dizem que so insanas;
Que so todas doidivanas,
Mas, igual a Bilac, eu as escuto
'Plido de espanto'.

No apaguem as nossas estrelas:
Nem nos pampas, nem em Sampa,
Nem no Rio ou So Lus
Nem em qualquer pedao de cu
Deste grande pequeno pas.

No apaguem as nossas estrelas:
Quase ningum mais as v,
Pois como bem disse o poeta
Existe uma 'feia fumaa'
Empenhada em apag-las.

No apaguem as nossas estrelas:
Hilda partiu e, portanto surgiu
Mais um astro no firmamento,
S pra fazer muita inveja
Ao Cruzeiro do Sul.

07/02/2004

NO APAGUEN LAS ESTRELLAS

No apaguen nuestras estrellas.
Ellas son tan pocas; rocas?
[Algunos dicen que son locas],
De tanto que hablan ..
Son pocos los que escuchan.

No apaguen nuestras estrellas
Muchos dicen que son insanas;
Que son todas alienadas,
Pero igual a Bilac yo las escucho
'Plido de espanto'.

No apaguen nuestras estrellas:
Ni en las pampas, ni en Sampa,
Ni en Rio o San Luis
Ni en cualquier pedazo de cielo
De este gran pequeo pas.

No apaguen nuestras estrellas:
casi ninguno las mira,
Pus como bien dice el poeta
Existe una 'fea humarada'
Empeada en apagarlas.

No apaguen nuestras estrellas:
Hilda parti y, por lo tanto surgio
Es un astro ms en el firmamento,
Slo para hacer morir de envidia
Al Crucero del Sur.

NETEIGNEZ PAS LES TOILES

Nteignez pas nos toiles.
Elles sont si peu; enroues
[Quelques-uns disent quelles sont insenses],
De tant parler
Et presque personne les couter

Nteignez pas nos toiles
Beaucoup de gens disent quelles sont toques;
Quelles sont toutes alienes,
Mais, comme Bilac, je les coute
'Ple dtonnement'.

Nteignez pas nos toiles:
Ni aux 'Pampas', ni a 'Sampa'
Ni au Rio ou So Lus
Ni dans aucun morceau du ciel
De ce grand petit pays

Nteignez pas nos toiles:
Presque personne les voit plus
Car comme a bien dit le pote
Il y a une 'laide fume'
Qui veut les cacher

Nteignez pas nos toiles:
Hilda est parti et donc il est apparu
Autre astre dans le firmament
Seulement pour faire beaucoup denvie
Au Cruzeiro do Sul

Macht die Sterne nicht aus

Macht unsere Sterne nicht aus.
Sie sind zu wenig; sie sind heisere
[Manche sagen, dass sie verruckte sind],
Weil sie zu viel sprechen
Und wenige Leute hren sie

Macht unsere Sterne nicht aus
Viele Personen sagen, dass sie wahnsinnge sind;
Dass sie alle irrsinige sind,
Aber wie Bilac hre ich sie
'Blassig verblfft'.

Macht unsere Sterne nicht aus:
Weder in der Pampas, noch in Sampa,
Weder in dem Rio, noch in So Lus
Und nicht in jedes Teil des Himmels
Von dieser gross kleines Land.

Macht unsere Sterne nicht aus:
Fast niemand schaue sie mehr,
Deshalb wie hat der Dichter gut gesagt
Es gibt eine 'schlechte Rauchwolke'
Die mchte sie ausmachen.

Macht unsere Sterne nicht aus:
Hilda ist gegangen deswegen hat sie erscheint
Noch eines Gestirn an dem Firmament,
Nur um zu viel Neid der Cruzeiro do Sul zu machen.

O Sentido da Vida

'Nascer, crescer, viver,
Pra qu?
Minha vida no tem finalidade,
No tem sentido, s futilidade
Sou um ser/no ser
Sem nenhuma utilidade'.
Assim falou o nihilista.

E os discpulos com ele concordaram
Mas vieram pndegos e contestaram:
'Por que falas assim, nihilista,
No vs que a vida feita para se gozar,
Beber, comer, foder, e descansar
Em companhia dos que riem?
Carpe Diem.'

'Amigos,
A vida por aqui no vale nada
uma passagem, uma revoada,
Depois da morte vem o Paraso,
Ento vivamos s em funo disso:
Jejuando, meditando, contemplando!'
Disse um velho mstico.

'Qual o qu!
Viver desfrutar a juventude
S se vive enquanto h sade
Sem elas a vida no tem nenhum sentido,
A velhice, portanto, um castigo!'
Disse um jovem atrevido.

Um sbio ancio ouvira tudo,
Permanecendo todo tempo mudo;
Depois de refletir um pouco enfim falou:
'A vida tem finalidade, sim;
Quem diz que no, merece ter um fim
Imediato.
Pois alm de louco e de insensato
um eterno sofredor.
Tampouco se nasce para usufruir
Prazeres hednicos e destruir
O prprio corpo.
Vivemos porque temos esperana,
Os mesmos ideais de uma criana
E acreditamos no porvir
Mesmo que o nosso fim seja amanh.
No importa fortuna ou juventude v
Nem se neste mundo se tem sorte,
Ou que tudo se acabe aps a morte.
Quem diz que a vida no tem nenhum sentido
H muito j devia ter morrido
Porque a vida tem sentido, sim.
Mais do que isto, ela tem uma funo:
A funo de se viver a CRIAO!



Real e Virtual




Eu tenho dois mundos,
Dois universos,
Portanto, duas vidas:
Logo eu sou plural!
Dizem que s uma existe
Porque Real;
A outra inexiste
Porque Virtual.
No primeiro mundo
Eu nunca fui feliz
'No outro tambm no s'
[ o que todo mundo diz],
'Como queres estar bem no nada?'
'Como podes querer o que no ?'
Ento eu perguntei ao dia:
O que a noite, ela real?
' isso o que ela diz? Coitada!
Sem mim a noite uma piada!'
Ento eu perguntei noite:
O que o dia, ele real?
'Qual nada!
O dia no passa
De uma noite virtual!'
Depois eu perguntei ao ar:
O que o vento?
'O vento no existe!
O que chamam de vento,
Sou eu mesmo em movimento'.
A eu perguntei Musa
O que a Poesia?
'Apenas um fantasma que me usa;
No passa de utopia!'
Perdo, divina Musa
O que ento a Arte?
'Outra entidade virtual
Que nem de mim faz parte!'
Divina Arte, linda Poesia,
Podeis dizer-me o que a Musa?
'Nada! A Musa no existe,
No Real!'

Se no existe o vento,
Se no existe a noite,
Se no existe o dia,
Se no existe a Arte,
Nem mesmo a Poesia;
Se a deusa Musa no passa
De uma iluso a mais
Deixai-me viver virtualmente;
Quem sabe s assim eu terei paz
E talvez possa ser feliz realmente!

Biografa:

Raymundo Silveira
mdico e escritor. De Novembro de 1979 a Junho de 1990 foi membro do Conselho Editorial da Revista FEMINA, rgo oficial da Federao Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrcia onde publicou cerca de meia centena de artigos cientficos. Tem tambm trabalhos publicados em livros e outras revistas mdicas. 'Preveno e Diagnstico do Cncer na Mulher', 'Cear Mdico', 'GO Atual' e 'Revista Brasileira de Ginecologia E Obstetrcia'. Entre outras. Suas atividades na literatura convencional tiveram incio com o advento da Internet, onde publicou mais de trinta livros eletrnicos. Tem, tambm, textos editados em numerosos sites sob a forma de Contos, Crnicas, Ensaio, Crtica e Poesia. Um deles, o italiano Progetto Letterario Internazionale DOMIST, traduziu alguns dos seus escritos para o Ingls, Francs, Espanhol, Alemo e Italiano. Recebeu alguns prmios. Entres estes, o que mais o orgulha, o que lhe foi conferido pela Associao Mdica Brasileira. Em reconhecimento pelos trabalhos que tem publicado em defesa das mulheres.

 

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