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Valdoir Quinhones Cezimbra
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

GRAVANDO O SILENCIO

Gravando o silencio, do campo deserto. deserto de gente, rico em natureza. o canto dos passaros, as abelhas nas flores. os chimancos nos ares, no campo as flores. tudo e bonito, mas poucos apreciam. o campo tao verde, o verde das matas. a agua la longe, murmura a cascata. tudo e bonito, e eu so olhando. sem nada poder fazer, contra os destruidores. mas acho bonito, e gravo em minha mente. se contar pra certa gente, ninguem acredita. e ainda dira, que coisa bonita. e o movimento do centro, murmurio dos carros. fumacas nos ares, e um roke. um roke, que ensurdece. quando o silencio, de um dia que amanhece. e tao lindo senhor, tao lindo;

QUEM PLANTA, COLHE

Quando e tempo de jogar semente.
com a certeza da germinacao
alegra-se a alma da gente
e se trabalha com disposicao

lida-se muito preparando a terra
dobrando horas de servisso
e no descanso quando o sono ferra
sonha-se ja a planta com visso

cuida da planta com muita atensao
eliminando as ervas daninha
assobiando uma bela cancao
nunca mede passos que caminha

a planta crece, desabrocha em flor
logo o fruto vem resplandecer
quem jogou a semente com amor
vai chegar a hora e tempo pra colher

se voce mora em apartamento
nao tem lavoura ou horta pra plantar
plante ternura amor e amizade
que em seguida isto ira retornar
se voce mora em apartamento.

O GRANDE NASCE PEQUENO

tudo que hoje e bom
antes ja esteve pior
o que hoje e muito grande
um dia ja foi menor
a boa fruta madura
comecou sendo uma flor

o touro pra ser bem touro
um dia ja foi terneiro
o porco pra ser bem porco
tem que estar no atoleiro
e o boi manso de canga
um dia ja foi tambeiro

o professor que hoje ensina
um dia ja foi aluno
o pedreiro pra construir
tem que ter colher e prumo
o cigarro e o charuto
ja fui uma folha de fumo

o capataz da fazenda
um dia ja foi peao
a semente de trigo
que se transforma em pao
e o prefeito da cidade
foi um simples cidadao

uso lenco de pescoco
mas sei dar no em gravata
no inverno uso bota
no verao so alpargata
e as feicoes de meu pai
no meu rosto se retrata

o dia que faco a barba
fico sem barba nenhuma
servindo a cerveja de longe
no copo se forma espuma
quem hoje tem muitas coisas
comecou tendo so uma.

biografia:

VALDOIR QUINHONES CEZIMBRA
O POETA RURAL

Sempre viveu no interior, trabalha em lavouras de arroz irrigado de grande porte. poeta nas horas vagas, escreveu um livro de poesias, entitulado: CORDEL DOS PAMPAS

 

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